quinta-feira, novembro 29, 2007

Elas não matam... mas moem!



Estás ficando velha...



- ... mas não desarmo!


(James Blunt - 1973)

quinta-feira, novembro 22, 2007

Perdida

Tão cedo passa tudo quanto passa!
Morre tão jovem ante os deuses quanto
Morre! Tudo é tão pouco!
Nada se sabe, tudo se imagina.
Circunda-te de rosas, ama, bebe
E cala! O mais é nada.

(Ricardo Reis)


Perco-me num mundo pronto a…:
Pronto-a-vestir, pronto-a-comer, pronto-a-consumir…
Consumir. Consumir-me!
Quem sou eu? Que faço aqui?!
Oh! Ilusão…

A vida é como uma rosa em botão,
Com tantos espinhos quanto de beleza!

Pois será uma vida de facilidades verdadeira vida?
As pedras do caminho, tantas vezes difíceis de ultrapassar, ajudam a rosa a crescer, a desabrochar.
Mas perco-me.
Perco-me, sim! Tão cheia de coisas e permanentemente insaciada, tão cheia de nada!

Sinto-me incapaz de lutar contra o que não poderei mudar. Apenas o posso contornar.
Conformada, eu? Não. Nunca!

Só tenho que agarrar a vida, o amor, com todas as forças que me assistirem.
Não passar pela vida sem a viver condignamente, mesmo que muitas coisas me sejam apresentadas de maneira diferente.

“E se um dia-hei de ser pó, cinza e nada,
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... para me encontrar...”
(Florbela Espanca)

Carpe diem

sexta-feira, novembro 16, 2007

La la la la...


Be Happy





(Bobby McFerrin - Don't worry, be happy)

domingo, novembro 11, 2007

Cultura do Dar

Tudo o que tenho é teu
Nada é só de alguém
Tudo o que tens é meu
E é tudo teu também

O meu dinheiro é teu
Sinto alegria em dar
O teu sorriso é meu
Sê livre e dá p’ra amar

Dá e tudo terás, o que tens não é só teu!
Dá e tudo terás, o que tens não é só teu!

Riqueza é ter p’ra dar
Riqueza é dar p’ra ter
Fortuna é dar o amor
Faz rico o teu viver

Olha o que não tem
O criador te dá
Partilha o que é demais
Mais ainda Ele te dará





Hoje foram os meninos da catequese que cantaram e encantaram. E tudo cânticos novos que aprenderam tão depressa e bem!
Quando a Eucaristia, assim participada, terminou... eles queriam mais! "Então mas já está a acabar?" perguntavam, "passou tão depressa".

Uma experiência a repetir, sem dúvida!

Meus queridos, para o próximo mês haverá mais!

quinta-feira, novembro 08, 2007

Opções radicais

“ Tudo é permitido, mas nem tudo convém; tudo é permitido, mas nem tudo edifica” (1 Cor. 10,23)

Somos, com alguma frequência, assaltados por múltiplas solicitações. Propostas de felicidade. Algumas podem ser mesmo propostas radicais. Radicais porque não contemplam meias medidas. Não são mais-ou-menos.

Uma proposta é algo que podemos aceitar e fazer nossa, se nos parecer interessante. Ou então rejeitar, se não nos convir.

Na nossa vida sempre temos que fazer escolhas. Fazer opções decisivas, radicais.

Quando nos sentimos chamados a estas opções, devemos agir movidos pela nossa liberdade.
Mas a liberdade individual não deve ser fruto duma moral privada e subjectiva, confeccionada à medida e ao sabor de cada um.
Também nunca deve ser regulada pela consciência dos outros. Isso deixaria de ser liberdade para se tornar dependência, escravidão.


A liberdade só o é quando provém de nós e não dos outros. Não são os outros que nos tornam livres. Somos nós que tornamos livres os outros, quando sabemos usar a nossa liberdade.

E para que saibamos usar devidamente a liberdade temos que procurar formar bem a nossa consciência.
Uma consciência bem formada é meio caminho para boas opções, especialmente quando implicam radicalidade.
Será através da nossa consciência que conseguiremos discernir o que de facto convém.


