“Agora subsistem estas três coisas: a fé, a esperança e o amor; mas a maior delas é o amor”. (1 Cor 13,13)
O amor. Sempre o amor!
Tema complexo, este!
E considero-o complexo porque este pode ser de três tipos (ou dimensões): o Eros, o Philia, e o Agape (do Grego).
Eros: o amor entre homem e mulher.
Philia: o amor de amizade.
Agape: o amor de Deus pelos homens.
Vou ater-me, por agora, ao terceiro tipo de amor: o Agape.
Este é o que somos chamados a nutrir por todos os que nos rodeiam (o nosso próximo).
O Agape pode englobar os outros tipos de amor ou não, e subdividir-se, ainda, em vários outros especiais, como o filial, o fraternal, o paternal, o maternal…
O amor. Sempre o amor!
Tema complexo, este!
E considero-o complexo porque este pode ser de três tipos (ou dimensões): o Eros, o Philia, e o Agape (do Grego).
Eros: o amor entre homem e mulher.
Philia: o amor de amizade.
Agape: o amor de Deus pelos homens.
Vou ater-me, por agora, ao terceiro tipo de amor: o Agape.
Este é o que somos chamados a nutrir por todos os que nos rodeiam (o nosso próximo).
O Agape pode englobar os outros tipos de amor ou não, e subdividir-se, ainda, em vários outros especiais, como o filial, o fraternal, o paternal, o maternal…
No geral, o termo “amor” aparece-nos hoje muito banalizado e até “coisificado”.
Ele é identificado mais com o conceito de Eros e confundido com “paixão”.
Como diz a canção dos “Cantabaía”:
“Ai, é o amor,
Ai, ai, ai é o amor,
É o amor!”
É lindo, só que não pode reduzir-se a isso!
Amar, mais do que dar, é dar-se!
Seja qual for o tipo de amor, se for verdadeiro, vale mesmo a pena vivê-lo!
Este enriquece mais quem o dá, do que quem o recebe!
Eu amo!
Sou feliz por isso!










