Dão nas vistas em qualquer lugar
Jogando com as palavras como ninguém
Sabem como hão-de contornar
As mais directas perguntas
Aproveitam todo o espaço
Que lhes oferecem na rádio e nos jornais
E falam com desembaraço
Como se fossem formados em falar demais
Demagogia feita à maneira
É como queijo numa ratoeira
P’ra levar a água ao seu moinho
Têm nas mãos uma lata descomunal
Prometem muito pão e vinho
Quando abre a caça eleitoral
Desde que se vêem no poleiro
São atacados de amnésia total
Desde o último até ao primeiro
Vão-se curar em banquetes, numa social
Demagogia feita à maneira
É como queijo numa ratoeira
Demagogia- Lena D’Água (Single, EMI, 1982)
Há canções que não são novas mas que permanecem actuais.
É como no reino dos pardais:
eles não conseguem mudar os acordes aos chilreios
mas quando se juntam fazem um grande cagaçal.
24/06/2010
09/06/2010
É o meu Violino!
Numa certa manhã de Outono, um pobre cego pedia esmola à porta de uma igreja, como fazia todos os domingos, com um pequeno cão que ele tinha ensinado a sentar-se sobre as patas traseiras segurando na boca um velho chapéu amassado, onde ele esperava que algumas almas caridosas lhe lançassem umas pobres moedas.
O mendigo tocava, ou melhor, tentava tocar uma canção no velho violino que rangia desafinado, e os frequentadores do local davam pouca importância àquela dupla de artistas passando por ambos sem ao menos olhar para eles.
Porém, nessa manhã, sucedeu passar por ali um senhor muito distinto que, ao ver o cego a tocar o violino tão desafinadamente, pediu-lho emprestado, quando ele terminou a canção.
Afinou cuidadosamente as cordas e começou a tocar. E fê-lo de tal maneira que em poucos minutos a praça ficou cheia de gente, formando à sua volta um apertado círculo de espectadores. As notas ecoavam no ar com uma agilidade e vibração arrebatadoras.
A música era tão harmoniosa que todos estavam encantados a ouvi-la.
Foi quando, no meio do silêncio, se ouviu um grito:
- É o meu violino, é o meu violino!
Era o pobre mendigo que bradava entusiasmado, orgulhoso, porque do seu violino saía uma música tão maravilhosa...
Depois de executar várias peças musicais, sob o aplauso delirante do público que se acotovelava, o desconhecido entregou o violino ao mendigo e desapareceu apressado, deixando todos perplexos e maravilhados, e a pergunta era uma só:
- Quem é este músico maravilhoso?
Um dos presentes adiantou-se e pegando no chapéu da boca do pequeno animal, estendeu-o ao público, dizendo:
- Os senhores acabam de ouvir um grande violinista, um mestre, e o espectáculo não foi de graça; por favor, contribuam para este homem, assim como o excelente violinista o fez.
E as esmolas foram tantas que o pequeno cãozinho não podia suportar o peso do chapéu.
(Adaptado)
• É curioso observar que aquele violinista não deu uma moeda sequer de esmola ao cego, mas com o seu talento e humildade, provavelmente transformou o dia daquele mendigo no dia mais feliz da sua vida.
• Também podemos concluir que não é por se ter um violino que se produz música. É preciso afiná-lo e saber tirar dele as notas certas para que a melodia seja bela e harmoniosa.
• E assim é na nossa vida: muitas vezes somos como um violino desafinado. Mas se nos deixarmos tocar pelas mãos do Mestre, a melodia será maravilhosa!
O mendigo tocava, ou melhor, tentava tocar uma canção no velho violino que rangia desafinado, e os frequentadores do local davam pouca importância àquela dupla de artistas passando por ambos sem ao menos olhar para eles.
Porém, nessa manhã, sucedeu passar por ali um senhor muito distinto que, ao ver o cego a tocar o violino tão desafinadamente, pediu-lho emprestado, quando ele terminou a canção.
Afinou cuidadosamente as cordas e começou a tocar. E fê-lo de tal maneira que em poucos minutos a praça ficou cheia de gente, formando à sua volta um apertado círculo de espectadores. As notas ecoavam no ar com uma agilidade e vibração arrebatadoras.
