12/07/2026

A semente do Reino

«A nossa participação regular na Eucaristia é fundamental, para que muitos não fiquem arredados do essencial da vida de fé e da experiência autêntica da vida cristã. Tal como precisamos de alimentar-nos regularmente, igualmente a fé, para ser verdadeira, precisa do alimento fundamental.

Celebramos a liturgia do XV Domingo Comum, que nos convida a viver a importância da Palavra de Deus, para alimento da nossa fé. Tal como a chuva, ao cair sobre a terra, produz o seu fruto, assim a Palavra que sai da boca de Deus, lembra a 1ª leitura. É nosso dever preparar a terra do nosso coração, para frutificar. Mas é o Espírito que opera a renovação, pela libertação do nosso corpo, lembra a carta os Romanos. Por isso, Jesus quer continuar a lançar a semente do Reino, no terreno do nosso coração. É nosso dever prepará-lo para frutificar.

"Senhor nosso Deus, que mostrais aos errantes a luz da vossa verdade para poderem voltar ao bom caminho, concedei a quantos se declaram cristãos que, rejeitando tudo o que é indigno deste nome, sigam fielmente as exigências da sua fé. Por NSJC…" (Oração da colecta do XV Domingo Comum)

Declarar-se cristão não se faz apenas por palavras, mas leva ao compromisso de ser outro Cristo e a praticar as exigências da fé. É essa graça que pedimos na Eucaristia de hoje.

"E aquele que recebeu a palavra em boa terra é o que ouve a palavra e a compreende". (Mt. 13, 1-23)

A Palavra é eficaz: cumpre o que anuncia. Mas dará fruto mais abundante, pela nossa resposta, preparando o terreno do nosso coração. Na oração, o Espírto Santo vem ajudar-nos.»

(Pe.Armando Duarte, partilha/reflexão para a semana que segue ao XV Domingo Comum, ano A)


Podem vir a propósito, as palavras do Pe. António Vieira, no Sermão da Sexagésima:

"A pregação que frutifica, a pregação que aproveita, não é aquela que dá gosto ao ouvinte, é aquela que lhe dá pena.
Quando o ouvinte a cada palavra do pregador treme; quando cada palavra do pregador é um torcedor para o coração do ouvinte; quando o ouvinte vai do sermão para casa confuso e atónito, sem saber parte de si, então é a pregação qual convém, então se pode esperar que faça fruto: Et fructum afferunt in patientia.

Enfim, para que os pregadores saibam como hão-de pregar e os ouvintes a quem hão-de ouvir, acabo com um exemplo do nosso Reino, e quase dos nossos tempos. Pregavam em Coimbra dois famosos pregadores, ambos bem conhecidos por seus escritos; não os nomeio, porque os hei-de desigualar. Altercou-se entre alguns doutores da Universidade qual dos dois fosse maior pregador; e como não há juízo sem inclinação, uns diziam este, outros aquele. Mas um lente, que entre os mais tinha maior autoridade, concluiu desta maneira: “Entre dois sujeitos tão grandes não me atrevo a interpor juízo; só direi uma diferença, que sempre experimento: quando ouço um, saio do sermão muito contente do pregador; quando ouço outro, saio muito descontente de mim.” 

Um Reino Semeado na Terra

"A semente é a Palavra de Deus e o semeador é Cristo;
quem O encontrar permanecerá para sempre."

cantemos com o Salmo para o XV Domingo do Tempo Comum, ano A

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 64 (65):
 A semente caiu em boa terra e deu muito fruto

Visitastes a terra e a regastes,
enchendo-a de fertilidade.
As fontes do céu transbordam em água
e fazeis brotar o trigo.

Assim preparais a terra;
regais os seus sulcos e aplanais as leivas,
Vós a inundais de chuva
e abençoais as sementes.

Coroastes o ano com os vossos benefícios,
por onde passastes brotou a abundância.
Vicejam as pastagens do deserto
e os outeiros vestem-se de festa.

