20071030

Para quê sentir em excesso?

Numa conversa sobre futebol veio ao de cima o modo como as pessoas vivem um jogo destes, tocando o fanatismo, quer seja ao vivo ou assistido pela televisão.

Pessoas há que levam ao extremo a sua queda ou predilecção por um determinado clube.
Mas isto não acontece só no futebol.
A “camisola “ que se veste, às vezes, é muito pessoalisada, muito nossa. Só nossa!
E sentimos em nós próprios o que acontece ao nosso “clube”.

Quando sentimos demasiado, exageramos demasiado, sofremos demasiado.

Pensando bem, acho que devemos minimizar certas situações porque, afinal, os outros também sentem, também sofrem. E tantos, muito bem mais do que nós!

Isto fez-me pensar em como, na vida, tudo é tão relativo!

7 comentários:

Tiago R Cardoso disse...

E é muitíssimo relativo...

quintarantino disse...

Os meus exageros futebolísticos resumem-se ao... sofá. E mesmo aí com tendência a diminuir.

joaquim disse...

Olá Fa amiga

É verdade...há sempre alguém em situação bem pior do que nós...

Abraço amigo em Cristo

antonio disse...

Quando fazemos dos outros a nossa bandeira, podemos deixar de viver a nossa vida, com o sentido que ela merece. Todo o excesso de "clubismo" é mau.

osperegrinos disse...

Ora...

Nem tudo é relativo!!!

Por exemplo... A própria afirmação "TUDO é relativo" é absoluta!

Mas, sofismas à parte, já dizia um amigo meu: "Todo excesso é um exagero!" Claro que ele tava bêbado... Mas não deixa de ser verdade, não é!?!

Creio que aí há uma confusão entre exagero e intensidade! Eu, por exemplo, diante da TV, torço com muita intensidade! Xingo o árbitro, os jogadores, os ruídos externos que não me deixam ouvir o comentarista...

Mas, assim que o árbitro apita o final do jogo, eu me acalmo e toco a vida em frente!

É como uma montanha-russa, ao menos pra mim! Dentro dela, grito como louco! Mas, assim que desço do carrinho, tudo volta ao normal!

Bom... Isso não quer dizer que todo mundo é assim! Alguns não conseguem se desligar! E aí sim entra o fanatismo!

Paz & Bem!!!

Zé Luiz.

David Alves disse...

Efectivamente o futebol é "um mundo à parte". Concordo com a afirmação do Zé Luís. Vibro durante o jogo mas quando termina...termina mesmo. Por vezes a conversa estende-se até ao café mas sem aquela emoção e já com a parte racional a funcionar. Há dias recebi um mail muito engraçado que em termos gerais enfatizava a necessidade de relativizarmos muitas situações que nos acontecem sob pena de que se tal não acontecer não conseguiremos ser verdadeiramente felizes. Relativizemos então...

C Valente disse...

Todo o fanatismos, ou qualquer outros excessos são perigosos para o proprio como para os outros. há que evitar
saudações amigas

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