segunda-feira, agosto 26, 2019

Vai um pouco de lamechice!

Meu menino
Meu amor
Meu bocadinho de mim
Amo-te com muito carinho
És a luz do meu olhar
Alguém que me faz pensar
Que o amanhã virá risonho
Que a vida não é um sonho
Mas algo para se cuidar

Vive-a com alegria
Ao calor ou a gear
Não deixes que nada perturbe
Os teus olhos verdes de mar

Sei que nem sempre te digo
O que querias ouvir
Sabe que é mesmo assim
Que o que és para mim
Não o é como um amigo
É muito, mas muito mais
És um menino querido
És um filho muito amado
Que, tal como os teus irmão e irmã,
Faz a delícia dos pais

(Para T.J. 30/04/2007)

terça-feira, agosto 20, 2019

segunda-feira, agosto 19, 2019

Senhor!

Hoje perdi-me
num campo de trigo.
Chorei de medo
no meio de restolhos gigantescos.
Eles, porém, compreenderam
aquela pequena fraqueza.
"Chora pois - disseram-me -
é melhor chorar
do que ficar com um nó na garganta".

Senhor,
ajuda aqueles
que não são capazes
de se encontrar a si próprios.

in: Um rato fala com Deus - Angela Toigo

domingo, agosto 04, 2019

Não tenho culpa de ser um caso raro


(clicar em cima da letra para ler e ver os acordes)

sábado, agosto 03, 2019

SE CRÊS EM DEUS

Se crês em Deus,
Se acreditas que Ele há de voltar.
Segue o caminho que Jesus nos veio ensinar,
Então verás que a vida se pode tornar melhor.

Cantarei, cantarei,
O que Deus nos veio ensinar.
Que a maneira de chegar ao céu
É amar, é amar,
É amar, é amar
O pobre, o rico e o pecador
E tudo o que nesta vida é querido
Do Senhor.

Se Deus quiser
Hei-de deixar de pensar em mim,
E então vou dar tempo ao tempo para o adorar
Serei feliz e comigo será todo o que cantar.

Se crês em Deus mp3



sexta-feira, agosto 02, 2019

quinta-feira, agosto 01, 2019

Sei-te de cor

Sei de cor
cada traço do teu rosto, do teu olhar
cada sombra da tua voz e cada silêncio,
cada gesto que tu faças,
meu amor sei-te de cor.

Sei cada capricho teu e o que não dizes
ou preferes calar, deixa-me adivinhar
não digas que o louco sou eu
se for tanto melhor
amor sei-te de cor.

Sei porque becos te escondes,
sei ao pormenor o teu melhor e o pior
sei de ti mais do que queria,
numa palavra diria
sei-te de cor.

Sei cada capricho teu e o que não dizes
ou preferes calar, deixa-me adivinhar
não digas que o louco sou eu
se for tanto melhor
amor sei-te de cor.

Sei de cor
cada traço do teu rosto, do teu olhar
cada sombra da tua voz e cada silêncio,
cada gesto que tu faças
meu amor sei-te de cor.

(Sei-te de Cor - Paulo Gonzo)


quarta-feira, julho 31, 2019

terça-feira, julho 02, 2019

Como é que acordou hoje o teu coração?

"Como é que acordou hoje o teu coração?", perguntava o agricultor ao jovem da cidade que tinha chegado à montanha para partilhar a vida simples e pura do camponês. E o “coração do jovem” não sabia responder. Isto durante alguns dias, até que o jovem, ao despertar, punha-se a escutar o seu coração em silêncio. Nos últimos dias da sua experiência na paz e no silêncio da montanha, o jovem já tinha descoberto que tinha coração; tinha tocado o seu coração; tinha aprendido a olhar e a observar no profundo do seu coração. Ao deixar a montanha, o jovem perguntou ao camponês: “Meu irmão, como é que acordou hoje o teu coração?” E o agricultor, abraçando-o sinceramente, disse-lhe: “Hoje acordou bem; amanhã não sei. Durante este dia que Deus me oferece, vigiarei o meu coração e o manterei desperto, para que, quando chegue a noite, mantenha acesa a luz da fé e arda perante o Deus do silêncio e do profundo”.

