domingo

Cristo chama e envia

«Cristo convida a aderir ao seu plano de amor e de vida pelos homens. 
E nós ficamos felizes por sentir que Ele precisa de nós, apesar das nossas limitações?
Ele chama-nos pelo nosso nome. 
E nós queremos oferecer-nos? 

Uma vez chegados ao tempo de férias, tenhamos o cuidado de não pautar a nossa relação com Deus no nível dos nossos esquemas terrenos. Isto é: porque entramos em férias, não podemos pensar que dispensamos a nossa relação com Deus por uns meses. Porque a Eucaristia é um banquete, a Ceia do Senhor. Nós também não suspendemos as nossas refeições habituais, e a nossa relação com os amigos e uns com os outros. E Cristo é o nosso maior amigo, que deu (e continua a dar) a vida por nós. Vale a pena lembrar que, logo nos primórdios da Igreja, os cristãos diziam que, ao domingo, não podemos viver sem a Eucaristia.

Chegados ao XI Domingo do tempo comum, somos convidados a viver a presença contante de Deus no mundo. Por isso, enchamo-nos da sua Vida a experimentar a salvação que nos oferece. Tudo isto pressupõe uma relação constante e autêntica com Deus.

Para além da vivência pessoal, importa fazer esta experiência em Igreja, em comunidade (comum + unidade). Ele é a visibilidade da presença de Deus, que nos convida a sentirmo-nos membros vivos do novo Povo de Deus. Assim, sejamos “um reino de sacerdotes, uma nação santa”, lembra a 1ª leitura. 
No Senhor, “depois de reconciliados, seremos salvos pela sua vida”, lembra a carta aos Romanos. O Senhor quer manifestar-nos a Sua compaixão, porque “somos como ovelhas sem pastor”, lembra o evangelho. Jesus quer que o nosso nome seja acrescentado ao dos apóstolos, para realizar o seu plano.

Senhor nosso Deus, fortaleza dos que esperam em Vós, atendei propício as nossas súplicas; e, como sem Vós nada pode a fraqueza humana, concedei-nos sempre o auxílio da vossa graça, para que as nossas vontades e acções Vos sejam agradáveis, no cumprimento fiel dos vossos mandamentos. Por NSJC… (Oração de colecta do XI Domingo comum)

Só com a graça de Deus se pode corresponder ao que Ele quer de nós. Por isso lha pedimos, para mover a nossa vontade e o nosso agir, de acordo com o seu projecto.

"Recebestes de graça, dai de graça." (Mt. 9,36 -10, 8)

Cristo chamou 12 apóstolos, e enviou-os. Continua a chamar cada um de nós. Procuremos escutá-lO, e segui-lO. A vocação e a missão é para todos: Ide. Se eu O não escutar e seguir, ninguém o fará por mim!

Podes, Senhor, contar comigo. Eis-me aqui!»
(Pe.Armando Duarte, partilha/reflexão para a semana que segue ao XI Domingo Comum, ano A)

sábado

Nós somos o povo de Deus

 
SALMO RESPONSORIAL Salmo 99 (100), (Música: Manuel Luis)
Refrão: Nós somos o povo de Deus,
somos as ovelhas do seu rebanho. 
Nós somos o povo de Deus.

Aclamai o Senhor, terra inteira,
servi o Senhor com alegria,
vinde a Ele com cânticos de júbilo. 

Sabei que o Senhor é Deus,
Ele nos fez, a Ele pertencemos,
somos o seu povo, as ovelhas do seu rebanho. 

Porque o Senhor é bom,
eterna é a sua misericórdia,
a sua fidelidade estende-se de geração em geração.

SALMO RESPONSORIAL 11º Domingo do Tempo Comum - Ano A 
e 4º Domingo da Páscoa - Ano C

domingo

Vem, Espírito de Deus!


"A paz esteja contigo. Os amigos saúdam-te; e tu saúda os amigos, um por um." 
(3 Jo. 15)

Começamos hoje com a saudação final da terceira carta de S. João. Que riqueza!