“ Sei que posso fazer tudo,
Mas nem tudo me convém.
Tenho liberdade para viver
Minha vida, mal ou bem.
Sei que posso fazer tudo,
Mas nem tudo me convém.
O que escolho fazer hoje
Vou vivê-lo amanhã.”

(Sara Tavares – Escolhas)

segunda-feira, novembro 05, 2007

O amor acima de tudo

“Agora subsistem estas três coisas: a fé, a esperança e o amor; mas a maior delas é o amor”. (1 Cor 13,13)

O amor. Sempre o amor!
Tema complexo, este!

E considero-o complexo porque este pode ser de três tipos (ou dimensões): o Eros, o Philia, e o Agape (do Grego).

Eros: o amor entre homem e mulher.

Philia: o amor de amizade.

Agape: o amor de Deus pelos homens.

Vou ater-me, por agora, ao terceiro tipo de amor: o Agape.
Este é o que somos chamados a nutrir por todos os que nos rodeiam (o nosso próximo).
O Agape pode englobar os outros tipos de amor ou não, e subdividir-se, ainda, em vários outros especiais, como o filial, o fraternal, o paternal, o maternal…

No geral, o termo “amor” aparece-nos hoje muito banalizado e até “coisificado”.
Ele é identificado mais com o conceito de Eros e confundido com “paixão”.

Como diz a canção dos “Cantabaía”:

“Ai, é o amor,
Ai, ai, ai é o amor,
É o amor!”

É lindo, só que não pode reduzir-se a isso!

Amar, mais do que dar, é dar-se!

Seja qual for o tipo de amor, se for verdadeiro, vale mesmo a pena vivê-lo!

Este enriquece mais quem o dá, do que quem o recebe!

Eu amo!
Sou feliz por isso!

sábado, novembro 03, 2007

Galinha!




Não confundas o amor com o delírio da posse, que acarreta os piores sofrimentos. Porque, contrariamente à opinião comum, o amor não faz sofrer. O instinto de propriedade, que é o contrário do amor, esse é que faz sofrer. (Antoine de Saint-Exupéry, in 'Cidadela')

Quem ama deixa livre o objecto do seu amor.

(É que, se eu não os deixasse livres, eles libertar-se-iam na mesma!)

quinta-feira, novembro 01, 2007

Je t'aime... J

Je t’aime
I love you
Io ti amo
Te quiero
Eu amo-te


Há coisas que nunca mudam.

Em SMS ou escritas em paredes, estas palavras são de todos os tempos.
Um sentimento antigo e sempre actual que faz vibrar todo o nosso ser.


Amo-te!


(Je t'aime moi non plus)

terça-feira, outubro 30, 2007

Para quê sentir em excesso?

Numa conversa sobre futebol veio ao de cima o modo como as pessoas vivem um jogo destes, tocando o fanatismo, quer seja ao vivo ou assistido pela televisão.

Pessoas há que levam ao extremo a sua queda ou predilecção por um determinado clube.
Mas isto não acontece só no futebol.
A “camisola “ que se veste, às vezes, é muito pessoalisada, muito nossa. Só nossa!
E sentimos em nós próprios o que acontece ao nosso “clube”.

Quando sentimos demasiado, exageramos demasiado, sofremos demasiado.

Pensando bem, acho que devemos minimizar certas situações porque, afinal, os outros também sentem, também sofrem. E tantos, muito bem mais do que nós!

Isto fez-me pensar em como, na vida, tudo é tão relativo!

sexta-feira, outubro 26, 2007

Pensamentos...



