Tu me chamas sobre as águas
Onde os meus pés podem falhar
E ali Te encontro no mistério
No mar profundo
Aguento em fé
E pelo Teu nome vou chamar Para lá das ondas vou olhar Se a maré subir No Teu abraço vou ficar Pois eu sou Teu E Tu és meu
No mar Tua graça é abundante
As Tuas mãos
Vão-me guiar
O medo acampa à minha volta
Contudo Tu não falharás
E pelo Teu nome vou chamar Para lá das ondas vou olhar Se a maré subir No Teu abraço vou ficar Pois eu sou Teu E Tu és meu
Tu és meu
Guia-me onde a confiança é sem fronteiras
Quero andar sobre as águas
Até onde me chamares
Leva-me para lá do que é o mais profundo
Chegar a uma fé sem fundo
Mergulhar na Tua presença x3
Tu és meu
E pelo Teu nome vou chamar Para lá das ondas vou olhar Se a maré subir No Teu abraço vou ficar Pois eu sou Teu E Tu és meu
(Onde os meus pés podem falhar, Tradução e Adaptação da música original "Oceans" - Hillsong United) Acordes
Eu sinto que vem do Céu um sopro leve
Um vento quente que nos aquece,
Um sopro vivo que vem de Deus
Um vento que acalma o ser e envolve a alma
Do mesmo modo que o mar se acalma
Logo que as ondas se vão deitar
Eu sinto que vem do Céu um amor imenso
Que se entrega em nuvens de incenso
Um amor suave que vem de Deus
Um Amor que nos transforma e alumia
Tal como a noite dá vez ao dia
Quando as estrelas se vão deitar
Eu sinto que vem do Céu uma Paz serena
E que em minha alma se faz terrena
E traz aos Homens o Dom de Deus
O Dom da Paz que vemos numa criança
Entregue ao sono quando descansa
Enquanto sonha com o acordar
Eu sinto descer do Céu toda a Esperança
Que me consome na confiança
De contemplar o Senhor Meu Deus
A Fé que sinto viva em cada dia,
Enche o meu canto desta Alegria,
Vibra nas notas do meu cantar
Um Sopro Leve Autor da Música: Schoenstatt; Autor da Letra: Gonçalo Saraiva, CVX; Colaboração de: David Silva (pauta).
(Cantado pela P. com a música de "Anda comigo ver os aviões"; para Lili, depois da celebração do seu matrimónio, à saída dos noivos.)
– Anda comigo ver o sol pintar a madrugada
Acender estrelas
na noite escura
Anda daí descobrir canções, fazer poemas
Pelo céu, sem asas,
Poder planar
Os dois lado a lado procurar
Descobrir o dia
Como eu sempre quis
Pois Deus bem sabe o quanto eu te amo
O quanto eu gosto de ti
Ter-te ao pé de mim
Ir de mãos dadas pelo mundo
Para juntos estar no mundo aqui
– Eu vou contigo dar as mãos ao mundo e ao Senhor
Que é minha Estrela
No oriente
Vamos os dois ver a Luz do Céu todos os dias
Semear o amor
Pela vida afora
Os dois unidos semear
Construir o dia
Cristo mora aqui
Senhor Tu sabes como eu Te amo
Como eu gosto de Ti
Vamos para Ti
De pés na terra edificar
A casa sobre a rocha
E o sol sorri
De hoje em diante anunciar-Te
Juntos ser Igreja
Cristo mora em nós
Senhor, tu sabes, de Ti dependemos
Que sem Ti nada podemos
Fica junto a nós
Precisamos da Tua ajuda
Pois só conTigo é que venceremos
«Todos nós já sentimos que não pertencemos a lado nenhum! Todos nós estamos por vezes perdidos e não conseguimos encontrar o caminho de volta, aquele caminho único e perfeito que nos conduz a uma paz interior que nos harmoniza e apazigua. Existem pessoas que se buscam mais incessantemente do que outras, trilham caminhos de certezas, constroem castelos de pedra sólida e chegam a mudar-se para lá, vivendo felizes e realizados nas suas torres e quartos luxuosos Existem também pessoas, que pelas mais variadas razões, apreciam incessantemente a beleza do seu caminho, acabando por não seguir o mapa que lhes foi entregue na excursão, preferindo em vez disso caminhar por aquela estrada de terra batida, mesmo que sofram de alergias ao pó ou tenham pés frágeis e calçado obsoleto. 'Estou Perdido' fala sobre esses caminhos, muitas vezes escondidos e evitados por não apresentarem comodidades, mas que existem por si mesmos e são por isso belos e eternos.»