Os prados cobrem-se de rebanhos
e os vales enchem-se de trigo.
Tudo canta e grita de alegria.
partitura
ouvir (outra variante da letra)
...........



(Mensagem para o XI Domingo do Tempo Comum, ano B)

Eucaristia e Igreja nascem da ressurreição


«No 5.º Domingo de Páscoa, sempre com o apoio da Palavra de Deus na Eucaristia dominical, aludimos ao tema da Igreja.

 E voltamos a reflecti-lo, pois a liturgia assim nos deixa esse convite. Demo-nos conta de que a Igreja é o melhor fruto da ressurreição do Senhor, e nos ajudará a perceber se a nossa fé é ou não consistente. Isto é: porque a nossa fé é a fé da Igreja, necessitamos, em cada domingo, testemunhá-lo, com a nossa participação na Eucaristia. Torna-se assim evidente que muitos baptizados necessitam corrigir o seu comportamento, para poderem comprovar a maturidade da sua fé com mais coerência e autenticidade. Naturalmente é o que justifica esta partilha semanal, para ajudar a aprofundar “o centro e o cume da vida cristã”.

No 6º domingo da Páscoa somos convidados a descobrir a presença discreta da ressurreição de Cristo, na caminhada histórica da Igreja. Ele que prometeu não nos “deixar órfãos”. 
Com a adesão à Palavra de Deus que os Apóstolos transmitiam, ia crescendo o número dos discípulos, mesmo em terreno em que Cristo tinha tido dificuldades, e davam continuidade aos sinais que Jesus prometeu aos seus, na sua missão evangelizadora. Assim o manifesta logo a 1ª leitura. Mesmo no meio de adversidades, os discípulos devem dar testemunho da esperança, lembra a 2ª leitura. Mas Jesus acompanha a Igreja, com o Defensor ou Paráclito, e a conduz à verdade.

"Deus todo poderoso, concedei-nos a graça de viver dignamente estes dias de alegria, em honra de Cristo ressuscitado, de modo que a nossa vida corresponda sempre aos mistérios que celebramos. Por NSJC…"      (Oração de colecta do VI domingo da Páscoa)

Viver a ressurreição de Cristo é participar no mistério central da nossa fé. Por isso deve levar-nos a experimentar profunda alegria, a graça que pedimos nesta Eucaristia.

"Não vos deixarei órfãos: voltarei para junto de vós" (Jo. 14, 15-21)

O Paráclito, o Defensor, é o Espírito Santo que continua a obra de Jesus no meio de nós. Assim cumpre a sua promessa; não nos abandona; está sempre connosco. Abramo-nos para Ele, que nos consola, nos edifica, nos protege. 
(Pe.Armando Duarte, partilha/reflexão para a semana que segue ao VI Domingo do Tempo Páscal, ano A)

07/07/2026

Contradições

No Sermão da Montanha (Mt 5, 3-12) Jesus ensina-nos as Bem-aventuranças: 
 * Bem aventurados (felizes) os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus. 
* Bem aventurados os que choram, porque serão consolados. 
* Bem aventurados os mansos, porque herdarão a terra. 
* Bem aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. 
* Bem aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. 
* Bem aventurados os puros de coração, porque verão a Deus. 
* Bem aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. 
* Bem aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça, porque deles é o Reino dos Céus. 
* Bem aventurados sereis, quando vos insultarem, vos perseguirem, e disserem, falsamente, toda a espécie de mal contra vós por causa de mim. Alegrai-vos e exultai porque será grande no Céu a vossa recompensa. 