O barco dos meus pensamentos
Traz consigo o teu sorriso
Desperta mil sentimentos
Faz-me ver como preciso
De te ter de novo aqui

A ânsia de te rever
O desejo de te abraçar
Leva-me sempre a sofrer
E tanto, tanto a pensar
Meu querido, só em ti

Eu bem procuro ocupar
O meu tempo noutro lado
Mas é que o teu lugar
Está tão vazio e marcado
Bem junto ao meu coração

Que agora para me alegrar
Para combater noites frias
Já comecei a contar
Um a um todos os dias
Que faltam para te abraçar

Para poder, enfim,
Ter-te juntinho a mim
Ouvir sininhos tocar
E tambem poder cantar
Melodiosa canção

terça-feira, outubro 23, 2007

“Remar contra a maré”

“Nada te turbe, nada te espante.
Quem a Deus tem, nada lhe falta.
Nada te turbe, nada te espante.
Só Deus basta.”
(Santa Teresa de Ávila)

Ninguém está imune à onda de egoísmo que rola à nossa volta.
Depressa nos deixamos arrastar por ela, quando somos indiferentes ao sofrimento dos outros, quando não nos preocupamos com o bem comum, indo até à destruição do que é de todos…

É verdade que se conseguem, por vezes, alguns gestos de solidariedade, mas falta uma atitude constante.

Que fazer para inverter esta tendência?

- Ousar amar!

No entanto, o amor exige aceitação total do outro, doação sem limites…
Não é algo abstracto. Traduz-se em atitudes, palavras, gestos, tempo.
Tudo tão difícil no mundo de hoje.

Onde encontrar a força para esta ousadia, para contrariar a onda de materialismo que nos rodeia e que convida sobretudo ao comodismo e ao egoísmo?

- NAquele que é o Amor por Excelência. Uma fonte inesgotável: Deus.

Esta é uma descoberta maravilhosa. Deus ama-nos com um amor infinito, que podemos livremente aceitar e procurar retribuir.

Mas aí está um desafio ainda maior!
Não será ousado de mais?!

Quem ama a Deus, corre o risco de ser criticado por acolher e manifestar tal amor.
Porém, vale a pena desenvolver essa coragem e experimentar a beleza dele.

Em Jesus, nós podemos aprender a apoiar a nossa vida no amor de Deus.
NEle encontramos o alimento e a força para “remar contra a maré”.

segunda-feira, outubro 22, 2007

Reflexo



Gostaria de ser um lago límpido onde te visses reflectido…
Oh, se eu soubesse ser esse lago que reflectisse os teus raios!
Se pudesse ter a intensidade necessária a te reflectir…
Mas sou apenas um frágil reflexo
Saído de um frágil espelho
Que ao menor sopro se parte.

Como eu gostaria de ser teu espelho, Senhor!
Ajuda-me, meu Deus, a reflectir o teu rosto…

sexta-feira, outubro 19, 2007

Para J. P.

Sentiste a minha ausência. Adoeceste.
Quando me voltaste a ver, eu não estava só. Sentiste que o teu espaço tinha sido invadido.
Choraste. Alguém que não conhecias ocupara um lugar que pensavas só teu, que querias só teu!
Choraste. As tuas lágrimas cravaram-se em mim como punhais e senti uma dor que era a tua.
Chorei. As tuas lágrimas doíam-me na alma.
Ergui-te nos braços.
Quis dizer-te que não era assim…
Quis mostrar-te o que eras para mim…
Mas essa dor do tamanho do mundo abriu no meu peito um poço muito fundo e as minhas lágrimas confundiram-se com as tuas.
Aquele que vias pela primeira vez não te roubou o lugar no meu coração!
Ambos sois meus filhos.
Amo-te muito. Muito! Nunca duvides disso!


quarta-feira, outubro 17, 2007

Sufoco…


(Rodrigues Coelho, Reverie)

Existem trilhos pelos quais é melhor não seguir, mesmo que tenhamos que nos partir em mil pedaços.
Deixar estilhaçar, deixar que as lágrimas rolem, às vezes é a solução…


Quando não se diz nada pode querer-se dizer muito!

domingo, outubro 14, 2007

Para adivinhar

Sou um corpo com muitas línguas
E com todas elas falo
Quando estou com quem me entenda
Por dar gosto não me calo
Tenho dez amigos certos
Com quem muito bem me dou
São eles que me procuram
Que eu procurá-los não vou

?

quarta-feira, outubro 10, 2007

Sonhos...


