quinta-feira, outubro 11, 2018

Duas orações para o mês do Rosário e não só...


1. Sob a Tua Protecção

À Vossa protecção nos acolhemos, Santa Mãe de Deus; não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades; mas livrai-nos de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita.

2.  Oração a São Miguel Arcanjo

São Miguel Arcanjo, defendei-nos neste combate, sede o nosso auxílio contra as maldades e as ciladas do demónio. Instante e humildemente vos pedimos que Deus sobre ele impere. E vós, Príncipe da Milícia Celeste, com esse poder divino, precipitai no inferno a satanás e aos outros espíritos malignos que vagueiam pelo mundo para perdição das almas. Ámen.

 E no mês do Rosário os fiéis rezem o Terço todos os dias.



"Rezai o terço todos os dias, para alcançarem a paz para o mundo" -- pediu Nossa Senhora aos pastorinhos em Fátima.

(O mês de Outubro é o mês do Rosário e o dia 7 de Outubro é o dia de Nossa Senhora do Rosário.)

sábado, agosto 25, 2018

Livre-se dos lixos!

A Lei do Camião do Lixo: Uma história para reflectir.

«Certo dia apanhei um táxi para o aeroporto.
Seguíamos na faixa correcta, quando, de repente, um carro preto saiu do estacionamento e se mandou à estrada na nossa frente.
O taxista travou bruscamente, deslizou e escapou de bater no outro carro. Foi por um triz!
E o motorista do outro carro ainda sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós nervosamente.
Mas o taxista apenas sorriu e acenou-lhe, fazendo um sinal positivo. E fê-lo de maneira bastante amigável.

Indignado perguntei-lhe: 'Porque é que fez isso? Aquele sujeito quase nos batia e, por pouco, nos mandava para o hospital!'
Então o motorista do táxi ensinou-me aquilo que eu agora chamo "A Lei do Camião do Lixo."
Explicou-me que muitas pessoas são como camiões do lixo. Andam por aí carregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva, traumas e desilusões. À medida que as suas pilhas de lixo crescem, elas precisam dum lugar para descarregar, e, às vezes, descarregam sobre nós.

Nunca leve isso a peito. Não é o seu problema! É o dele!
Simplesmente sorria, acene, deseje-lhes sempre o bem, e siga em frente. Não fique com o lixo dessas pessoas, nem o espalhe sobre outras pessoas no trabalho, em casa, ou nas ruas.
Fique tranquilo... respire fundo e deixe a “pessoa do lixo” passar.

O princípio que se retira disto é que, "pessoas felizes não deixam os camiões do lixo estragarem o seu dia."

A vida é muito curta, não transporte lixo consigo! Limpe os maus sentimentos, os aborrecimentos do trabalho, as picuinhices pessoais, os ódios e as frustrações.

Ame todas as pessoas, tratando-as bem: as que o(a) tratam bem e as que não o fazem.»

(Desconheço o autor)

Acho que esta história faz cada vez mais sentido no nosso pequeno mundo à nossa volta e no mundo global que nos entra janelas adentro. Mundos pejados de intolerâncias e de desamor, que nos vão corrompendo sem darmos conta -- a história refere ainda que "a vida é dez por cento daquilo que fazemos dela, e noventa por cento da maneira como a recebemos!"
Não nos deixemos, pois, conspurcar pela porcaria que os "camiões do lixo" ousam descarregar para cima de nós. Desviemo-nos das investidas, vistamos "roupagens" que não absorvam esses lixos, tomemos o "banho" necessário regularmente.

segunda-feira, junho 25, 2018

O Blogger sempre a surpreender-nos

Eis que, da noite para o dia, deixas de receber as notificações dos comentários do blogue comodamente no email como habitualmente.

Pensas que algo se passará com as tuas definições e vais procurar... 
O email está lá marcado. Então, pensas que deve ter que ver com as novas políticas de privacidade e tentas adaptar-te à situação.

Mas como nada nunca mais foi como antes, isso começa a chatear-te: qualquer dia acabo por deixar mesmo este mundo virtual, qual jardim abandonado a criar ervas daninhas!...

Contudo não te conformas. Apesar de nem sempre passeares pelos jardins que plantaste com carinho, gostas de passar por lá e vê-los, ao menos, um pouco cuidados,  regados, adubados.