  A sociedade ocidental deste princípio de século XXI também nos ensina bem-aventuranças: 
 » Felizes os que promovem a guerra e a discórdia, porque fazem fortuna com a desgraça alheia. 
» Felizes os que insultam, caluniam e sobre o nome dos outros lançam lama, porque jamais serão responsabilizados. 
» Felizes os ricos, porque nada lhes falta. 
» Felizes os que roubam, fogem aos impostos e não declaram os seus rendimentos, porque jamais serão punidos. 
» Felizes os maldosos e os mentirosos, porque semeiam a confusão e escapam sempre. 
» Felizes os que comem e bebem em excesso, porque aproveitam a vida. 
» Felizes os que perseguem e maltratam, porque são donos e senhores do mundo. 
» Felizes os que exploram, porque alcançam os seus objectivos. 
» Felizes os agressivos e os brigões, porque a eles ninguém incomoda. 
» Felizes os que possuem um título académico, porque todos os respeitam. 
» Felizes os que são importantes e famosos, porque todos os admiram. 
» Felizes os que matam, porque sabem defender-se. 
» Felizes os que seguem todos estes preceitos de modo exemplar, porque revelam um profundo desrespeito pela vida.

No Evangelho de Lc 6,17.20-26 Jesus continua:
- Ai de vós, que agora estais saciados, porque haveis de ter fome. 
- Ai de vós, que rides agora, porque haveis de entristecer-vos e chorar. 
- Ai de vós, quando todos os homens vos elogiarem.


06/07/2026

Revelação aos pequeninos

«No XIV Domingo Comum, em que a Palavra de Deus faz um convite à humildade e à pequenez (espiritualmente), pois os arrogantes, vaidosos e autosuficientes, não são capazes de perceber, pois que estão cheios de si, Deus revela-se aos simples e humildes.

Senhor nosso Deus, que, pela humilhação do vosso Filho, levantastes o  mundo decaído, dai aos vossos fiéis uma santa alegria, para que, livres da escravidão do pecado, possam chegar à felicidade eterna. Por NSJC…  (Oração de colecta do XIV Domingo Comum)

"Vinde a Mim… e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração". (Mt. 11, 25-30)»

(Pe.Armando Duarte, partilha/reflexão para a semana que segue ao XIV Domingo Comum, ano A)

 
 Comentário/reflexão do padre Manuel Barbosa, scj, para o 14.º Domingo do Tempo Comum - Ano A.

29/06/2026

Escola de discipulado

«O assunto, apresentado em título, procura ajudar a entender o sentido da liturgia da Palavra da Eucaristia deste domingo. Bom seria que todos procurem esse aprofundamento, e se esforcem por procurar corresponder, porque Jesus bem nos diz quem "não é digno de Mim".

Numa refeição, temos uma variedade de alimentos e de bebidas, que a tornarão, não apenas mais agradável, mas indispensável para o fortalecimento das nossas forças, renovação das energias, crescimento e sustento do nosso corpo. Na Eucaristia buscamos o apoio indispensável, que Cristo nos oferece, desde a sua instituição na última Ceia. Como será possível haver baptizados, que a põem de lado, e são capazes de passar o domingo sem ela? Os mártires da Abitínia (norte de África), no séc.I, diziam: "Sine Dominico no possumus!" Mesmo sendo uma frase em latim, todos entendemos que não eram capazes de passar o domingo sem a Eucaristia. Torna-te também um apóstolo da Eucaristia. Não podemos viver sem ela.

Além de três leituras e de um salmo, nas Missas solenes, somos ainda alimentados por vários cânticos, bem como pela riqueza de outros momentos, e da oração eucarística, que nos proporcionam um alimento substancial e indispensável para a fé. Por isso é uma refeição sagrada e imprescindível, e que nos prepara para o banquete do fim dos tempos. Com discípulos de Jesus, alimentemo-nos com a sua Palavra, para termos a sua Vida, e sermos suas testemunhas. N’Ele, temos uma vida plena, segui-lO-emos, e partilhá-lO-emos aos outros.

"Senhor nosso Deus, que, pela graça da adopção nos tornastes fillhos da luz, não permitais que sejamos envolvidos pelas trevas do erro, mas permaneçamos sempre no esplendor da verdade. Por NSJC…" (Oração da colecta do XIII Domingo comum)

"Filhos da luz"…, que grande graça! Por isso, abandonamos as obras das trevas, do pecado e da vida velha. O mundo, e a sociedade de hoje, convidam as pessoas a procurar ser estrelas, a brilhar diante dos outros. Mas, afinal, pela graça de sermos e vivermos como filhos de Deus, pedimos a bênção de continuar no esplendor do Senhor, da verdade e da vida!