(O. Baouth - Campo de Margaridas)

Sonhei um campo de margaridas
Salpicado de papoilas coloridas.
Suave lembrança encantada
P’la inquietação transformada
Nas rosas do meu jardim

São saudades desmedidas
Retalhos de outras vidas
Que queria junto de mim

Apartar-me delas não posso
Não me consigo abstrair
São sonhos, são sofrimentos
São gemidos e lamentos
Dos quais não quero fugir

E dormindo vou sonhando
Pequenas felicidades

Acordada vou pensando
Apenas trivialidades
E ainda futilidades
Para me manter a sorrir.

segunda-feira, outubro 08, 2007

Sete coisas

A Malu passou-me um desafio em que tenho andado a remoer…
É que já lá vão muitos anos e não me lembro de muita coisa…
Mas sempre vou responder ao que me lembro. Então aqui vai!

Sete brinquedos que nunca tive:
1. Uma bicicleta.
2. Nem sequer um triciclo.
3. Duas agulhas de tricot como devem ser (as que tive eram dois raios de bicicleta).
4. Um baloiço como deve ser, construído por alguém para mim.
5. Não me lembro...
6. Não me apetece pensar...
7. Não sei...

Sete lembranças vergonhosas de infância
1. Cantar para muita gente, mas dizer que só o fazia se me dessem dinheiro (mas não tive culpa… mandaram-me fazê-lo!)
2. Apoiar a cadeira só nas pernas de trás e cair, claro!
3. Apanhar tareia das colegas por ter sido egoísta e invejosa de uma coleguinha mais pequena, por achar que ela não merecia que lhe fizessem uma rodinha de madeira, só porque ela não tinha dado colaboração.
4. Ter vergonha de ir fazer um recado à outra sala de aula, ser obrigada a isso, bater à porta e quando a professora mandou entrar eu simplesmente não entrei, fiquei à espera que a viessem abrir, apanhando um raspanete.
5. Deixar toda a gente aflita à minha procura por ter adormecido na casa da eira à hora da sesta, só acordando depois de muito me chamarem por não saberem de mim.
6. Aprender a dançar agarrada a uma vassoura ao toque do rádio.
7. Quando tomava conta da mercearia dos pais, dar os rebuçados todos aos colegas, que me subornaram, e depois apanhar uma sova do pai.

Sete lembranças dolorosas de infância
1. Ter partido um alguidarinho de barro vidrado, tão lindo, que tinha ganho com tanto esforço a cantar umas cantigas num casamento, ao colocá-lo na cabeça da boneca a fazer de chapéu!
2. Nunca conseguir tirar a bola dos pés do primo, que era um rapaz já espigadote, que sabia fazer muitas habilidades com a bola e que me arreliava com isso.
3. Ter de mendigar muito ao irmão, que antes de mim tomava conta da mercearia, quando queria umas pastilhas elásticas.
4. Nunca sentir mimo da parte da mãe.
5. A perda dos avós, principalmente da avó paterna.
6. Apanhar umas bofetadas da professora por não responder errado a uma pergunta de matemática que eu tinha respondido certo. A professora é que estava errada, eu tinha absoluta certeza de que tinha respondido certo e teimei na minha resposta, então apanhei!
7. Terem-me mergulhado no mar à força, fazendo-me engolir uns pirolitos!

A mais dolorosa:
Ser exposta pelo pai a humilhação pública, ao prender-me com uma corda a uma oliveira, num domingo à tarde, à beira da estrada, por causa de ter feito um grande disparate - tirei dinheiro da gaveta da mercearia e comprei todos os selos, meus e dos meus colegas, que tinhamos trazido da escola para vender, de ajuda aos tuberculosos (SLAT).