A música era tão harmoniosa que todos estavam encantados a ouvi-la.
Foi quando, no meio do silêncio, se ouviu um grito:
- É o meu violino, é o meu violino!
Era o pobre mendigo que bradava entusiasmado, orgulhoso, porque do seu violino saía uma música tão maravilhosa...
Depois de executar várias peças musicais, sob o aplauso delirante do público que se acotovelava, o desconhecido entregou o violino ao mendigo e desapareceu apressado, deixando todos perplexos e maravilhados, e a pergunta era uma só:
- Quem é este músico maravilhoso?
Um dos presentes adiantou-se e pegando no chapéu da boca do pequeno animal, estendeu-o ao público, dizendo:
- Os senhores acabam de ouvir um grande violinista, um mestre, e o espectáculo não foi de graça; por favor, contribuam para este homem, assim como o excelente violinista o fez.
E as esmolas foram tantas que o pequeno cãozinho não podia suportar o peso do chapéu.
(Adaptado)
• É curioso observar que aquele violinista não deu uma moeda sequer de esmola ao cego, mas com o seu talento e humildade, provavelmente transformou o dia daquele mendigo no dia mais feliz da sua vida.
• Também podemos concluir que não é por se ter um violino que se produz música. É preciso afiná-lo e saber tirar dele as notas certas para que a melodia seja bela e harmoniosa.
• E assim é na nossa vida: muitas vezes somos como um violino desafinado. Mas se nos deixarmos tocar pelas mãos do Mestre, a melodia será maravilhosa!
31/05/2010
Mãe, no Teu Mês que Chega ao Fim...
Mãe, o meu dia chegou ao fim
Sinto uma paz dentro de mim
E estou feliz, no meu cansaço
Mãe, por tudo o que eu fui e dei
Leva o meu obrigado ao Pai
Enquanto fico em Teu regaço
Em ti, eu encontrei o que procuro
Mais energia para dar, e para ser
Mãe, és meu caminho e meu seguro
E sinto bem que Tu me estás a acolher
Aqui, o abandono filial
Vou aprender e o Teu colo experimentar
Mãe, confio a Ti meu ideal
E sinto bem que Tu me estás a transformar
Sinto uma paz dentro de mim
E estou feliz, no meu cansaço
Mãe, por tudo o que eu fui e dei
Leva o meu obrigado ao Pai
Enquanto fico em Teu regaço
Em ti, eu encontrei o que procuro
Mais energia para dar, e para ser
Mãe, és meu caminho e meu seguro
E sinto bem que Tu me estás a acolher
Aqui, o abandono filial
Vou aprender e o Teu colo experimentar
Mãe, confio a Ti meu ideal
E sinto bem que Tu me estás a transformar
22/05/2010
Espírito Santo desce sobre nós
(Os 7 Dons do Espírito Santo, inspirados em Isaías 11,2-3)
Estes sete "dons são qualidades dadas por Deus que capacitam o ser humano para seguir com gosto e facilidade os impulsos divinos, para tomar a decisão acertada em situações obscuras e para reprimir as forças do orgulho, do egoísmo e da preguiça, que se opõem à graça de Deus".
“Digo-vos, pois: Andai segundo o Espírito e não satisfareis os apetites da carne.
Porque os desejos da carne são opostos aos do espírito, e estes aos da carne, pois são contrários uns aos outros. É por isso que não fazeis o que quereríeis.
Se, porém, vos deixais guiar pelo Espírito não estais sob a Lei.
Ora as obras da carne são estas:
Prostituição, impureza, desonestidade, idolatria, malefícios, inimizades, contendas, ciúmes, iras, rixas, discórdias, partidarismos, invejas, homicídios, embriaguês, orgias e outras coisas semelhantes, contra as quais vos previno, como já antes vos preveni: os que as praticarem não herdarão o Reino de Deus.
Mas o fruto do Espírito é:
Caridade, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, temperança.
Contra estas coisas não existe lei.
Os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e apetites.”
(Gal. 5, 16-24)
“Digo-vos, pois: Andai segundo o Espírito e não satisfareis os apetites da carne.
Porque os desejos da carne são opostos aos do espírito, e estes aos da carne, pois são contrários uns aos outros. É por isso que não fazeis o que quereríeis.