Termina o Tempo Pascal com esta solenidade do Pentecostes, em que se celebra a descida do Espírito sobre Maria e os Apóstolos, no Cenáculo. Que grande alegria e felicidade pela fidelidade de Deus, e pelo cumprimento da promessa de Jesus Cristo. O Espírito Santo veio duma forma extraordinária, como línguas de fogo, e agindo na vida dos Apóstolos, a tal ponto que abriram as portas, e vieram para a rua anunciar Jesus Cristo, convidando à conversão.

Naturalmente que no centro da solenidade do Pentecostes está o Espírito Santo. É Ele que renova, dá vida e constrói a Igreja. A 1ª leitura descreve o acontecimento do Pentecostes, congregando numa mesma comunidade todos os povos, raças e línguas. A 2ª leitura apresenta-nos a diversidade de dons a edificar a comunidade no Corpo de Cristo. No Evangelho, Jesus transmite o Espírito Santo aos discípulos, soprando sobre eles.  Encontramos o Senhor na assembleia dos crentes, que se abre para acolher os dons.

Senhor nosso Deus, que, no mistério de Pentecostes, santificais a Igreja, dispersa entre todos os povos e nações, derramai sobre a terra os dons do Espírito Santo, de modo que, também hoje, se renovem nos corações dos fiéis os prodígios realizados nos primórdios da pregação do Evangelho. Por NSJC…    (Oração de coleta da solenidade do Pentecostes)

Suplicamos os dons de Deus, nesta oração inicial, para que transformem os nossos corações e se renove a face da terra. O Pentecostes, não só aconteceu várias vezes, como descrevem os Actos dos Apóstolos, mas continua a fazer crescer e vivificar a Igreja.

Recebei o Espírito Santo (Jo. 20, 19-23)

O encontro dos discípulos com o Senhor ressuscitado, no primeiro dia da semana, é um convite em cada domingo, a fazermos a mesma experiência, para nos deixarmos renovar e transformar. Supliquemos ao Senhor que nos dê o Seu Espírito, para sermos iluminados, renovados e vivificados. Deus dá o Espírito Santo a quem lh’O pede.

 (Pe.Armando Duarte, partilha/reflexão para a semana que segue ao Domingo de Pentecostes - ano A)

sábado

Ele está connosco para sempre

«Quase a finalizar o Tempo Pascal, celebramos a Ascensão do Senhor aos Céus. Ascensão é subir pelo seu próprio poder, distinguindo-se de Assunção (a 15 de Agosto), que é subir pelo poder de outrem. Cristo, que é Deus, sobe até ao Pai por si mesmo. Além disso, indica-nos o sentido da nossa caminhada: vimos de Deus, que nos deu a vida, e vamos para Deus, para nos tornarmos participantes da Sua glória. Que felicidade!

Acolhendo o dom de vivermos a Ascensão de Cristo aos Céus, somos convidados a ser inundados de alegria e de esperança: alegria, porque Jesus vai para o Pai, para nos enviar o Espírito Santo, e continuar sempre connosco; esperança, porque assumiu a nossa humanidade, e agora a faz penetrar nos céus. Jesus, que amou, serviu e deu a vida, indica-nos o caminho que devemos seguir, assumindo a missão que nos confia, de testemunharmos o projecto libertador que Ele iniciou. Queremos ter a honra e a dignidade de sermos seus continuadores. Essa é a missão que as leituras da Ascenção nos apontam.

"Deus todo poderoso, fazei-nos exultar em santa alegria e em filial acção de graças, porque a ascensão de Cristo, vosso Filho, é a nossa esperança: tendo-nos precedido na glória, como nossa Cabeça, para aí nos chama, como membros do seu Corpo. Ele que é Deus e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos." (Oração de colecta da solenidade da Ascensão do Senhor)

Nesta oração pedimos a Deus a alegria e a esperança, para nos entregarmos à missão de continuar o compromisso do chamamento que nos dirige, como membros da sua comunidade. Somos o seu Corpo, e queremos estar unidos à Cabeça, em comunhão (= comum união).

