segunda-feira, dezembro 10, 2007
Mais que um menino
envolto em palhas
Jesus meu Senhor,
no primeiro natal
Mais do que o filho,
do carpinteiro,
Levaste o pesar,
do mundo em Tua mão
Tu és a minha esperança,
Tudo o que tenho,
Tudo o que sou,
Em ti encontrei a Paz,
Um dia vieste,
como os anjos disseram
A luz do mundo para nós
Mais que uma estrela,
brilhando na noite,
Mais que a visão,
que pastores tiveram,
Mais que homens sábios,
trazendo riquezas,
Tu és o Messias profetizado
Virias dar nova vida,
Soltar do pecado,
e nos libertar,
Em ti há paz eterna,
Um dia vieste,
como os anjos disseram,
A Luz do mundo para nós
Sim, um dia vieste,
como os anjos disseram
Nosso redentor e Senhor
(More Than A Child - em português)
Sylvia Fleming - More Than A Child wma
More Than A Child (Mais aqui)
sábado, dezembro 08, 2007
Imaculada Conceição

Dogma da Imaculada Conceição:
Maria foi concebida sem o pecado original.
Foi concebida, por obra e graça do Espírito Santo, sem mácula do pecado original, diferenciando-se assim de todos os outros mortais. Portanto, ela é cheia de graça, desde o momento de sua concepção.
Este dogma da Igreja foi definido no Século XIX, após uma longa reflexão e amadurecimento, e proclamado oficialmente por Pio IX, na Bula Ineffabilis Deus, em 8 de Dezembro de 1854.
Maria foi preservada do pecado original por estar destinada a vir a ser mãe de Jesus Cristo, o Filho de Deus que assumiu a nossa natureza humana.
Teve como pais São Joaquim e Santa Ana.
O Anjo disse a Maria:
«Não temas, Maria, pois achaste graça diante de Deus. Hás-de conceber no teu seio e dar à luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus. Ele será grande e chamar-Se-á Filho do Altíssimo.»
Maria confiou e disse SIM:
«Eis a escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra».
(Do Evangelho de hoje)
É nesta resposta conclusiva ao Anjo, que se manifesta a fé de Maria.
A fé consiste, assim, na entrega total a Deus, como fez Maria ao declarar-se escrava do Senhor. Uma entrega que leva a que Deus seja tudo na pessoa que nEle confia, e em que a pessoa se dispõe a fazer tudo o que agrada ao seu Senhor.
«Avé, cheia de graça, o Senhor está contigo»
Santa Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, roga por nós, pecadores. Ajuda os teus filhos a dizerem, como tu, um SIM sem reservas.
quinta-feira, dezembro 06, 2007
Retrospectiva
A Marta colocou aos seus leitores um desafio a que me senti tentada a responder. A ideia é fazer um texto, com sentido, onde sejam empregues os títulos das dez últimas postagens.
Nisto dou por mim a pensar em como gostaria de reencontrar uma velha amizade perdida…
É que as amizades da adolescência e da juventude acabam, quase sempre, por se modificar ou perder. Surgem outras motivações, interesses, amores.
Acabamos por fazer opções radicais quando colocamos o amor acima de tudo, ainda para mais, um certo tipo de amor, aquele que deriva da paixão sentida por uma pessoa especial e que não deixa ver um palmo à frente do nariz, como me aconteceu a mim. Mas não me arrependo de nada, hoje faria tudo de novo! Amaria cegamente ao ponto de me esquecer de mim, me anular, como fiz, tendo como base uma cultura do dar, em que o principal objectivo é fazer feliz a pessoa com quem se compartilha tudo. Aliás, passados tantos anos, continuo a fazer cenas rídiculas como a de declarar publicamente “Je t’aime… J”.
É claro que durante todos estes anos de vida em comum, outros amores chegaram, se sobrepuseram e me tornaram na mãe galinha que não consigo deixar de ser.
Mas não pensem que tudo foram ou são rosas! Melhor, sempre me rodeei de rosas, sim, muitas rosas, mas com muitos espinhos, de vários tamanhos e feitios! Senti a carne e a alma rasgadas por eles. Por vezes seria mais cómodo baixar os braços perante tantas inquietações, pois que elas não matam… mas moem!