O coração é o que de mais bonito e delicado habita em ti. É como a raiz da vida. É como o leito do rio.
Se o coração está vivo, todo o ser será luminoso e transparente.
Se o coração está a dormir, todo o ser estará apagado, será indiferente e cinzento.
Se o coração está morto, todo o ser será como as folhas do Outono que a chuva molha e que o vento leva.
Se o coração é puro, todo o ser será límpido e refrescante.
Se o coração sente e ama, todo o ser estará disposto a ajudar, a abraçar, a encontrar-se.
Se o coração está cheio de sementes de paz e bem, todo o ser será uma primavera radiante e um verão carregado de frutos.
Se o coração está cheio de Deus, todo o ser será uma festa contínua.

E o meu coração, como é que acordou hoje?

(Desconheço o autor)
In:
Topas?

domingo, junho 30, 2019

A VIDA É...




"A vida é uma oportunidade, aproveita-a;

A vida é beleza, admira-a;

A vida é felicidade, degusta-a;

A vida é um sonho, torna-o realidade;

A vida é um desafio, enfrenta-o;

A vida é um dever, cumpre-o;

A vida é um jogo, joga-o;

A vida é preciosa, cuida dela;

A vida é uma riqueza, conserva-a;

A vida é amor, frui-o;

A vida é um mistério, descobre-o;

A vida é promessa, cumpre-a;

A vida é tristeza, supera-a;

A vida é um hino, canta-o;

A vida é uma luta, aceita-a;

A vida é aventura, realiza-a;

A vida é alegria, merece-a;

A vida é vida, defende-a..."

(Autoria atribuída a Santa Teresa de Calcutá)

(Repescado)

Alicerça-te


«Todo aquele que escuta estas minhas palavras e as põe em prática é como o homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha.
Caiu a chuva, engrossaram os rios, sopraram os ventos contra aquela casa; mas não caiu, porque estava fundada sobre a rocha.

Porém, todo aquele que escuta estas minhas palavras e não as põe em prática poderá comparar-se ao insensato que edificou a sua casa sobre a areia.
Caiu a chuva, engrossaram os rios, sopraram os ventos contra aquela casa; ela desmoronou-se, e grande foi a sua ruína.» (Mt. 7,24-27)


A vida é uma construção, vais-te construindo aos poucos. 

De onde vem a solidez da tua vida? 

A forma como tenho resistido aos ventos e às chuvas da vida indica o terreno onde tenho construído a minha vida.  

Pergunto-me, honestamente, quais são os alicerces em que assento a minha vida? 

Quantas vezes não experienciámos já a construção na areia? As más escolhas que nos levaram a más experiências?

"Senhor, tantas vezes que construímos a nossa casa sobre as areias do mundo. E as areias do mundo escorrem-nos por entre os dedos, e perdem-se para sempre. Ajuda-nos, Senhor, a construir sobre a rocha que Tu és, para que fazendo da nossa casa, tua habitação, ela seja para sempre. Ámen."

 "O Senhor foi o meu alto retiro; e o meu Deus a ROCHA em que me refugiei" (Salmo 94,22).

 "Vinde, cantemos ao Senhor: cantemos com júbilo à ROCHA da nossa salvação" (Salmo 95,1).


Alicerça-te, pois só assim se pode dizer:

Caiu a chuva, vieram as torrentes, sopraram os ventos... mas aquela casa não caiu. (Mateus 7, 21.24-27)


sábado, junho 29, 2019

Deixa o mundo girar

Quantas vezes vais olhar para trás
Estás preso a um passado que pesou
Quantas vezes vais ser tu capaz
De fazer sair quem por engano entrou

Abre a tua porta
Não tenhas medo
Tens o mundo inteiro
À espera para entrar
De sorriso no rosto
Talvez o segredo
Alguém que te quer falar

Olha em frente e diz-me aquilo que vês
Reflexos de quem conheces bem
Ouve essa voz, é a tua voz
Dá-lhe atenção e a razão que tens

Abre a tua porta
Não tenhas medo
Tens o mundo inteiro
À espera para entrar
De sorriso no rosto
Talvez o segredo
Alguém que te quer falar