"Ide e ensinai todas as nações… Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos." (Mt. 28, 16-20)

Não estamos órfãos! Esta mensagem também quer ajudar a entender que Ele é o Emanuel, Deus connosco, mas é sobretudo a Palavra de Deus a fazê-lo sentir mais vivamente.

A nossa oração orienta-se em duas traves mestras: corresponder ao imperativo da evangelização e à consolação de O termos sempre ao nosso lado. Por isso nos entregamos a Ele, com a força do seu Espírito: eis-me aqui, Jesus, envia-me! Podes contar comigo, porque quero estar contigo!»

 (Pe.Armando Duarte, partilha/reflexão para a Ascensão do Senhor e a semana que se lhe segue)

domingo

Eucaristia e Igreja nascem da ressurreição


«No 5.º Domingo de Páscoa, sempre com o apoio da Palavra de Deus na Eucaristia dominical, aludimos ao tema da Igreja.

 E voltamos a reflecti-lo, pois a liturgia assim nos deixa esse convite. Demo-nos conta de que a Igreja é o melhor fruto da ressurreição do Senhor, e nos ajudará a perceber se a nossa fé é ou não consistente. Isto é: porque a nossa fé é a fé da Igreja, necessitamos, em cada domingo, testemunhá-lo, com a nossa participação na Eucaristia. Torna-se assim evidente que muitos baptizados necessitam corrigir o seu comportamento, para poderem comprovar a maturidade da sua fé com mais coerência e autenticidade. Naturalmente é o que justifica esta partilha semanal, para ajudar a aprofundar “o centro e o cume da vida cristã”.

No 6º domingo da Páscoa somos convidados a descobrir a presença discreta da ressurreição de Cristo, na caminhada histórica da Igreja. Ele que prometeu não nos “deixar órfãos”. 
Com a adesão à Palavra de Deus que os Apóstolos transmitiam, ia crescendo o número dos discípulos, mesmo em terreno em que Cristo tinha tido dificuldades, e davam continuidade aos sinais que Jesus prometeu aos seus, na sua missão evangelizadora. Assim o manifesta logo a 1ª leitura. Mesmo no meio de adversidades, os discípulos devem dar testemunho da esperança, lembra a 2ª leitura. Mas Jesus acompanha a Igreja, com o Defensor ou Paráclito, e a conduz à verdade.

"Deus todo poderoso, concedei-nos a graça de viver dignamente estes dias de alegria, em honra de Cristo ressuscitado, de modo que a nossa vida corresponda sempre aos mistérios que celebramos. Por NSJC…"      (Oração de colecta do VI domingo da Páscoa)

Viver a ressurreição de Cristo é participar no mistério central da nossa fé. Por isso deve levar-nos a experimentar profunda alegria, a graça que pedimos nesta Eucaristia.

"Não vos deixarei órfãos: voltarei para junto de vós" (Jo. 14, 15-21)

O Paráclito, o Defensor, é o Espírito Santo que continua a obra de Jesus no meio de nós. Assim cumpre a sua promessa; não nos abandona; está sempre connosco. Abramo-nos para Ele, que nos consola, nos edifica, nos protege. 
(Pe.Armando Duarte, partilha/reflexão para a semana que segue ao VI Domingo do Tempo Páscal, ano A)

domingo

Este é o dia que fez o Senhor!

«Se domingo vem de Dominus (Senhor), então o domingo da Ressurreição é o que dá sentido a todos os domingos e à Eucaristia, na comunidade, para o encontro com o Senhor Ressuscitado e com os irmãos. É assim que participamos na sua Ressurreição, e somos vivificados. Deste modo, a ressurreição de Cristo transforma também o Corpo, que somos nós, e comunica o seu Espírito, e a sua paz, à Igreja. Quem não participa, deixa de receber esta luz, esta graça e esta vida.

Hoje é a festa das festas, o dia dos dias! Porque é Páscoa (passagem), faz-nos descobrir que estamos em caminhada, inundados de alegria e de esperança, porque é o começo duma nova criação!