Mas o melhor, mesmo, é seguir em frente sem olhar muito para trás! Para quê sentir em excesso? Afinal, ontem foi dia de Karaoke e hoje ainda ando a cantarolar la la la la…!
E agora, como bem fez a Martinha, devo passar o testemunho…
Então, para quem ainda não respondeu a este desafio e lhe apeteça responder, aqui deixo o repto.
segunda-feira, dezembro 03, 2007
Ontem foi dia de Karaoke
Juncada de rosmaninho
Se o meu amor vier cedinho
Eu beijo as pedras do chão
Que ele pisar no caminho.
Há um degrau no meu leito
Que é feito p'ra ti somente
Meu amor sobe-o com jeito
Se o meu coração te sente
Fica-me aos saltos no peito.
Tenho o destino marcado
Desde a hora em que te vi
Ó meu cigano adorado
Viver abraçada ao fado
Morrer abraçada a ti.
quinta-feira, novembro 29, 2007
quinta-feira, novembro 22, 2007
Perdida
Morre tão jovem ante os deuses quanto
Morre! Tudo é tão pouco!
Nada se sabe, tudo se imagina.
Circunda-te de rosas, ama, bebe
E cala! O mais é nada.
Perco-me num mundo pronto a…:
Pronto-a-vestir, pronto-a-comer, pronto-a-consumir…
Consumir. Consumir-me!
Quem sou eu? Que faço aqui?!
Oh! Ilusão…
A vida é como uma rosa em botão,
Com tantos espinhos quanto de beleza!
Pois será uma vida de facilidades verdadeira vida?
As pedras do caminho, tantas vezes difíceis de ultrapassar, ajudam a rosa a crescer, a desabrochar.
Perco-me, sim! Tão cheia de coisas e permanentemente insaciada, tão cheia de nada!
Sinto-me incapaz de lutar contra o que não poderei mudar. Apenas o posso contornar.
Só tenho que agarrar a vida, o amor, com todas as forças que me assistirem.
Não passar pela vida sem a viver condignamente, mesmo que muitas coisas me sejam apresentadas de maneira diferente.
“E se um dia-hei de ser pó, cinza e nada,
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... para me encontrar...”
Carpe diem
sexta-feira, novembro 16, 2007
domingo, novembro 11, 2007
Cultura do Dar
Nada é só de alguém
Tudo o que tens é meu
E é tudo teu também
O meu dinheiro é teu
Sinto alegria em dar
O teu sorriso é meu
Sê livre e dá p’ra amar
Dá e tudo terás, o que tens não é só teu!
Dá e tudo terás, o que tens não é só teu!
Riqueza é ter p’ra dar
Riqueza é dar p’ra ter
Fortuna é dar o amor
Faz rico o teu viver
Olha o que não tem
O criador te dá
Partilha o que é demais
Mais ainda Ele te dará

Hoje foram os meninos da catequese que cantaram e encantaram. E tudo cânticos novos que aprenderam tão depressa e bem!
Quando a Eucaristia, assim participada, terminou... eles queriam mais! "Então mas já está a acabar?" perguntavam, "passou tão depressa".
Uma experiência a repetir, sem dúvida!
Meus queridos, para o próximo mês haverá mais!
quinta-feira, novembro 08, 2007
Opções radicais
Somos, com alguma frequência, assaltados por múltiplas solicitações. Propostas de felicidade. Algumas podem ser mesmo propostas radicais. Radicais porque não contemplam meias medidas. Não são mais-ou-menos.
Uma proposta é algo que podemos aceitar e fazer nossa, se nos parecer interessante. Ou então rejeitar, se não nos convir.
Na nossa vida sempre temos que fazer escolhas. Fazer opções decisivas, radicais.
Quando nos sentimos chamados a estas opções, devemos agir movidos pela nossa liberdade.
Mas a liberdade individual não deve ser fruto duma moral privada e subjectiva, confeccionada à medida e ao sabor de cada um.
Também nunca deve ser regulada pela consciência dos outros. Isso deixaria de ser liberdade para se tornar dependência, escravidão.
A liberdade só o é quando provém de nós e não dos outros. Não são os outros que nos tornam livres. Somos nós que tornamos livres os outros, quando sabemos usar a nossa liberdade.
E para que saibamos usar devidamente a liberdade temos que procurar formar bem a nossa consciência.
Uma consciência bem formada é meio caminho para boas opções, especialmente quando implicam radicalidade.