apareceu no céu
uma mulher
uma mulher vestida com o sol
tendo a lua sob os pés
e uma coroa de doze estrelas
está grávida e grita
com os tormentos para dar à luz
Apareceu
então outro sinal no céu
um grande
dragão cor de fogo
com sete
cabeças
e dez
chifres
o dragão
colocou-se diante da mulher
da mulher que
estava para dar à luz
a fim de
devorar-lhe o filho
quando
nascesse
e ela deu à
luz um filho, um varão
aquele que irá
reger todas as nações da terra
seu filho, porém, foi arrebatado
para junto
de Deus e de Seu trono
Houve então
uma batalha no céu
Miguel e
seus anjos
combateram contra
o dragão
um grande
dragão
o dragão batalhou
juntamente com os seus anjos
mas foi
derrotado
e não se
encontrou mais um lugar para eles no céu
foi expulso
o dragão
o grande
dragão, a antiga serpente
o chamado
diabo ou satanás
o sedutor do
mundo inteiro
foi expulso
para a terra e seus anjos foram expulsos com ele
Ao ver que
fora expulso para a terra
o dragão pôs-se
a perseguir a mulher
que dera à
luz um filho varão
ela porém
recebeu as duas asas
da grande águia, para voar ao
deserto
onde deve
ser alimentada
um tempo, dois tempos e metade de
um tempo
Quando as crianças fazem Uau, tenho um ratinho!
Quando as crianças fazem Uau, tenho um cachorrinho!...
Tem uma coisa que eu sei
que nunca mais irei rever
é um lobo mau que dá um beijinho
num carneirinho...
E as crianças fazem
Ei, me dá a mão,
porque me deixa só?
Sem ajuda de ninguém,
sem qualquer um,
ninguém pode virar um homem
Uma boneca ou robô,
talvez, talvez brinquem um pouco,
mas com o dedinho, em alta voz
ao menos eles, é, fazem as pazes
E cada coisa nova é uma surpresa
até quando chove,
E as crianças fazem: Uau, olha que chuva!
Quando as crianças fazem Uau!
Que maravilha! Que maravilha!
Mas que bobo veja só, olha só!
Eu me envergonho um pouco.
Já não sei mais fazer "Uau!"
e fazer tudo como eu quero.
Porque as crianças falam sempre,
falam tudo, tudo que pensam.
As crianças são muito sinceras
mas têm tantos segredos, como poetas...
E as crianças se ocupam com a fantasia
E com poucas mentiras
oh mamma mia, bada.
Mas tudo é claro e transparente
Quando um adulto chora as crianças fazem:
"Ei! você fez um dodói, a culpa é tua!"
Quando as crianças fazem Uau!
Que maravilha, que maravilha!
Mas que bobo veja só, olha só!
Eu me envergonho um pouco.
Já não sei mais fazer "Uau!",
Não brinco mais numa gangorra,
Não tenho a chave que abre a porta
dos nossos sonhos...
Lá, lá, lá, lá, lá...
Enquanto os chatos fazem: Éh!
Enquanto os chatos fazem: Ah!
Enquanto os chatos fazem: bôooo!
Tudo fica igual!
Mas se as crianças fazem Uau, uau!
Ei, basta uma vogal!
Eu me envergonho um pouco,
E os adultos fazem NÃO!
Eu peço abrigo, eu peço abrigo,
como os leões eu quero andar engatinhando
Cada um é perfeito e iguais na cor...
E viva os loucos que perceberam o que é amor!
É tudo uma história de estranhas palavras
que eu não entendo...
Quero voltar a fazer Uau!
Quero voltar a fazer Uau!
Porque as crianças falam sempre,
falam tudo, tudo que pensam...
Confiarei nessa voz que não se impõe,
mas que eu ouço bem cá dentro no silêncio a segredar.
Confiarei, ainda que mil outras vozes
corram muito mais velozes, para me fazer parar.
E avançarei, avançarei no meu caminho.
Agora eu sei que tu comigo vens também.
Aonde fores, aí estarei, em Ti avançarei:
O Senhor é meu pastor,
sei que nada temerei.
Ele guia o meu andar,
sem medo avançarei.(bis)
Confiarei na Tua mão que não me prende,
mas que aceita cada passo do caminho que eu fizer.