"Quem vos recebe, a Mim recebe, e quem Me recebe, recebe Aquele que Me enviou". (Mt. 10, 37-42)

Como discípulos de Jesus, somos chamados e enviados, em missão. Assumamos essa consciência na partilha da vida, no anúncio de Jesus, no serviço aos mais necessitados. Por isso rezamos esta Palavra, para nos sentirmos enviados por Jesus. Dar um copo de água fresca, não ficará sem recompensa! Há duas semanas rezávamos: "recebestes de graça, dai de graça"!»
(Pe.Armando Duarte, partilha/reflexão para a semana que segue ao XIII Domingo Comum, ano A)

21/06/2026

Não tenhais medo dos homens

Chega o Verão, a lembrar as férias, mas como referimos anteriormente, não há férias para Deus, para a oração, para a Eucaristia, de modo a não perdermos o horizonte duma vida que aspira à eternidade e à glória. (...)

Precisamos de quem anuncie caminhos de vida, para não andarmos desorientados e perdidos, como facilmente verificamos no seio da sociedade actual. Como discípulos de Jesus, queremos segui-l’O e testemunhá-l’O, com a mais feliz concretização dum horizonte rasgado, que nos faça avançar pelos critérios do Reino.

A Palavra que o Senhor nos dirige, na celebração do XII Domingo do Tempo Comum, alerta-nos para alguns obstáculos e dificuldades, que precsamos de vencer. Para isso, necessitamos de fortalecer a nossa fé na caminhada, pois o Senhor Jesus nos assiste e acompanha, para termos um testemunho coerente, a experimentar e anunciar a Sua salvação.

Como o profeta, confiemos em Deus e anunciemo-lo. Como S. Paulo nos pede, sejamos fiéis ao projecto de Deus, para que a Sua graça seja concedida com abundância a muitos. Jesus envia os discípulos, e assiste-os na sua caminhada, como nos interpela no evangelho.

"Senhor, fazei-nos viver a cada instante no temor e no amor do vosso santo nome, porque nunca a vossa providência abandona aqueles que formais solidamente no vosso amor. Por NSJC…" (Oração de colecta do XII Domingo comum)

Esta oração é um convite à confiança na providência divina, pois Deus sempre assiste os que se entreguem e abandonem ao seu amor. Façamos essa experiência de fé.

"Não tenhais medo dos homens" (Mt. 10, 26)

No evangelho de hoje, Jesus pede-nos várias vezes a não termos medo dos homens, no testemunho que devemos dar da Palavra de Deus; o que escutamos ao ouvido devemos proclamar sobre os telhados. Devemos declararmo-nos por Ele diante dos outros, para que Ele também se declare por nós diante do Pai. Por isso, rezemos esta Palavra.»
(Pe.Armando Duarte, partilha/reflexão para a semana que segue ao XII Domingo Comum, ano A)

Para dar confiança àqueles que O seguem, Jesus diz claramente: «Não tenhais medo, não temais os que matam o corpo, mas não podem matar a alma." (Mt. 10, 28)

Sejamos, pois, discípulos sem medo.

Também um comentário do padre Manuel Barbosa, scj

20/06/2026

Atendei-me, Senhor

Salmo Responsorial do 12.º Domingo Comum ano A

"Pela vossa grande misericórdia, atendei-me, Senhor
Atendei-me, Senhor.

Por Vós tenho suportado afrontas,
cobrindo-se meu rosto de confusão.
Tornei-me um estranho para os meus irmãos,
um desconhecido para a minha família.
Devorou-me o zelo pela vossa casa
e recaíram sobre mim os insultos contra Vós.

A Vós, Senhor, elevo a minha súplica,
no momento propício, meu Deus.
Pela vossa grande bondade, respondei-me,
em prova da vossa salvação.
Tirai-me do lamaçal, para que não me afunde,
livrai-me dos que me odeiam e do abismo das águas.