Se, porém, vos deixais guiar pelo Espírito não estais sob a Lei.
Ora as obras da carne são estas:
Prostituição, impureza, desonestidade, idolatria, malefícios, inimizades, contendas, ciúmes, iras, rixas, discórdias, partidarismos, invejas, homicídios, embriaguês, orgias e outras coisas semelhantes, contra as quais vos previno, como já antes vos preveni: os que as praticarem não herdarão o Reino de Deus.
Mas o fruto do Espírito é:
Caridade, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, temperança.
Contra estas coisas não existe lei.
Os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e apetites.”
(Gal. 5, 16-24)
O cristão é chamado a realizar um projecto de vida num constante converter-se ao crescimento da fé e comprometimento a gerar estes frutos do Espírito na vida do dia-a-dia.
O cristão é chamado a dar testemunho da fé cristã, não só pela palavra, mas em obras - em frutos de Vida Nova do Espírito.
Espírito Santo
Desce sobre nós;
Espírito Santo
Enche-nos de Ti!
Desce sobre nós;
Espírito Santo
Enche-nos de Ti!
09/05/2010
Deus cuidará de ti
Não desanimes, Deus proverá;
Deus cuidará de ti;
Sob Suas asas te acolherá;
Deus cuidará de ti.
Deus cuidará de ti
No teu viver, no teu sofrer;
Seu olhar te acompanhará;
Deus cuidará de ti.
Se o coração palpitar de dor,
Deus cuidará de ti;
Tu já provaste Seu terno amor.
Deus cuidará de ti.
Nos desalentos, nas provações,
Deus cuidará de ti;
Lembra-te dEle nas tentações;
Deus cuidará de ti.
Tudo o que pedes, Ele fará;
Deus cuidará de ti;
E o que precisas, não negará.
Deus cuidará de ti.
Como estiveres, não temas, vem!
Deus cuidará de ti;
Ele te entende e te ama bem!
Deus cuidará de ti.
Letra: Civilla Durfee Martin, 1904
Música: Walter Stillman Martin
"Nada temas, porque estou contigo, não lances olhares desesperados, porque Eu sou o teu Deus; Eu te fortaleço e venho em teu socorro, e te amparo com a Minha destra vitoriosa."
(Isaías 41,10)
Deus cuidará de ti;
Sob Suas asas te acolherá;
Deus cuidará de ti.
Deus cuidará de ti
No teu viver, no teu sofrer;
Seu olhar te acompanhará;
Deus cuidará de ti.
Se o coração palpitar de dor,
Deus cuidará de ti;
Tu já provaste Seu terno amor.
Deus cuidará de ti.
Nos desalentos, nas provações,
Deus cuidará de ti;
Lembra-te dEle nas tentações;
Deus cuidará de ti.
Tudo o que pedes, Ele fará;
Deus cuidará de ti;
E o que precisas, não negará.
Deus cuidará de ti.
Como estiveres, não temas, vem!
Deus cuidará de ti;
Ele te entende e te ama bem!
Deus cuidará de ti.
Letra: Civilla Durfee Martin, 1904
Música: Walter Stillman Martin
"Nada temas, porque estou contigo, não lances olhares desesperados, porque Eu sou o teu Deus; Eu te fortaleço e venho em teu socorro, e te amparo com a Minha destra vitoriosa."
(Isaías 41,10)
30/04/2010
24/04/2010
Tu és, Senhor, o meu Pastor
Pelos prados e campinas verdejantes eu vou,
é o Senhor que me leva a descansar.
Junto às fontes de águas puras repousantes eu vou,
minhas forças o Senhor vai animar.
Tu és, Senhor, o meu pastor,
por isso nada em minha vida faltará. (bis)
Nos caminhos mais seguros junto d’Ele eu vou,
e pra sempre o seu nome eu honrarei.
Se eu encontro mil abismos nos caminhos eu vou,
segurança sempre tenho em suas mãos.
Ao banquete em sua casa muito alegre eu vou,
um lugar em sua mesa me preparou.
Ele unge minha fronte e me faz ser feliz
e transborda a minha taça em seu amor.
Bem à frente do inimigo confiante eu vou,
tenho sempre o Senhor junto de mim.
Seu cajado me proteje e eu jamais temerei
sempre junto do Senhor eu estarei.