Será através da nossa consciência que conseguiremos discernir o que de facto convém.
“ Sei que posso fazer tudo,
Mas nem tudo me convém.
Tenho liberdade para viver
Minha vida, mal ou bem.
Sei que posso fazer tudo,
Mas nem tudo me convém.
O que escolho fazer hoje
Vou vivê-lo amanhã.”
(Sara Tavares – Escolhas)
segunda-feira, novembro 05, 2007
O amor acima de tudo
O amor. Sempre o amor!
Tema complexo, este!
E considero-o complexo porque este pode ser de três tipos (ou dimensões): o Eros, o Philia, e o Agape (do Grego).
Eros: o amor entre homem e mulher.
Philia: o amor de amizade.
Agape: o amor de Deus pelos homens.
Vou ater-me, por agora, ao terceiro tipo de amor: o Agape.
Este é o que somos chamados a nutrir por todos os que nos rodeiam (o nosso próximo).
O Agape pode englobar os outros tipos de amor ou não, e subdividir-se, ainda, em vários outros especiais, como o filial, o fraternal, o paternal, o maternal…
No geral, o termo “amor” aparece-nos hoje muito banalizado e até “coisificado”.
Ele é identificado mais com o conceito de Eros e confundido com “paixão”.
Como diz a canção dos “Cantabaía”:
“Ai, é o amor,
Ai, ai, ai é o amor,
É o amor!”
É lindo, só que não pode reduzir-se a isso!
Amar, mais do que dar, é dar-se!
Seja qual for o tipo de amor, se for verdadeiro, vale mesmo a pena vivê-lo!
Este enriquece mais quem o dá, do que quem o recebe!
Eu amo!
Sou feliz por isso!
sábado, novembro 03, 2007
Galinha!
Não confundas o amor com o delírio da posse, que acarreta os piores sofrimentos. Porque, contrariamente à opinião comum, o amor não faz sofrer. O instinto de propriedade, que é o contrário do amor, esse é que faz sofrer. (Antoine de Saint-Exupéry, in 'Cidadela')
Quem ama deixa livre o objecto do seu amor.
(É que, se eu não os deixasse livres, eles libertar-se-iam na mesma!)
quinta-feira, novembro 01, 2007
Je t'aime... J
I love you
Io ti amo
Te quiero
Eu amo-te
Há coisas que nunca mudam.
Em SMS ou escritas em paredes, estas palavras são de todos os tempos.
Um sentimento antigo e sempre actual que faz vibrar todo o nosso ser.
(Je t'aime moi non plus)
terça-feira, outubro 30, 2007
Para quê sentir em excesso?
Pessoas há que levam ao extremo a sua queda ou predilecção por um determinado clube.
A “camisola “ que se veste, às vezes, é muito pessoalisada, muito nossa. Só nossa!
E sentimos em nós próprios o que acontece ao nosso “clube”.
Quando sentimos demasiado, exageramos demasiado, sofremos demasiado.
Pensando bem, acho que devemos minimizar certas situações porque, afinal, os outros também sentem, também sofrem. E tantos, muito bem mais do que nós!
Isto fez-me pensar em como, na vida, tudo é tão relativo!
sexta-feira, outubro 26, 2007
Pensamentos...

O barco dos meus pensamentos
Traz consigo o teu sorriso
Desperta mil sentimentos
Faz-me ver como preciso
De te ter de novo aqui
A ânsia de te rever
O desejo de te abraçar
Leva-me sempre a sofrer
E tanto, tanto a pensar
Meu querido, só em ti
Eu bem procuro ocupar
O meu tempo noutro lado
Mas é que o teu lugar
Está tão vazio e marcado
Bem junto ao meu coração
Que agora para me alegrar
Para combater noites frias
Já comecei a contar
Um a um todos os dias
Que faltam para te abraçar
Para poder, enfim,
Ouvir sininhos tocar
Melodiosa canção
terça-feira, outubro 23, 2007
“Remar contra a maré”
Quem a Deus tem, nada lhe falta.
Nada te turbe, nada te espante.
Só Deus basta.”
(Santa Teresa de Ávila)
Ninguém está imune à onda de egoísmo que rola à nossa volta.
