“Todos podem encontrar em São José – o homem que passa despercebido, o homem da presença quotidiana discreta e escondida – um intercessor, um amparo e um guia nos momentos de dificuldade (...) conforto e alívio das graves tribulações humanas e sociais que hoje dominam o mundo contemporâneo”.
São José é o padroeiro da Igreja; da família; dos trabalhadores; das almas aflitas...
São-lhe celebradas duas festas: a 19 de Março – Esposo da Virgem Maria, Dia do Pai; e a 1 de Maio – São José Operário.
Dirijamos-lhe as nossas orações.
«Glorioso Patriarca São José, cujo poder consegue tornar possíveis as coisas impossíveis, vinde em minha ajuda nestes momentos de angústia e dificuldade. Tomai sob a vossa protecção as situações tão graves e difíceis que vos confio, para que obtenham uma solução feliz. Meu amado Pai, toda a minha confiança está colocada em Vós. Que não se diga que eu vos invoquei em vão, e dado que tudo podeis junto de Jesus e Maria, mostrai-me que a vossa bondade é tão grande como o vosso poder. Ámen»
(oração rezada diariamente pelo Papa Francisco a São José, tirada dum livro francês de devoções, do século XIX, da Congregação das Religiosas de Jesus e Maria)
«Ah! Vós que ninguém jamais invocou em vão! Vós cujo poder junto a Deus é tão grande que se diz: "No céu José manda, não suplica!", rogai e intercedei por mim junto a Jesus. Sede meu advogado junto a este divino Filho, de quem fostes na terra protetor fiel. Ajuntai a todas as vossas glórias aquela de ganhar a causa desesperada que vos confio... (citar o que deseja). Eu creio, sim, eu creio que podeis acudir os meus votos, livrando-me das penas que me acabrunham e das amarguras de que sofre a minha alma. Tenho, além disso, confiança em que nada deixareis de fazer em favor do aflito que vos implora.Humildemente prostrado a vossos pés eu vos peço: Tende piedade de minhas súplicas e de minhas lágrimas, cobri-me com a vossa misericórdia e abençoai-me.
Assim seja.»
Glorioso São José, castíssimo esposo da Virgem Maria, rogai por nós!
E para o encerramento do Ano de São José, o Papa convidou os católicos a rezar a seguinte oração:
"São José,
vós que sempre confiastes em Deus e fizestes as vossas escolhas, guiado pela sua providência, ensinai-nos a não contar tanto com os nossos projectos, mas com o Seu desígnio de amor. Vós, que viestes das periferias, ajudai-nos a converter o nosso olhar e a preferir o que o mundo descarta e marginaliza. Confortai quantos se sentem sozinhos e apoiai quantos se comprometem em silêncio para defender a vida e a dignidade humana. Ámen."
O Zé do Sacho tem o sacho atrás da porta
Com que ele vai sachar a horta;
Tem toca e meia de pinho
Onde os morcegos fazem ninho;
Tem um altar curto e baixo,
Tem apenas um capacho
Por onde entra e sai o ar.
Meus senhores queiram notar
A cabana do Zé do Sacho!
O tio Zé contava-me assim pequeninas histórias, contos curtos em lengalengas que me deleitavam na infância e que eu mandava sempre repetir. Hoje recuperei este, cujas frases completas já me esqueciam, mas que a minha prima ainda se lembrava bem.
Às vezes é fácil pensar que amor
é dizer palavras lindas ao vento (sim)
Às vezes é fácil pensar que amar
é sentir no peito aquela dor e dizer eu te amo, (humhum)
Mas não é assim
amor é muito mais do que aquilo que o mundo vê
Mas é só pedir a Cristo:
me ensina a amar
Me ensina a cuidar
Ó meu Senhor
pois só tu sabes o que é real amor
me ensina a amar
Me ensina a cuidar
Ó meu Senhor
pois só tu sabes o que é real amor
Pois amar não é fácil
nele não há inveja, nem mentira
e sempre há compaixão (sim)
amor é um sacrifício
amor não é indecente, sempre é crente
e não é traição (naão)
Mas não é assim
amor é muito mais do que aquilo que o mundo vê
Mas é só pedir a Cristo:
me ensina a amar
Me ensina a cuidar
Ó meu Senhor
pois só tu sabes o que é real amor
me ensina a amar
Me ensina a cuidar
Ó meu Senhor
pois só tu sabes o que é real amor
Ooohooo
É Jesus Cristo que me vai ensinar
o verdadeiro amor
Porque Ele deu sua vida por mim
e não há amor igual
Me ensina a amar (me ensina a amar)
Me ensina a cuidar (me ensina a cuidar)
Ó meu Senhor (Ó Jesus Cristo)
pois só tu sabes o que é real amor (só tu, só tu)
me ensina a amar (me ensina a amar)
Me ensina a cuidar (me ensina cuidar)
Ó meu Senhor
pois só tu sabes o que é real amor (pois só tu sabes, só tu sabes)
me ensina a amar (éhé)
Me ensina a cuidar (óhó)
Ó meu Senhor
pois só tu sabes o que é real amor
me ensina a amar (só tu sabes)
Me ensina a cuidar (só tu sabes)
Ó meu Senhor
pois só tu sabes o que é real amor (Anselmo Ralph, Me ensina a amar)
O Senhor é meu Pastor
Nada me falta, nada me falta
Leva-me a descansar em verdes prados
Conduz-me às águas refrescantes.
Reconforta a minha alma
E conduz-me por Seus caminhos,
Por amor do Seu nome,
Por amor do Seu nome.
Ainda que eu passe por vales tenebrosos,
Nada temo, porque Tu estás comigo.
Teu bastão e Teu cajado confortam meu sofrimento.
Meu Senhor e bom Pastor,
Meu Senhor e bom Pastor.
Preparas diante de mim mesa abundante,
À vista dos meus inimigos;
Unges com óleo minha cabeça,
E transborda a minha taça
Meu Senhor e bom Pastor,
Meu Senhor e bom Pastor.
Tua bondade e graça me acompanham
Porque sei, Senhor, que Tu estás comigo.
Habitarei na Tua casa
Nos dias da minha vida,
Por todo o sempre, meu Senhor,
Por todo o sempre, meu Senhor. (Salmo 23)
I
Venho-vos cantar os reis,
Pela folhinha da vinha,
Senhora abra-nos a porta,
Que eu quero ver a lapinha.
Coro
Se vós não sabíeis,
Agora sabeis
Que no dia de hoje,
Se cantam os reis.
II
Venho-vos cantar os reis,
Pela folhinha da rama,
Se vós ainda estais deitada,
Levante-se já da cama.
III
Venho-vos cantar os reis,
Pela folha de hortelã,
Se não nos abre a porta,
Boa noite e até amanhã.
IV
Donde eu estou bem vejo,
Uma luzinha deserta,
Graças a Deus para sempre,
Que eu já vejo a porta aberta. (Tradicional madeirense)
O Cantar dos Reis é uma tradição secular celebrada na altura da Epifania - Dia de Reis -, tendo lugar em muitas localidades a partir das 23 horas da noite do dia 5 de Janeiro e durante o dia 6, mas cada vez menos porta a porta. É uma tradição equiparada à das Janeiras, que tem sofrido novas dinâmicas, muitas vezes fundindo-se Cantar dos Reis e Janeiras, em que estas tinham início no dia 1, ou ainda antes - por volta do dia 26 de Dezembro -, estendendo-se até ao dia 6, ou além disso prolongando-se durante todo o mês de Janeiro.