Co’alegria e esperança, caminhando eu vou,
minha vida está sempre em Suas mãos.
E na casa do Senhor eu irei habitar
e este canto para sempre eu cantarei.
Pelos Prados e Campinas
(Padre Zezinho, Pelos Prados e Campinas - Salmo 22)
(Partitura e acordes)
é o Senhor que me leva a descansar.
Junto às fontes de águas puras repousantes eu vou,
minhas forças o Senhor vai animar.
Tu és, Senhor, o meu pastor,
por isso nada em minha vida faltará. (bis)
Nos caminhos mais seguros junto d’Ele eu vou,
e pra sempre o seu nome eu honrarei.
Se eu encontro mil abismos nos caminhos eu vou,
segurança sempre tenho em suas mãos.
Ao banquete em sua casa muito alegre eu vou,
um lugar em sua mesa me preparou.
Ele unge minha fronte e me faz ser feliz
e transborda a minha taça em seu amor.
Bem à frente do inimigo confiante eu vou,
tenho sempre o Senhor junto de mim.
Seu cajado me proteje e eu jamais temerei
sempre junto do Senhor eu estarei.
Co’alegria e esperança, caminhando eu vou,
minha vida está sempre em Suas mãos.
E na casa do Senhor eu irei habitar
e este canto para sempre eu cantarei.
Pelos Prados e Campinas
(Padre Zezinho, Pelos Prados e Campinas - Salmo 22)
(Partitura e acordes)
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Caminhando na Fé,
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Letras,
Músicas
16/04/2010
A Vida Deixa Sempre a Porta Aberta
A vida é tão diferente
Daquilo que sonhamos
Talvez o nosso mal seja acordar
Lancei o meu futuro
Para lá do firmamento
E agora não consigo lá chegar
Estou a sentir
A minha voz perdida no deserto
Mas sou quem diz
Que a vida deixa sempre a porta aberta
P'ra que eu possa lá entrar
E quem sabe regressar
À mais pura inocência
A vida é tão diferente
Dos sonhos que lembramos
Eu sei que o nosso mal é recordar
Perdi o teu futuro
P'ra lá do nosso tempo
E agora não consigo lá voltar
Estou a Sentir
A minha voz perdida no deserto
Mas sou quem diz
Que a vida deixa sempre a porta aberta
P'ra que eu possa lá entrar
E quem sabe te encontrar
Na mais pura inocência
(Polo Norte, Pura Inocência)
(acordes)
Mas sou quem diz
Que a vida deixa sempre a porta aberta
Daquilo que sonhamos
Talvez o nosso mal seja acordar
Lancei o meu futuro
Para lá do firmamento
E agora não consigo lá chegar
Estou a sentir
A minha voz perdida no deserto
Mas sou quem diz
Que a vida deixa sempre a porta aberta
P'ra que eu possa lá entrar
E quem sabe regressar
À mais pura inocência
A vida é tão diferente
Dos sonhos que lembramos
Eu sei que o nosso mal é recordar
Perdi o teu futuro
P'ra lá do nosso tempo
E agora não consigo lá voltar
Estou a Sentir
A minha voz perdida no deserto
Mas sou quem diz
Que a vida deixa sempre a porta aberta
P'ra que eu possa lá entrar
E quem sabe te encontrar
Na mais pura inocência
(Polo Norte, Pura Inocência)
(acordes)
Mas sou quem diz
Que a vida deixa sempre a porta aberta
14/04/2010
Isto é progresso?
"O vitupério anti-católico prolifera (...) O católico molesta, incomoda, é uma fraude."
Leis, ironias, blasfémias, preconceitos e sarcasmo. O desdém. E patadas ao mais sagrado.
(...)
Assim, destilam amargura e soberba. E uma suposta e esotérica moral laica que pontifica e interpreta segundo convém. (...) A cultura cristã não pega, é demasiado intransigente." (Padres Inquietos)
(...)
Assim, destilam amargura e soberba. E uma suposta e esotérica moral laica que pontifica e interpreta segundo convém. (...) A cultura cristã não pega, é demasiado intransigente." (Padres Inquietos)
"Não penseis que eu vim trazer paz sobre a Terra; eu não vim trazer a paz, mas a espada." (Mt. 10, 34)
11/04/2010
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