Depressa nos deixamos arrastar por ela, quando somos indiferentes ao sofrimento dos outros, quando não nos preocupamos com o bem comum, indo até à destruição do que é de todos…
É verdade que se conseguem, por vezes, alguns gestos de solidariedade, mas falta uma atitude constante.
Que fazer para inverter esta tendência?
- Ousar amar!
No entanto, o amor exige aceitação total do outro, doação sem limites…
Não é algo abstracto. Traduz-se em atitudes, palavras, gestos, tempo.
Tudo tão difícil no mundo de hoje.
Onde encontrar a força para esta ousadia, para contrariar a onda de materialismo que nos rodeia e que convida sobretudo ao comodismo e ao egoísmo?
- NAquele que é o Amor por Excelência. Uma fonte inesgotável: Deus.
Esta é uma descoberta maravilhosa. Deus ama-nos com um amor infinito, que podemos livremente aceitar e procurar retribuir.
Mas aí está um desafio ainda maior!
Não será ousado de mais?!
Quem ama a Deus, corre o risco de ser criticado por acolher e manifestar tal amor.
Em Jesus, nós podemos aprender a apoiar a nossa vida no amor de Deus.
NEle encontramos o alimento e a força para “remar contra a maré”.
segunda-feira, outubro 22, 2007
Reflexo

Gostaria de ser um lago límpido onde te visses reflectido…
Oh, se eu soubesse ser esse lago que reflectisse os teus raios!
Se pudesse ter a intensidade necessária a te reflectir…
Mas sou apenas um frágil reflexo
Saído de um frágil espelho
Que ao menor sopro se parte.
Como eu gostaria de ser teu espelho, Senhor!
Ajuda-me, meu Deus, a reflectir o teu rosto…
sexta-feira, outubro 19, 2007
Para J. P.
Quando me voltaste a ver, eu não estava só. Sentiste que o teu espaço tinha sido invadido.
Choraste. Alguém que não conhecias ocupara um lugar que pensavas só teu, que querias só teu!
Choraste. As tuas lágrimas cravaram-se em mim como punhais e senti uma dor que era a tua.
Chorei. As tuas lágrimas doíam-me na alma.
Ergui-te nos braços.
Quis dizer-te que não era assim…
Quis mostrar-te o que eras para mim…
Mas essa dor do tamanho do mundo abriu no meu peito um poço muito fundo e as minhas lágrimas confundiram-se com as tuas.
Aquele que vias pela primeira vez não te roubou o lugar no meu coração!
Ambos sois meus filhos.
Amo-te muito. Muito! Nunca duvides disso!
quarta-feira, outubro 17, 2007
Sufoco…
domingo, outubro 14, 2007
Para adivinhar
E com todas elas falo
Quando estou com quem me entenda
Por dar gosto não me calo
Tenho dez amigos certos
Com quem muito bem me dou
São eles que me procuram
Que eu procurá-los não vou
?
quarta-feira, outubro 10, 2007
Sonhos...

(O. Baouth - Campo de Margaridas)
Sonhei um campo de margaridas
Salpicado de papoilas coloridas.
Suave lembrança encantada
P’la inquietação transformada
Nas rosas do meu jardim
São saudades desmedidas
Retalhos de outras vidas
Que queria junto de mim
Apartar-me delas não posso
Não me consigo abstrair
São sonhos, são sofrimentos
São gemidos e lamentos
Dos quais não quero fugir
E dormindo vou sonhando
Pequenas felicidades
Acordada vou pensando
Apenas trivialidades
E ainda futilidades
Para me manter a sorrir.
segunda-feira, outubro 08, 2007
Sete coisas
É que já lá vão muitos anos e não me lembro de muita coisa…
Mas sempre vou responder ao que me lembro. Então aqui vai!
Sete brinquedos que nunca tive:
1. Uma bicicleta.
2. Nem sequer um triciclo.
3. Duas agulhas de tricot como devem ser (as que tive eram dois raios de bicicleta).
4. Um baloiço como deve ser, construído por alguém para mim.
5. Não me lembro...
6. Não me apetece pensar...
7. Não sei...
Sete lembranças vergonhosas de infância
1. Cantar para muita gente, mas dizer que só o fazia se me dessem dinheiro (mas não tive culpa… mandaram-me fazê-lo!)
2. Apoiar a cadeira só nas pernas de trás e cair, claro!
3. Apanhar tareia das colegas por ter sido egoísta e invejosa de uma coleguinha mais pequena, por achar que ela não merecia que lhe fizessem uma rodinha de madeira, só porque ela não tinha dado colaboração.