Ah, ah!!! Mas agora vou-me vingar! Quero que respondam a este mesmo desafio o Quintarantino, o Tiago e a Marta! E não aceito desculpas, isso é que era bom! A mim também me custou muito!!!
:D

domingo, setembro 30, 2007

Ensina-me a viver

Senhor, eu peço o Teu amor por nós
É tão mais fácil conviver
Com atenção ouvimos tua voz
Para podermos aprender

Ó Senhor dá-nos Tua graça e luz
Para podermos caminhar
E carregando esta nossa cruz
Fica mais fácil suportar

Senhor, ensina-me a viver,
a dar e a receber
de Ti o que eu mereço,
é tudo o que eu Te peço
para continuar
a poder caminhar
para a frente


Gostava de Te poder ter aqui
Tudo seria bem diferente
Dar-Te a mão e irmos por aí
Falar de Ti a toda a gente

Senhor, ensina-me a viver,
a dar e a receber
de Ti o que eu mereço,
é tudo o que eu Te peço
para continuar
a poder caminhar
para a frente

(Oh, Senhor) dá-me a Tua mão,
que eu nunca diga não
Tu és a minha luz,
és Tu quem me conduz
até à eternidade
com toda a liberdade
para sempre... Oh, Senhor!





(música original - Barclay James Harvest)

(acordes)


quinta-feira, setembro 27, 2007

Somos cidadãos do mundo


Somos cidadãos do mundo (do mi-)
que necessita do voo de uma pomba,
(fa sol)
que necessita de corações abertos,
(do la-)
que está sedento de uma água nova!
(fa sol)

POR ISSO ESTAMOS AQUI,
(do mi-)
COMIGO PODES CONTAR
(do mi-)
E DEIXAREI MINHAS MALAS AO LADO
(fa sol)
PARA PODER TER ABERTAS AS MÃOS
(fa sol)
E O CORAÇÃO CHEIO DE SOL.
(fa sol)

Somos cidadãos do mundo
que clama dia e noite a liberdade
que permanece envolvido nas trevas
da fome, do ódio e da guerra.

Somos cidadãos do mundo
que foi criado como casa de todos
como lar de uma grande família
onde todos vivamos em paz!

(mais uma que o GJ canta)
e eu também, lol

segunda-feira, setembro 24, 2007

Deus vela pelos mais fracos

“Escutai bem, vós que espezinhais o pobre e quereis eliminar os humildes da terra. Vós dizeis «Quando passará a lua nova, para podermos vender o nosso grão? Quando chegará o fim de sábado, para podermos abrir os celeiros de trigo? Faremos medida mais pequena, aumentaremos o preço, arranjaremos balanças falsas. Compraremos os necessitados por dinheiro e os indigentes por um par de sandálias. Venderemos até as cascas do nosso trigo». Mas o Senhor jurou pela glória de Jacob: «Nunca esquecerei nenhuma das suas obras».
(Am. 8, 4-7)
(1ª Leitura da Missa de ontem)

No missal diz que a exploração do homem pelo homem não é só de hoje.

Eu diria mais: A exploração do homem pelo homem não é só do tempo do profeta Amós, é actualíssima! Sentimo-la hoje na nossa pele! É o fiel retrato dos nossos dias.

Resta-me a consolação de que Deus não dorme!

quinta-feira, setembro 20, 2007

Fugir ou morder o anzol?

Ai, eu já pensei,
Mandar pintar o céu em tons de azul,
Para ser original.
Mas só depois notei,
Que azul já ele é, houve alguém,
Que teve ideia igual.

Eu não sei se hei-de fugir ou morder o anzol
Já não há, nada de novo aqui, debaixo do sol

Já me persegui,
Por becos e ruelas de horror,
Caminhos sem saída.
Até que me perdi,
Sozinha sem saber,
De que cor pintar a minha vida.


(Anzol - Rádio Macau)



terça-feira, setembro 18, 2007

Faz a paz

Que importa se é tão longe
A praia onde tenho de chegar
O caminho é este:
Faz a paz

Faz a paz, faz a paz
Faz a paz, faz a paz
O caminho é este:
Faz a paz


A luz de um novo dia
Venceu a minha escuridão
O caminho é este,
Vem irmão

Faz a paz, faz a paz
Faz a paz, faz a paz
O caminho é este:
Faz a paz



Faz a paz/Let it be

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