Voltas às definições e salta-te à vista uma coisa nova: 
"O endereço de email introduzido neste campo será convidado por email, e terá 14 dias para aceitar o convite para poder receber notificações."
Alto aí!, vamos experimentar isto: retiras o email que lá tinhas colado anteriormente, deixas vazio e guardas as definições. De seguida, escreves novamente o email e voltas a guardar.
E vês que parece ter funcionado quando recebes uma notificação no email: "Foi convidado a receber notificações por email em xx.xxxx@gmail.com quando for necessário moderar novos comentários no blogue XXXXXX.
Clique no link Subscrever abaixo para aceitar este convite. Se não pretender receber estas notificações por email, pode ignorar esta mensagem ou clicar no link Recusar abaixo.
Se pretender deixar de receber notificações por email relativas à moderação de comentários deste blogue, pode clicar no link de exclusão aqui ou em qualquer um dos emails de notificação.
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Clicas em Subscrever.
Agora resta receber comentários para ver se funciona ou não.

Fica a dica para quem estiver interessado.



(Clicar nas imagens para ver em ponto maior)


segunda-feira, maio 21, 2018

Eu sinto que vem do Céu um sopro leve



Eu sinto que vem do Céu um sopro leve
Um vento quente que nos aquece,
Um sopro vivo que vem de Deus
Um vento que acalma o ser e envolve a alma
Do mesmo modo que o mar se acalma
Logo que as ondas se vão deitar

Eu sinto que vem do Céu um amor imenso
Que se entrega em nuvens de incenso
Um amor suave que vem de Deus
Um Amor que nos transforma e alumia
Tal como a noite dá vez ao dia
Quando as estrelas se vão deitar

Eu sinto que vem do Céu uma Paz serena
E que em minha alma se faz terrena
E traz aos Homens o Dom de Deus
O Dom da Paz que vemos numa criança
Entregue ao sono quando descansa
Enquanto sonha com o acordar

Eu sinto descer do Céu toda a Esperança
Que me consome na confiança
De contemplar o Senhor Meu Deus
A Fé que sinto viva em cada dia,
Enche o meu canto desta Alegria,
Vibra nas notas do meu cantar

Um Sopro Leve 
Autor da Letra e composição original: Gonçalo Sarávia

sexta-feira, dezembro 29, 2017

*A Vaca, o Burro e Nós

A manjedoura faz-nos pensar nos animais que encontram nela o seu alimento.

“O boi conhece o seu possuidor, e o jumento a manjedoura do seu dono; mas Israel não tem conhecimento, o meu povo não entende” (Isaías 1,3) (...)  uma profecia que apontava para o novo povo de Deus, a Igreja composta tanto por judeus como por gentios.

Diante de Deus todos os homens, Judeus e Gentios, eram como a vaca e o burro, sem razão nem conhecimento. Mas a criança no presépio abriu-lhes os olhos e agora reconhecem a voz do seu Mestre, a voz do seu Senhor.

(...) uma questão de lógica uma vez que os dois animais eram considerados símbolos proféticos para o mistério da Igreja – o nosso próprio mistério, uma vez que não passamos de vacas e burros diante do Deus Eterno, vacas e burros cujos olhos se abrem na noite de Natal, para que possam reconhecer o seu Senhor no presépio. 
(...)
Quem são a vaca e o burro hoje, e quem são “o meu povo” que não compreende? Como podemos reconhecer a vaca e o burro? Como podemos reconhecer “o meu povo”? E porque é que o irracional reconhece, enquanto a razão é cega? 

Aquele que não o reconheceu foi Herodes, que nem compreendeu aquilo que lhe disseram sobre a criança: em vez disso o seu desejo de poder e a paranoia que o acompanhava cegaram-no ainda mais (Mt. 2,3). Aqueles que não o reconheceram eram “toda Jerusalém com ele” (ibid). Aqueles que não o reconheceram eram as pessoas “ricamente vestidas” – aquelas com posição social elevada (11,8). Aqueles que não o reconheceram eram os mestres do conhecimento que eram especialistas na Bíblia, os especialistas na interpretação bíblica que, admita-se, conheciam as passagens correctas nas escrituras, mas mesmo assim não compreendiam nada (Mt. 2,6). 

Mas aqueles que o reconheceram foram “a vaca e o burro” (...): os pastores, os magos, Maria e José. (...) Aqueles de condição social elevada não estão no estábulo onde descansa o menino Jesus, mas é aí que vivem a vaca e o burro.

E nós? Estamos longe do estábulo porque as nossas roupas são demasiado ricas e somos demasiado inteligentes? Envolvemo-nos de tal forma na exegese sofisticada das Escrituras, nas demonstrações da inautenticidade ou da verdade histórica de passagens individuais, que nos tornamos cegos ao menino em si e não entendemos nada dele? 
(...)
As caras da vaca e do burro olham para nós com uma interrogação: O meu povo não compreende, mas tu discernes a voz do teu Senhor?» 




