quarta-feira

Frágil



Quando não se resiste à pressão!

sábado

Do Caos para Eros

game… to be [Ser]

sou quem sou
e quero ser.
sei para onde vou (?)
e espero merecer.

és quem és…
porque queres ser.
vai lés a lés…
[e]nao penses no ter.

(by Fontez - Don’t panic! The truth is… )

Não feches o coração
Se queres ser alguém
E tornar a vida melhor
És um com o mundo
Na alegria ou na dor
Na paz ou na aflição
Sozinho não és nada
Só te completas no outro, teu irmão

(by Fa menor - Partilhas em Fa menor)

A minha mensagem:
Solidão...

(música: Sarah Mclachlan - Angel)

Sarah McLachlan - Angel por ILONA0034

Este é um desafio proposto pelo Fontez.
Diz ele, e muito bem, que "cada um de nós deixa uma marca afectando os demais…"

O desafio consiste em juntar uma estrofe às já colocadas pelos participantes no jogo, e passá-las todas para outro amigo, que por sua vez lhes juntará a sua e assim por diante... formando uma corrente de "Eros num Caos".

Atrever-me-ia a pedir que cada participante juntasse ainda uma mensagem ou complemento/justificação da estrofe (facultativo).
O Fontez deixou-a num pequeno texto, eu coloquei-a sob a forma de vídeo.

E agora peço à minha recente amiga Peregrina que use a sua criatividade e se atreva!


E quem mais quiser "apanhar este barco" sinta-lhe o embalo e avance!

domingo

Olhar para a cruz de outro modo

Exaltação da Santa Cruz


Não há quem não tenha a sua cruz, quem não tenha que carregar fardos, com mais ou menos peso.
Mas olhemos bem, com olhos de ver, para a imagem de Jesus pregado na Cruz, e sintamos as suas dores. O Inocente, condenado como se fora um malfeitor, o mais reles dos assassinos.

Na Cruz de Cristo está a nossa salvação, a redenção dos nossos pecados, a nossa libertação de escravos para homens livres.
O Inocente pagou para nos remir, para que, em todos os tempos, os homens ao usarem a sua liberdade, vivam corajosamente o mandamento novo que Ele nos deixou: "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei."

Pensemos bem na Cruz de Cristo, quando fazemos, em nós, o Sinal da Cruz, Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Pois é do Alto que nos vem a Paz e a Redenção.

sexta-feira

Paz no coração




Janelas da alma franqueadas
Aos alvores do amanhecer

Asas abertas a planar
Respirando o alvorecer

Sentir o vento no rosto
É receber um sopro de Deus

O coração ainda a recordar
E a paz a chegar na brisa da manhã

sábado

Olhai...



«Olhai as aves do céu: não semeiam nem colhem...» (Mt. 6, 26)



«Olhai os lírios do campo! Não trabalham nem fiam.» (Mt. 6, 28)

«Sabemos, com efeito, que toda a criação tem gemido as dores do parto, até ao presente. E não só ela, mas também nós próprios, que possuimos as primícias do Espírito, gemendo igualmente em nós mesmos, aguardando a filiação adoptiva, a libertação do nosso corpo.


Mas na esperança é que fomos salvos. Mas a esperança que se vê não é a esperança, pois aquilo que alguém vê, como é que o espera ainda? Mas se esperamos o que não vemos, com paciência o esperamos.


De maneira semelhante é que o Espírito vem em ajuda da nossa fraqueza, pois não sabemos o que devemos pedir em nossas orações, mas é o próprio Espírito que intercede por nós com gemidos inefáveis. Aquele que perscruta os corações bem sabe qual é o empenho do Espírito, pois é em conformidade com Deus que Ele intercede pelos Santos.»

(Rom. 8, 22 -27)

«Tende coragem e animai-vos, vós todos que esperais no Senhor.»
(Salmo 30)

terça-feira

Tesouro escondido

«Onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração.» (Mt.6,21)










(Farol do Vulcão dos Capelinhos, Ilha do Faial)


«Onde está o coração amante?
Nas coisas que ele ama – por conseguinte, onde está o nosso amor, está cativo o nosso coração. Não pode sair, não pode elevar-se mais alto, não pode ir para a esquerda nem para a direita; está parado. Onde está o tesouro do avarento, aí está o seu coração;
e onde está o nosso coração, aí está o nosso tesouro.»

(S. Vicente de Paulo, Conferência sobre a indiferença, 16 de Maio 1659)

quinta-feira

Guardo-te em mim...

Sei de cor cada lugar teu
atado em mim, a cada lugar meu
tento entender o rumo que a vida nos faz tomar
tento esquecer a mágoa
guardar só o que é bom de guardar

Pensa em mim protege o que eu te dou
Eu penso em ti e dou-te o que de melhor eu sou
sem ter defesas que me façam falhar
nesse lugar mais dentro
onde só chega quem não tem medo de naufragar

Fica em mim que hoje o tempo dói
como se arrancassem tudo o que já foi
e até o que virá e até o que eu sonhei
diz-me que vais guardar e abraçar
tudo o que eu te dei

Mesmo que a vida mude os nossos sentidos
e o mundo nos leve pra longe de nós
e que um dia o tempo pareça perdido
e tudo se desfaça num gesto só

Eu vou guardar cada lugar teu
ancorado em cada lugar meu
e hoje apenas isso me faz acreditar
que eu vou chegar contigo
onde só chega quem não tem medo de naufragar

Mesmo que a vida mude os nossos sentidos
E o mundo nos leve pra longe de nós
E que um dia o tempo pareça perdido
E tudo se desfaça num gesto só

Eu vou guardar cada lugar teu
Atado em mim, a cada lugar meu
E hoje apenas isso me faz acreditar
Que eu vou chegar contigo
Onde só chega quem não tem medo de naufragar


Mafalda Veiga - Cada lugar teu


... com nostalgia de dias tão especiais.

quarta-feira

Inteira...


... num pedaço de terra e mar

quinta-feira

Algures entre terra e mar




Vou
E sei que me hei-de perder
Mas vou
Levo comigo pedaços do que sou
E de partida que me sei
Inteira só serei
Quando me achar
Algures entre terra e mar

Desenhar uma pausa

No tempo da pausa não há música;
mas sem a ajuda da pausa a música não acontece.



Assim, também a melodia da vida precisa de tempos de pausas.

Não me importa que a pausa seja de semibreve ou de colcheia...
Prefiro desenhá-la em tons de azul de céu e mar!




Ao longe vê-se a ponte
O céu que muda
Entre o princípio e o fim
Ao fundo vê-se um monte
De casas velhas
De cor entre ocre e carmim
Eu espero no tempo
Algum sinal teu
Enquanto a saudade aperta
Agarro-me ao mundo
Recolho o que é meu
A ver se a vida se acerta
Naquilo que prometeu

Desenho no horizonte
Uma viagem
Que faço sem me mover
E passo sobre a ponte
Para outra margem
Onde pudesse perder
O peso dos dias
A dor do caminho
Que fica agarrada à pele
Se a vida voasse
Para além do destino
Como a cabeça nos voa
Numa folha de papel

A vida passa sempre
Tão apressada
Que pouco podes conter
Os dias são ausentes
Sabem a nada
Se te esqueceres de viver
Agarra o teu mundo
Acende os lugares
Onde se escondem os teus sentidos
E não tenhas medo
Se às vezes falhares
O que importa é o caminho
Que fica
Entre achados e perdidos
(Mafalda Veiga - Entre achados e perdidos)

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