Deixa o mundo girar para o lado que quer
Não o podes parar nem tens nada a perder
Estás de passagem
Não o leves a mal se te manda avançar
Talvez seja um sinal de que não podes parar
Estás de passagem

Vai aonde queres
Sê quem tu quiseres
Estende a tua mão
A quem vier por bem

Abre a tua porta
Não tenhas medo
Tens o mundo inteiro
À espera para entrar
De sorriso no rosto
Talvez o segredo
Alguém que te quer falar

Deixa o mundo girar para o lado que quer
Não o podes parar nem tens nada a perder
Estás de passagem
Não o leves a mal se te manda avançar
Talvez seja um sinal de que não podes parar
Estás de passagem

Deixa o mundo girar para o lado que quer
Não o podes parar nem tens nada a perder
Estás de passagem
Não o leves a mal se te manda avançar
Talvez seja um sinal de que não podes parar
Estás de passagem

Só de passagem
Estou de passagem
Para outro lugar



"Quantas vezes vais olhar para trás..." Fa Lam (4x)
"Abre a tua porta..." Rem, Lam Sib (2x)
"Deixa o mundo girar..." Fa Lam Do Fa (2X) etc...

(Polo Norte - Deixa o mundo girar)



sábado, junho 08, 2019

sábado, junho 01, 2019

Bom dia, Senhor!


Eu hoje acordei com meus lábios a cantar (re- mi- re- la-)
A alegria no coração e o amor a transbordar (mi- fa sol)
E quero, por isso dizer-Te (la- re- mi- sol)

Bom dia, Senhor, bom dia, Senhor
(do fa)
Novo dia já nasceu (do sol)
Bom dia, Senhor, bom dia, Senhor (do fa)
É dia, amanheceu (do sol do)

A noite já passou, sei que velaste por mim
Lá fora o frio, cá dentro o calor
Me falam de ti, ó Senhor

(desconheço o autor)


quinta-feira, abril 18, 2019

No Quinto Mistério Luminoso contemplamos a Instituição da Eucaristia.


“Mistério de luz é, enfim, a instituição da Eucaristia, na qual Cristo Se faz alimento com o seu Corpo e o seu Sangue sob os sinais do pão e do vinho, testemunhando «até ao extremo» o seu amor pela humanidade (Jo 13, 1), por cuja salvação Se oferecerá em sacrifício.”


Na Quinta-feira Santa, na última ceia,  Jesus Cristo instituiu a Eucaristia. Na noite em que ia ser entregue, ofereceu a Deus o seu Corpo e o seu Sangue, sob as espécies do Pão e do Vinho, e entregou-os aos seus discípulos: "tomai todos e comei... e bebei; fazei isto, sempre, em memória de mim." (cf: 1 Cor.11, 23-25)


sexta-feira, março 08, 2019

Palavras em tempo de pedras


"Quando as pedras frias
caem brancas e torcidas
sobre as palavras imperiais,
mordendo-lhes as raízes
como se fossem o contrário do que são,
fecham-nos a alma e ficamos sem saber
se as asas se quebram ou
se ficamos de pé à espera das próximas pedras."
(José Maria Brito Sj https://www.facebook.com/zemariasj


A natureza humana é tal que os pensamentos lutam para serem expressos em palavras faladas, e palavras faladas procuram se realizar através de acções – muitas vezes por caminhos tortuosos, que a pessoa que originalmente pronunciou as palavras não desejava nem previa.


Pedras? Não guardo nenhuma. Os castelos ganham imensa humidade.



quinta-feira, dezembro 27, 2018

O Amor, esse bicho papão


«O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato. O amor comeu minha certidão de idade, minha genealogia, meu endereço. O amor comeu meus cartões de visita. O amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome.

O amor comeu minhas roupas, meus lenços, minhas camisas. O amor comeu metros e metros de gravatas. O amor comeu a medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus. O amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos.

O amor comeu meus remédios, minhas receitas médicas, minhas dietas. Comeu minhas aspirinas, minhas ondas-curtas, meus raios-X. Comeu meus testes mentais, meus exames de urina.