Confiarei, ainda que o dia escureça
não há mal que me aconteça, se contigo eu estiver.
Confiarei, por verdes prados me levas,
e em Teu olhar sossegas a pressa do meu olhar.
Confiarei, a frescura das Tuas fontes
deixa a minha vida cheia, minha taça a transbordar.
Um pão, um só corpo, um só Senhor de tudo,
Um cálice de bênção que abençoamos.
E nós, embora muitos, por toda a terra,
Nós somos um só corpo neste único Senhor.
Gentio ou judeu Servo, ou livre,
Mulher ou homem, não mais.
Um pão, um só corpo, um só Senhor de tudo...
Muitos dos presentes, muitas das obras,
Um no Senhor, de todos.
Um pão, um só corpo, um só Senhor de tudo...
Grão para os campos, dispersas e cultivadas,
Reunidos para um, para todos.
Um pão, um só corpo, um só Senhor de tudo,
Um cálice de bênção que abençoamos.
E nós, embora muitos, por toda a terra, Nós somos um só corpo neste único Senhor.
Votos de uma santa Páscoa!
Vida Nova, na Unidade do mesmo Senhor, Vivo e presente no meio de todos e em todos!
Aceita Senhor a nossa vida que é tua E faz deste mundo um mundo irmão Caminha connosco e faz-nos caminhar Para sermos a tua imagem, O Homem da Ressurreição
Ai senhor das furnas
que escuro vai dentro de nós
rezar o terço ao fim da tarde
só para espantar a solidão
e rogar a Deus que nos guarde
confiar-lhe o destino na mão
De que adianta saber as marés
os frutos e as sementeiras
tratar por tu os ofícios
entender o suão e os animais
falar o dialecto da terra
conhecer-lhe o corpo pelos sinais
E do resto entender mal
soletrar assinar em cruz
não ver os vultos furtivos
que nos tramam por detrás da luz
Ai senhor das furnas
que escuro vai dentro de nós
a gente morre logo ao nascer
com olhos rasos de lezíria
de boca em boca passando o saber
com os provérbios que ficam na gíria
De que nos vale esta pureza
sem ler fica-se pederneira
agita-se a solidão cá no fundo
fica-se sentado à soleira
a ouvir os ruídos do mundo
e a entendê-los à nossa maneira
Carregar a superstição
de ser pequeno ser ninguém
mas não quebrar a tradição
que dos nossos avós já vem.
"O povo que andava em trevas viu uma grande luz, e aos que habitavam na região da sombra da morte, resplandeceu-lhes a luz."(Is. 9, 2)
Através das profecias, a figura do Messias vai-se perfilando com maior transparência: "Brotará uma vara do tronco de Jessé e um rebento brotará das suas raízes" (Is. 11, 1).
Uma vara e um rebento saídos da raiz de Jessé, pai de David, de quem proveio Maria, da qual nasceu Jesus, que se chama o Cristo (cf. Mt. 1, 16).
Podemos dizer, assim, que Maria Santíssima é a vara e Cristo o rebento, porque da Virgem humilde de Nazaré, desposada com José, descendente de David, nasce o Messias - o Emanuel: Deus connosco (cf. Mt. 1, 23).
O Messias é-nos apresentado por Isaías repleto do Espírito Santo, enriquecido com os Seus dons e enviado para julgar os pobres com justiça (cf. Is. 11, 2 - 4), para levantar o ânimo dos humildes e oprimidos que encontrarão um lugar privilegiado na sua missão salvífica.
Também, na alegoria da convivência pacífica entre os animais, inimigos por instinto, o profeta fala da paz que o Messias trará ao mundo, ensinando os homens a vencer as paixões que os fazem ferozes uns contra os outros e a amarem-se como verdadeiros irmãos (cf. Is. 11, 6 - 9).
Então o rebento da raiz de Jessé, posto por estandarte dos povos, será procurado pelas nações e será gloriosa a sua morada (cf. Is. 11, 10).
Aprendemos muito com os retratos de Jesus no Antigo Testamento. O livro de Isaías em especial apresenta quadros de Cristo como sendo o Servo (cf. Is. 42; 49; 50; 52; 53; 61).