 *Do artigo traduzido por Filipe d'Avillez 
em Actualidade Religiosa, A Vaca, o Burro e Nós,
 Do Excerto do livro “A Bênção do Natal”, de Joseph Ratzinger
Publicado pela primeira vez na segunda-feira, 25 de Dezembro de 2017 
em The Catholic Thing, The Ox, the Ass, and Us.

terça-feira, dezembro 19, 2017

Faça-se um Natal mais quentinho

com Amor e Paz


Felizes e Santas Festas de Natal para todos, com as bênçãos da Sagrada Família – Jesus, Maria e José.

sexta-feira, agosto 11, 2017

Quem tem ouvidos, oiça!


«“Explica-nos a parábola do joio no campo”. Jesus respondeu: “Aquele que semeia a boa semente é o Filho do homem e o campo é o mundo. A boa semente são os filhos do reino, o joio são os filhos do Maligno e o inimigo que o semeou é o Demónio. A ceifa é o fim do mundo e os ceifeiros são os Anjos. Como o joio é apanhado e queimado no fogo, assim será no fim do mundo: o Filho do homem enviará os seus Anjos, que tirarão do seu reino todos os escandalosos e todos os que praticam a iniquidade, e hão-de lançá-los na fornalha ardente; aí haverá choro e ranger de dentes. Então, os justos brilharão como o sol no reino do seu Pai. Quem tem ouvidos, oiça”.» (Mt. 13, 36-43

Mas convém ter presente que não há o mal quimicamente puro de um lado e o bem quimicamente puro do outro… Mal e bem misturam-se no mundo, na vida e no coração de cada um de nós. 
(16º Domingo do Tempo Comum – Ano A)

«É maravilhoso o perfume das flores,
mas também as ervas daninhas têm a sua fragância.
Cada um tem o seu lugar para crescer e desabrochar.»
(Um rato fala com Deus - Angela Toigo)


segunda-feira, março 27, 2017

Toma-me de entre a minha dispersão

"Manifesta a tua santidade em mim
Toma-me de entre a minha dispersão,
Recolhe-me de onde me perdi
Enche-me de novo o coração.

Tu és a água viva,
Tu és a água pura,
Inunda-me, inunda-me
E tudo se transformará em mim."

(Ir. Glenda Hernandéz, Tu És a Água Viva)




Só Jesus Cristo oferece a água que mata definitivamente a sede de vida e de felicidade do homem.

segunda-feira, março 06, 2017

As tentações a que Jesus não fugiu, mas enfrentou


O Evangelho de Mateus 4,1-11 faz-nos reflectir nas tentações de Jesus, que são também as nossas:

⇒ tentação de Ter:
«Se és Filho de Deus, diz a estas pedras que se transformem em pães»
(a tentação de ser Messias através das riquezas e da posse;

⇒ de Poder:
«Tudo isto Te darei, se, prostrado, me adorares»
(a tentação de ser Messias através da subjugação do outro e do domínio):

⇒ de (A)parecer (dar nas vistas):
«Se és Filho de Deus, lança-Te daqui abaixo, pois está escrito: ‘Deus mandará aos seus Anjos que te recebam nas suas mãos, para que não tropeces em alguma pedra’»
(a tentação de ser Messias através do sucesso e da imagem).


 Às quais somos desafiados a contrapor as atitudes fundamentais de
 ➸ Desprendimento:
«Está escrito: ‘Nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus’»;

➸  Serviço:
«Vai te, Satanás, porque esta escrito: ‘Adorarás o Senhor teu Deus e só a Ele prestarás culto’»;

 Autenticidade:
«Também está escrito: ‘Não tentarás o Senhor teu Deus’»;

sexta-feira, dezembro 30, 2016

a.C. e d.C. - O nosso calendário é perfeitamente preciso!


"O monge Dionísio 'Exiguus' identificou a Anunciação de Gabriel à Virgem e a Encarnação de Cristo no ventre da Santíssima Virgem Maria a 25 de Março do ano 1 a.C. Ele reconheceu o nascimento de Cristo a 25 de Dezembro do ano 1 a.C. A circuncisão de Cristo, oito dias depois do Seu nascimento, foi a 1 de Janeiro de 1 d.C. A Sua crucifixão foi no ano 33 d.C."


No entanto, a ciência vem confirmar que 25 de Dezembro é mesmo a verdadeira data em que Jesus nasceu.

Também, nos anos 1600, surgiram dúvidas sobre o ano de nascimento de Cristo.

No entanto, "Dionísio trabalhava com os melhores registos romanos e documentos da Igreja para calcular o nascimento de Cristo. Este novo cálculo dividia o tempo em antes e depois de Cristo. Dionísio não incluía um ano zero. 31 de Dezembro do ano 1 a.C. devia passar para 1 Janeiro do ano 1 d.C."


(abrir os links para ler as explicações)

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