O amor comeu na estante todos os meus livros de poesia. Comeu em meus livros de prosa as citações em verso. Comeu no dicionário as palavras que poderiam se juntar em versos.

Faminto, o amor devorou os utensílios de meu uso: pente, navalha, escovas, tesouras de unhas, canivete. Faminto ainda, o amor devorou o uso de meus utensílios: meus banhos frios, a ópera cantada no banheiro, o aquecedor de água de fogo morto mas que parecia uma usina.

O amor comeu as frutas postas sobre a mesa. Bebeu a água dos copos e das quartinhas. Comeu o pão de propósito escondido. Bebeu as lágrimas dos olhos que, ninguém o sabia, estavam cheios de água.

O amor voltou para comer os papéis onde irrefletidamente eu tornara a escrever meu nome.

O amor roeu minha infância, de dedos sujos de tinta, cabelo caindo nos olhos, botinas nunca engraxadas. O amor roeu o menino esquivo, sempre nos cantos, e que riscava os livros, mordia o lápis, andava na rua chutando pedras. Roeu as conversas, junto à bomba de gasolina do largo, com os primos que tudo sabiam sobre passarinhos, sobre uma mulher, sobre marcas de automóvel.

O amor comeu meu Estado e minha cidade. Drenou a água morta dos mangues, aboliu a maré. Comeu os mangues crespos e de folhas duras, comeu o verde ácido das plantas de cana cobrindo os morros regulares, cortados pelas barreiras vermelhas, pelo trenzinho preto, pelas chaminés. Comeu o cheiro de cana cortada e o cheiro de maresia. Comeu até essas coisas de que eu desesperava por não saber falar delas em verso.

O amor comeu até os dias ainda não anunciados nas folhinhas. Comeu os minutos de adiantamento de meu relógio, os anos que as linhas de minha mão asseguravam. Comeu o futuro grande atleta, o futuro grande poeta. Comeu as futuras viagens em volta da terra, as futuras estantes em volta da sala.

O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu dia e minha noite. Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte.»

  (João Cabral de Melo Neto (09.01.1920 / 09.10.1999), Os Três Mal-Amados, falas da personagem Joaquim)


  A minha leitura:
 O texto é formado por imagens poéticas que revelam um apego aos seus bens – materiais, certezas, memórias, preocupações... –, que passou a desapego a partir do momento em que o amor entrou em cena; aí deixou de haver apego a tudo isso para só o amor fazer sentido. O amor vem perturbar toda a vida de quem ama.

 O amor comeu tudo aquilo a que eu chamava meu. Porque isso não era amor, mas egoísmo. Quem ama deixa de chamar seu ao que é seu, para dividir com os outros. Só assim se ama, deixando que o amor tome o que é meu para repartir com os demais. Só assim o amor se multiplica, se soma, se dá e se tem.  

  Se amo deixo de ser eu para ser tu, para ser nós.
 Se amo, aquilo que para mim é um bem fica para segundo plano, já não me apego a isso; mas também as minhas dores ficam suavizadas porque não ponho aí o meu foco, e, porventura, porque também recebo amor. O meu foco, ou objecto do meu amor, deixa de ser eu próprio para ser o outro a quem me dedico.

Já entre as primeiras comunidades cristãs ninguém chamava seu ao que lhe pertencia, mas tudo entre eles era comum. Havia "um só coração e uma só alma” (Act 4, 32). Era o Amor que reinava, que os unia, de modo que não havia necessitados entre eles, porque tudo o que tinham o punham em comum.

Parece tão simples!
Então porque há tanto desamor no mundo?
E porque há tanta gente que não ama... e gente que não (se) deixa amar?


[A todos desejo um Bom Ano de 2019, sobretudo repleto do "bichinho" do Amor! 
 Pois onde rói o "bichinho" do amor na vida entra calor. 
 E, acredito, muito de bom virá por acréscimo. ]


terça-feira, dezembro 25, 2018

Glória a Deus nas alturas!





Glória a Deus nas alturas!

E na terra aos homens Paz, Amor, Harmonia, Humildade, Luz!





sábado, agosto 25, 2018

Livre-se dos lixos!

A Lei do Camião do Lixo: Uma história para reflectir.

