É tempo de:
Deserto... fazer silêncio

Escutar e meditar a Palavra
«Eu sou a videira verdadeira e o meu Pai é o agricultor. Ele corta todo o ramo que não dá fruto em mim e poda o que dá fruto, para que dê mais fruto ainda. Vós já estais purificados pela palavra que vos tenho anunciado. Permanecei em mim, que Eu permaneço em vós. Tal como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, mas só permanecendo na videira, assim também acontecerá convosco, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira; vós, os ramos. Quem permanece em mim e Eu nele, esse dá muito fruto, pois, sem mim, nada podeis fazer. Se alguém não permanece em mim, é lançado fora, como um ramo, e seca. Esses são apanhados e lançados ao fogo, e ardem. Se permanecerdes em mim e as minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes, e assim vos acontecerá. Nisto se manifesta a glória do meu Pai: em que deis muito fruto e vos comporteis como meus discípulos.»
(Jo 15, 1-8)
(Jo 15, 1-8)
Procurar-se na solidão
- Que significa “permanecei em mim”? E eu, permaneço em Cristo? Com que atitudes: de uma forma passiva ou de uma forma comprometida?...
- Jesus diz: “Sem mim nada podei fazer”. Tenho consciência disto? Deixo que Deus tenha uma presença activa e decisiva nas minhas opções, nas minhas palavras, nos meus gestos?...
- “Dar fruto”… Este é o desafio que Cristo nos lança neste trecho do Evangelho de S. João. Olhando a minha vida de todos os dias posso afirmar que ela produz “frutos que vêm de Deus”?...
- Jesus diz: “Sem mim nada podei fazer”. Tenho consciência disto? Deixo que Deus tenha uma presença activa e decisiva nas minhas opções, nas minhas palavras, nos meus gestos?...
- “Dar fruto”… Este é o desafio que Cristo nos lança neste trecho do Evangelho de S. João. Olhando a minha vida de todos os dias posso afirmar que ela produz “frutos que vêm de Deus”?...
É tempo de procura de água
Cada um de nós é desafiado a permanecer unido a Jesus e dar fruto.
Nós somos os ramos da videira que é Cristo Ressuscitado; só unidos a esta videira, recebendo da sua seiva, alimentando-nos desse Corpo e desse Sangue, podemos dar frutos de unidade, comunhão e paz, na Igreja e fora dela.
“permanecei em mim, pois sem mim nada podeis fazer” - significa, em primeiro lugar, que todos e cada um de nós temos de tomar consciência que Deus nos chama a tomar parte no Seu projecto de Amor. Permanecer em Jesus produz, não um fruto qualquer, mas o fruto do amor aos outros, em que se superam desentendimentos, divisões, diferenças, e se vive um relacionamento novo entre nós. Permanecer em Jesus significa produzir frutos de vida.
Nós somos os ramos da videira que é Cristo Ressuscitado; só unidos a esta videira, recebendo da sua seiva, alimentando-nos desse Corpo e desse Sangue, podemos dar frutos de unidade, comunhão e paz, na Igreja e fora dela.
“permanecei em mim, pois sem mim nada podeis fazer” - significa, em primeiro lugar, que todos e cada um de nós temos de tomar consciência que Deus nos chama a tomar parte no Seu projecto de Amor. Permanecer em Jesus produz, não um fruto qualquer, mas o fruto do amor aos outros, em que se superam desentendimentos, divisões, diferenças, e se vive um relacionamento novo entre nós. Permanecer em Jesus significa produzir frutos de vida.
Encontrar oásis no deserto
“permanecei em mim” - permanecer em Cristo é atitude de quem faz a opção pelo essencial.
Somos os ramos, muitos ramos, na Videira que é Jesus, cada um com a mesma importância que os demais. Bebemos da mesma seiva. Somos uma comunidade de iguais. Somos comunhão.
“sem mim nada podeis fazer” - não pensemos que somos auto-suficientes; não nos podemos bastar a nós próprios. Sem Jesus somos ramos não irrigados, secos, infiéis, egoístas, que não podem dar frutos porque se separaram da cepa; somos apenas deserto... sem um oásis.
Jesus é que faz/é o oásis no nosso deserto; é a água que nos sacia; o alimento que nos permite frutificar.
Somos os ramos, muitos ramos, na Videira que é Jesus, cada um com a mesma importância que os demais. Bebemos da mesma seiva. Somos uma comunidade de iguais. Somos comunhão.
“sem mim nada podeis fazer” - não pensemos que somos auto-suficientes; não nos podemos bastar a nós próprios. Sem Jesus somos ramos não irrigados, secos, infiéis, egoístas, que não podem dar frutos porque se separaram da cepa; somos apenas deserto... sem um oásis.
Jesus é que faz/é o oásis no nosso deserto; é a água que nos sacia; o alimento que nos permite frutificar.
Para que sejamos um ramo que frutifica, um ramo que está plenamente unido à videira, o grande desafio é o da oração. Sem oração não há comunhão com Deus nem com os irmãos. Sem oração o nosso testemunho torna-se vazio… falaremos muito sobre Deus, mas como falamos pouco com Ele, tudo o que dissermos e fizermos será sempre superficial.
Continuemos a nossa caminhada quaresmal, amanhã com a reflexão da Dulce no Degrau de Silêncio, na certeza de que só quem permanece em Cristo é que pode produzir bons e abundantes frutos.
Textos de apoio:
"Somos Comunhão" in: A Alegria de Crer, SNEC;
“Permanecei em mim… sem mim nada podeis fazer”
Continuemos a nossa caminhada quaresmal, amanhã com a reflexão da Dulce no Degrau de Silêncio, na certeza de que só quem permanece em Cristo é que pode produzir bons e abundantes frutos.
Textos de apoio:
"Somos Comunhão" in: A Alegria de Crer, SNEC;
“Permanecei em mim… sem mim nada podeis fazer”