A Páscoa faz-nos descobrir o sentido do nosso baptismo, participando na morte e na ressurreição de Cristo, para o caminho numa vida nova. A vigília pascal, da noite anterior, é essa grande vivência. Cristo esteve morto e ressuscitou, para oferecer essa vida, a quem experimenta pela fé uma vida em Cristo. A ressurreição de Jesus oferece-nos uma vida em plenitude, feita dom de amor e de serviço. Não queiramos, pois, ficar na mediocridade, duma vida superficial e apenas sustentada pelas coisas passageiras e vazias. Tentemos perceber o testemunho dos primeiros discípulos, como nos anuncia a primeira leitura da Eucaristia da Ressurreição, e interroga-te se, na verdade, participas deste dinamismo, como nos pede o texto da Epístola aos Colossenses, que escutámos em segundo lugar. Mas, depois, procura entender como a descoberta do túmulo vazio foi o início para uma transformação autêntica, na vida das primeiras testemunhas.

Senhor Deus do universo, que neste dia, pelo vosso Filho Unigénito, vencedor da morte, nos abristes as portas da eternidade, concedei-nos que, celebrando a solenidade da ressurreição do Senhor, renovados pelo vosso Espírito, ressuscitemos para a luz da vida.  (Oração de Colecta do Domingo da Ressurreição)

Repara no que esta oração apresenta! Cristo esteve morto e ressuscitou, passados três dias. Por isso, o céu desce à terra, e abre a porta da eternidade. A ressurreição de Jesus é o primeiro passo, que nos permite ressuscitar, e começar a viver o céu, na terra, com uma vida plena! 

"Viu e acreditou" (Evangelho: Jo 20, 1-9)

O discípulo amado viu o sepulcro vazio, e as coisas todas em ordem. A ausência do corpo morto de Jesus fê-lo dar um passo em frente na fé. Por isso, acreditou! Cada um de nós busque os sinais da ressurreição de Jesus.

Aleluia! »

(Pe. Armando Duarte, partilha/reflexão para o Domingo de Páscoa e primeira semana da Páscoa)

sábado

Silêncio e Solidão

«Uma antiga homilia do Século IV nos diz sobre o Sábado Santo

“Que está acontecendo hoje? Um grande silêncio reina sobre a terra. Um grande silêncio e uma grande solidão. Um grande silêncio, porque o Rei está dormindo; a terra estremeceu e ficou silenciosa, porque o Deus feito homem adormeceu e acordou os que dormiam há séculos. Deus morreu na carne e despertou a mansão dos mortos.”

Eis o Sábado Santo que é o dia do escondimento de Deus, nos dizia Bento XVI. 
Não há celebrações, pois este dia é “alitúrgico”, contudo há de guardar um grande silêncio, recolhimento, meditação, perdão e reconciliação que desemboca na Grande Vigília Pascal,a mãe de todas as vigílias. 
A Vigília Pascal se inicia com a celebração da luz, que contém três partes: a bênção do fogo, a procissão do círio pascal e a proclamação da Páscoa.

Neste dia também nos unimos à Santíssima VIrgem Maria, que guardava todas as coisas em silêncio no seu coração, na feliz esperança da ressurreição do seu Filho Jesus.»

Uma certeza nos guia...


A Quaresma começa na Quarta-feira de Cinzas e termina antes da Páscoa.

É um tempo (quadragésima) de 40 dias de preparação para a Páscoa da Ressurreição de Jesus.

Mas qual é o dia certo em que termina?

Algumas pesquisas: 

1.  "Começa em Quarta-Feira de Cinzas e termina pela tarde de Quinta-Feira Santa": (Portal Ecclesia - Quaresma- Secretariado Nacional de Liturgia)

 2. "Começa na quarta-feira de cinzas e termina na quarta-feira da Semana Santa": (A Quaresma, caminhada para a Páscoa - Paroquia PACO de ARCOS)

 3. "Começa na quarta-feira de Cinzas e termina no sábado de Aleluia": (Afinal, o que é a Quaresma? - Alvorada On-Line * Jornal Lourinhã)

 4. "Começa na Quarta-feira de Cinzas e termina no Domingo de Ramos": (Tempo da Quaresma - Paróquia Rosa Mística)

 5. "Começa com a Quarta-Feira de Cinzas e termina com o Domingo de Páscoa": (entramos na quaresma e veja o seu significado - portucália - Sapo)

Qual é a Resposta Certa: 1; 2; 3; 4; ou 5?