«Certo dia apanhei um táxi para o aeroporto.
Seguíamos na faixa correcta, quando, de repente, um carro preto saiu do estacionamento e se mandou à estrada na nossa frente.
O taxista travou bruscamente, deslizou e escapou de bater no outro carro. Foi por um triz!
E o motorista do outro carro ainda sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós nervosamente.
Mas o taxista apenas sorriu e acenou-lhe, fazendo um sinal positivo. E fê-lo de maneira bastante amigável.

Indignado perguntei-lhe: 'Porque é que fez isso? Aquele sujeito quase nos batia e, por pouco, nos mandava para o hospital!'
Então o motorista do táxi ensinou-me aquilo que eu agora chamo "A Lei do Camião do Lixo."
Explicou-me que muitas pessoas são como camiões do lixo. Andam por aí carregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva, traumas e desilusões. À medida que as suas pilhas de lixo crescem, elas precisam dum lugar para descarregar, e, às vezes, descarregam sobre nós.

Nunca leve isso a peito. Não é o seu problema! É o dele!
Simplesmente sorria, acene, deseje-lhes sempre o bem, e siga em frente. Não fique com o lixo dessas pessoas, nem o espalhe sobre outras pessoas no trabalho, em casa, ou nas ruas.
Fique tranquilo... respire fundo e deixe a “pessoa do lixo” passar.

O princípio que se retira disto é que, "pessoas felizes não deixam os camiões do lixo estragarem o seu dia."

A vida é muito curta, não transporte lixo consigo! Limpe os maus sentimentos, os aborrecimentos do trabalho, as picuinhices pessoais, os ódios e as frustrações.

Ame todas as pessoas, tratando-as bem: as que o(a) tratam bem e as que não o fazem.»

(Desconheço o autor)

Acho que esta história faz cada vez mais sentido no nosso pequeno mundo à nossa volta e no mundo global que nos entra janelas adentro. Mundos pejados de intolerâncias e de desamor, que nos vão corrompendo sem darmos conta -- a história refere ainda que "a vida é dez por cento daquilo que fazemos dela, e noventa por cento da maneira como a recebemos!"
Não nos deixemos, pois, conspurcar pela porcaria que os "camiões do lixo" ousam descarregar para cima de nós. Desviemo-nos das investidas, vistamos "roupagens" que não absorvam esses lixos, tomemos "banho" regularmente.

segunda-feira, junho 25, 2018

O Blogger sempre a surpreender-nos

Eis que, da noite para o dia, deixas de receber as notificações dos comentários do blogue comodamente no email como habitualmente.

Pensas que algo se passará com as tuas definições e vais procurar... 
O email está lá marcado. Então, pensas que deve ter que ver com as novas políticas de privacidade e tentas adaptar-te à situação.

Mas como nada nunca mais foi como antes, isso começa a chatear-te: qualquer dia acabo por deixar mesmo este mundo virtual, qual jardim abandonado a criar ervas daninhas!...

Contudo não te conformas. Apesar de nem sempre passeares pelos jardins que plantaste com carinho, gostas de passar por lá e vê-los, ao menos, um pouco cuidados,  regados, adubados.

Voltas às definições e salta-te à vista uma coisa nova: 
"O endereço de email introduzido neste campo será convidado por email, e terá 14 dias para aceitar o convite para poder receber notificações."
Alto aí!, vamos experimentar isto: retiras o email que lá tinhas colado anteriormente, deixas vazio e guardas as definições. De seguida, escreves novamente o email e voltas a guardar.
E vês que parece ter funcionado quando recebes uma notificação no email: "Foi convidado a receber notificações por email em xx.xxxx@gmail.com quando for necessário moderar novos comentários no blogue XXXXXX.
Clique no link Subscrever abaixo para aceitar este convite. Se não pretender receber estas notificações por email, pode ignorar esta mensagem ou clicar no link Recusar abaixo.
Se pretender deixar de receber notificações por email relativas à moderação de comentários deste blogue, pode clicar no link de exclusão aqui ou em qualquer um dos emails de notificação.
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Agora resta receber comentários para ver se funciona ou não.

Fica a dica para quem estiver interessado.



(Clicar nas imagens para ver em ponto maior)


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