4. Ter vergonha de ir fazer um recado à outra sala de aula, ser obrigada a isso, bater à porta e quando a professora mandou entrar eu simplesmente não entrei, fiquei à espera que a viessem abrir, apanhando um raspanete.
5. Deixar toda a gente aflita à minha procura por ter adormecido na casa da eira à hora da sesta, só acordando depois de muito me chamarem por não saberem de mim.
6. Aprender a dançar agarrada a uma vassoura ao toque do rádio.
7. Quando tomava conta da mercearia dos pais, dar os rebuçados todos aos colegas, que me subornaram, e depois apanhar uma sova do pai.
Sete lembranças dolorosas de infância
1. Ter partido um alguidarinho de barro vidrado, tão lindo, que tinha ganho com tanto esforço a cantar umas cantigas num casamento, ao colocá-lo na cabeça da boneca a fazer de chapéu!
2. Nunca conseguir tirar a bola dos pés do primo, que era um rapaz já espigadote, que sabia fazer muitas habilidades com a bola e que me arreliava com isso.
3. Ter de mendigar muito ao irmão, que antes de mim tomava conta da mercearia, quando queria umas pastilhas elásticas.
4. Nunca sentir mimo da parte da mãe.
5. A perda dos avós, principalmente da avó paterna.
6. Apanhar umas bofetadas da professora por não responder errado a uma pergunta de matemática que eu tinha respondido certo. A professora é que estava errada, eu tinha absoluta certeza de que tinha respondido certo e teimei na minha resposta, então apanhei!
7. Terem-me mergulhado no mar à força, fazendo-me engolir uns pirolitos!
A mais dolorosa:
Ser exposta pelo pai a humilhação pública, ao prender-me com uma corda a uma oliveira, num domingo à tarde, à beira da estrada, por causa de ter feito um grande disparate - tirei dinheiro da gaveta da mercearia e comprei todos os selos, meus e dos meus colegas, que tinhamos trazido da escola para vender, de ajuda aos tuberculosos (SLAT).
Ah, ah!!! Mas agora vou-me vingar! Quero que respondam a este mesmo desafio o Quintarantino, o Tiago e a Marta! E não aceito desculpas, isso é que era bom! A mim também me custou muito!!!
:D
domingo, setembro 30, 2007
Ensina-me a viver
É tão mais fácil conviver
Com atenção ouvimos tua voz
Para podermos aprender
Ó Senhor dá-nos Tua graça e luz
Para podermos caminhar
E carregando esta nossa cruz
Fica mais fácil suportar
Senhor, ensina-me a viver,
a dar e a receber
de Ti o que eu mereço,
é tudo o que eu Te peço
para continuar
a poder caminhar
para a frente
Gostava de Te poder ter aqui
Tudo seria bem diferente
Dar-Te a mão e irmos por aí
Falar de Ti a toda a gente
Senhor, ensina-me a viver,
a dar e a receber
de Ti o que eu mereço,
é tudo o que eu Te peço
para continuar
a poder caminhar
para a frente
(Oh, Senhor) dá-me a Tua mão,
que eu nunca diga não
Tu és a minha luz,
és Tu quem me conduz
até à eternidade
com toda a liberdade
para sempre... Oh, Senhor!
(música original - Barclay James Harvest)
(acordes)
Partilhas maiores
-
Linda noite de Natal Noite de grande alegria Caminhava S. José Mais a sagrada Maria Linda noite, linda noite Linda noite de N...
-
Um dia em cheio para os grupos de catequese, de jovens e escuteiros de três paróquias vizinhas que se juntaram ao apelo do mesmo pároco. O ...
-
Onde as palavras falham, a música fala. (Hans Christian Andersen) Emmanuel - Vídeo no Youtube Emmanuel - Hino JMJ Roma 2000
-
"O monge Dionísio 'Exiguus' identificou a Anunciação de Gabriel à Virgem e a Encarnação de Cristo no ventre da Santíssima Vir...
-
Tu me chamas sobre as águas Onde os meus pés podem falhar E ali Te encontro no mistério No mar profundo Aguento em fé E pelo Teu nome...