...

Mas uma certeza nos guia: Jesus Cristo Vive.
Ressuscitou no Domingo de Páscoa, como havia dito. Porque "se Cristo não ressuscitou é vã a nossa fé". (1Cor.15,14.17)

Jesus Cristo está Vivo entre nós.


Desejo a todos uma feliz e santa Páscoa, na alegria de Jesus Ressuscitado.


Adenda
Comentário do p. José António Carneiro com a resposta correcta: «a Quaresma começa com as cinzas e termina na Quinta feira santa, antes da Missa da Ceia do Senhor e depois da Missa Crismal que o bispo preside e na qual concelebra o clero diocesano e na qual benze os óleos... Nao sei se acaba às 12h ou às 17h... Mas isso é o menos importante... Com a missa da Ceia do Senhor começa o Tríduo Pascal que já nao é Quaresma.

A Carta apostólica de Paulo VI, aprovando as Normas Universais do Ano Litúrgico e o novo Calendário Romano geral, diz, no n. 28: "O tempo da Quaresma vai de Quarta-feira de Cinzas até a Missa na Ceia do Senhor (Quinta-feira santa, à tarde), exclusive".»

domingo

A Luz que vem de Deus

«Prossegue a nossa caminhada quaresmal, pois chega o quarto domingo. Oxalá a estejamos a aproveitar.

A Palavra de Deus deste domingo está marcada pela cura do cego, para ajudar a perceber que há uma cegueira pior, e que o Senhor quer curá-la nos baptizados. Diz o povo, na sabedoria milenária, que “não há maior cegueira do que não querer vê-la”. Peçamos ao Senhor que nos cure desta terrível cegueira. O convite que nos é dirigido apela à vivência do Baptismo, começando na primeira leitura, a propósito da unção com óleo, passando depois pela chamada de passar das trevas do pecado e do erro, para o caminho da luz. S. Paulo lembra: “Desperta, tu que dormes…” Mas agora Jesus nos quer curar pela fé, pois o pecado nos impede de ver.

"Senhor nosso Deus que, pelo vosso Filho, realizais admiravelmente a reconciliação do género humano, concedei ao povo cristão fé viva e espírito generoso, a fim de caminhar alegremente para as próximas solenidades pascais. Por NSJC…" (Oração de coleta do IV Domingo da Quaresma)

Para melhor vivermos o baptismo, com a cura da cegueira do pecado, o Senhor nos propõe o sacramento da Reconciliação. É esta graça que solicitamos logo no início da Eucaristia. Desta maneira nos preparamos para celebrar a Páscoa com verdade, passar da morte à vida nova.

"Ele foi, lavou-se e começou a ver." (Jo. 9, 1-41)

Acolho esta Palavra. Também eu me quero lavar, curar as minhas cegueiras, libertar das prisões do pecado, e experimentar uma vida nova e plena em Cristo ressuscitado. Essa graça vem-me pela Confissão. Também “eu creio, Senhor”!» 
(Pe.Armando Duarte, partilha/reflexão para o IV Domingo da Quaresma, ano A e semana que se lhe segue)


Uma outra reflexão - pelo padre Manuel Barbosa, scj


«Talvez a oração mais verdadeira deste Evangelho seja simples:
Senhor, que eu veja.

Que eu veja o bem que existe nas pessoas.
Que eu veja a tua presença na minha vida.
Que eu veja a beleza escondida nas pequenas coisas.
Que eu veja a dor que precisa da minha compaixão.

Porque quando Deus abre os olhos de alguém…
o mundo continua o mesmo —
mas tudo começa a ser visto de outra maneira.»

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