Na advertência de Isaías no capítulo 42, 1-4, e citada em Mateus 12, 18-21, dá bem para entender correctamente a natureza de Jesus Cristo: "Eis o Meu servo, que eu amparo, o Meu eleito, no qual a Minha alma se deleita; fiz repousar sobre Ele o Meu Espírito, e Ele anunciará a verdadeira justiça às nações. Não gritará nem clamará, nem levantará a voz nas ruas. Não quebrará a cana já fendida, nem apagará a mecha que ainda fumega. Com fidelidade anunciará a justiça. Não desanimará nem desfalecerá, até que tenha estabelecido a verdadeira justiça sobre a terra"(Is. 42, 1-4).
Isaías foi um dos profetas que melhor soube compreender as esperanças dos pobres e as suas reivindicações sociais, concretizando estas esperanças na expectativa de um mundo proveniente de Deus.
João Baptista aparece com uma pregação que é convite à conversão, como condição essencial a acolher a salvação que vai chegar:
"Pregava assim: «Depois de mim, vai chegar outro que é mais poderoso do que eu, diante do Qual não sou digno de me prostrar para lhe desatar as correias das sandálias. Eu vos baptizarei com água, mas Ele baptizar-vos-á no Espirito Santo»". (Mc. 1, 7 - 8) (cf. Lc. 3, 16)
São três as figuras principais do Tempo do Advento - o profeta Isaías, João Baptista e Maria - que nos apresentam o Messias.
Mas, Maria é, das três, a figura mais central, aquela que se entregou, plenamente, à vontade do Senhor e esperou, na alegria a Sua vinda ao mundo. A alegre espera pelo Senhor está no ventre de Maria. E a Igreja, vivendo com ela a sua gravidez, gera vida na comunidade.
Jesus é o Emanuel, Deus connosco.
Ele já veio, no tempo do Imperador César Augusto. É Aquele que os profetas anunciaram ao povo como Messias;
Ele vem, no presente, de modo especial nos Sacramentos, na Palavra, na assembleia cristã e no testemunho dos baptizados. É presença misteriosa, viva, actuante na Sua Igreja, intervindo e penetrando, através dela, na história dos homens e no mundo;
Ele virá, no fim dos tempos, gloriosamente. Aí conheceremos, plenamente, o Seu amor e o esplendor do nosso destino.
O Advento, que não significa espera, como se poderia supor, é a tradução da palavra grega parusia, que significa presença, vinda, chegada; e também aniversário de uma vinda, de uma chegada. Quer dizer que é presença começada e assume, então, o valor de espera e de preparação. O Advento prepara a vinda do Senhor.
O facto de o Advento significar presença de Deus já começada, mas só começada, implica que o cristão não olhe apenas o que já foi e o que aconteceu, mas também que espere e se prepare para o que está por vir.
A presença de Deus, que somente começou, será um dia presença total.
"Eis que uma Virgem conceberá
E dará à luz um filho
Chamado Emanuel
Estou a ouvir o que diz o Senhor
Deus anuncia a paz
A sua salvação está perto dos que o temem
E a sua glória habitará na nossa terra"
Textos de Apoio: Bíblia Sagrada; Vários apontamentos e pesquisas.Amanhã seguiremos nesta Caminhada de Advento com a Felipa
Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, sou como o bronze que ressoa, ou como o címbalo que retine. (…) se não tiver amor, nada sou.
(1 Cor. 13)
SENHOR!
É maravilhoso o perfume das flores, mas também as ervas daninhas têm a sua fragância. Cada um tem o seu lugar para crescer e desabrochar. E isso é belo... Senhor, introduz-me no teu coração como se fosse uma semente. (Um rato fala com Deus - Angela Toigo)
Sob a Tua protecção
À Vossa protecção nos acolhemos, Santa Mãe de Deus; não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades; mas livrai-nos de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita.
Marcas
-
Chegaram as férias grandes. No meu rosto quase não restam cicatrizes muito
visíveis. Já nem penso muito nelas, pois não são mais do que pequenas
marcas que...
Guardando na prateleira histórias dignas de registo
-
Um desafio em Julho de 2008, sobre uma pintura publicada aqui neste mural
da minha C(l)ave - Partilha de uma muito querida (4), um acrílico sobre
tela da m...
Encontro de grau imediato
-
O “S” inconfundível espreita-lhe pela camisa aberta no peito enquanto ele
chama o elevador. Este trepa, numa subida pachorrenta, até ao último piso
do elef...
Atravessar a dor
-
[image: cabana]
Um assalto no caminho
Uma surpresa
Uma dor
Uma caverna escura
Um cárcere
E eu pelejo
Ou rendo-me?
Será que ensaio uma fuga......