Vós, humildes, olhai e alegrai-vos,
buscai o Senhor e o vosso coração se reanimará.
O Senhor ouve os pobres
e não despreza os cativos.
Louvem-n’O o céu e a terra,
os mares e quanto neles se move."

SALMO 68

Pela Vossa grande Misericórdia
 

14/06/2026

Cristo chama e envia

«Cristo convida a aderir ao seu plano de amor e de vida pelos homens. 
E nós ficamos felizes por sentir que Ele precisa de nós, apesar das nossas limitações?
Ele chama-nos pelo nosso nome. 
E nós queremos oferecer-nos? 

Uma vez chegados ao tempo de férias, tenhamos o cuidado de não pautar a nossa relação com Deus no nível dos nossos esquemas terrenos. Isto é: porque entramos em férias, não podemos pensar que dispensamos a nossa relação com Deus por uns meses. Porque a Eucaristia é um banquete, a Ceia do Senhor. Nós também não suspendemos as nossas refeições habituais, e a nossa relação com os amigos e uns com os outros. E Cristo é o nosso maior amigo, que deu (e continua a dar) a vida por nós. Vale a pena lembrar que, logo nos primórdios da Igreja, os cristãos diziam que, ao domingo, não podemos viver sem a Eucaristia.

Chegados ao XI Domingo do tempo comum, somos convidados a viver a presença contante de Deus no mundo. Por isso, enchamo-nos da sua Vida a experimentar a salvação que nos oferece. Tudo isto pressupõe uma relação constante e autêntica com Deus.

Para além da vivência pessoal, importa fazer esta experiência em Igreja, em comunidade (comum + unidade). Ele é a visibilidade da presença de Deus, que nos convida a sentirmo-nos membros vivos do novo Povo de Deus. Assim, sejamos “um reino de sacerdotes, uma nação santa”, lembra a 1ª leitura. 
No Senhor, “depois de reconciliados, seremos salvos pela sua vida”, lembra a carta aos Romanos. O Senhor quer manifestar-nos a Sua compaixão, porque “somos como ovelhas sem pastor”, lembra o evangelho. Jesus quer que o nosso nome seja acrescentado ao dos apóstolos, para realizar o seu plano.

Senhor nosso Deus, fortaleza dos que esperam em Vós, atendei propício as nossas súplicas; e, como sem Vós nada pode a fraqueza humana, concedei-nos sempre o auxílio da vossa graça, para que as nossas vontades e acções Vos sejam agradáveis, no cumprimento fiel dos vossos mandamentos. Por NSJC… (Oração de colecta do XI Domingo comum)

Só com a graça de Deus se pode corresponder ao que Ele quer de nós. Por isso lha pedimos, para mover a nossa vontade e o nosso agir, de acordo com o seu projecto.

"Recebestes de graça, dai de graça." (Mt. 9,36 -10, 8)

Cristo chamou 12 apóstolos, e enviou-os. Continua a chamar cada um de nós. Procuremos escutá-lO, e segui-lO. A vocação e a missão é para todos: Ide. Se eu O não escutar e seguir, ninguém o fará por mim!

Podes, Senhor, contar comigo. Eis-me aqui!»
(Pe.Armando Duarte, partilha/reflexão para a semana que segue ao XI Domingo Comum, ano A)

13/06/2026

Nós somos o povo de Deus

 
SALMO RESPONSORIAL Salmo 99 (100), (Música: Manuel Luis)
Refrão: Nós somos o povo de Deus,
somos as ovelhas do seu rebanho. 
Nós somos o povo de Deus.

Aclamai o Senhor, terra inteira,
servi o Senhor com alegria,
vinde a Ele com cânticos de júbilo. 

Sabei que o Senhor é Deus,
Ele nos fez, a Ele pertencemos,
somos o seu povo, as ovelhas do seu rebanho. 

Porque o Senhor é bom,
eterna é a sua misericórdia,
a sua fidelidade estende-se de geração em geração.

SALMO RESPONSORIAL 11º Domingo do Tempo Comum - Ano A 
e 4º Domingo da Páscoa - Ano C

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