domingo, março 10, 2019

Palavras em tempo de pedras


"Quando as pedras frias
caem brancas e torcidas
sobre as palavras imperiais,
mordendo-lhes as raízes
como se fossem o contrário do que são,
fecham-nos a alma e ficamos sem saber
se as asas se quebram ou
se ficamos de pé à espera das próximas pedras."
(José Maria Brito Sj https://www.facebook.com/zemariasj


A natureza humana é tal que os pensamentos lutam para serem expressos em palavras faladas, e palavras faladas procuram se realizar através de acções – muitas vezes por caminhos tortuosos, que a pessoa que originalmente pronunciou as palavras não desejava nem previa.


Pedras? Não guardo nenhuma. Os castelos ganham imensa humidade.


No entanto, "as pedras clamarão"!

8 comentários:

  1. Uma postagem entre o poético e o enigmático, mas também o conciso e o acutilantemente objectivo, que em poucas palavras diz muitíssimo _ simplesmente adoro e se com a devida licença subscrevo.
    Parabéns e boa semana
    Abraço
    VB

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  2. E um poema interessante...
    Por vezes, não é fácil lidar com pedras, nem falar delas...

    Todos temos o nosso castelo...
    Beijinhos, Fá.
    ~~~~

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  3. Querida amiga,
    me surpreendo cada vez que venho aqui.
    O poema tocou minha alma profundamente.
    A música, encheu meu coração de serenidade.
    Obrigada,
    Beijo, Deus esteja com você.

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  4. Boa tarde de paz, querida amiga Fá!
    Muito lindo poder construir castelos sólidos em nosso peito.
    Tenha dias felizes e abençoados por Deus!
    Bjm carinhoso e fraterno de paz e bem
    😘😘😘

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  5. Bello poema a veces los humanos somos egoistas y tontos. Otras veces no. Te mando un beso

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  6. Uma reflexão que depende, julgo eu, da situação! Entre o complexo e o compreensivo! Entre o brando e o agressivo!
    Ponto de vista curioso!
    Beijinhos 😘

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  7. Olá Fá!

    As palavras faladas se concretisam através de açoes e
    muitas vezes por caminhos indesejados.

    Desejando uma feliz e abençoada noite
    Beijinhos

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«As palavras de amizade e conforto podem ser curtas e sucintas, mas o seu eco é infindável.»
(Sta Teresa de Calcutá)

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