sexta-feira
Pisei uma cobra
segunda-feira
Ser discípulo
No 22.º Domingo Comum, a liturgia da Igreja convida-nos a descobrir “a loucura da cruz”, e é-nos proposto seguir os passos de Jesus, para uma entrega da vida, como oferta de amor. Deixemo-nos seduzir pelo Senhor, como Jeremias, para nos oferecermos, pela misericórdia de Deus, para agir segundo a sua vontade. Como discípulos, seguiremos o caminho de Jesus, e não andaremos à procura de triunfos e êxitos mundanos, mas queremos ter uma atitude semelhante a Jesus, no dom da vida, até à morte, se necessário.
Deus todo poderoso, de quem procede todo
o dom perfeito, infundi em nossos corações o amor do vosso nome e, estreitando
a nossa união convosco, dai vida ao que em nós é bom e protegei com solicitude
esta vida nova. Por NSJC…
Por bons que possamos ser, só o amor de Deus, no nosso coração, realiza o que há de melhor, e nos leva à plenitude pela vida nova. Peçamos essa graça.
“Se alguém quiser seguir-Me, renuncie a
si mesmo, tome a sua cruz, e siga-Me”
Jesus ensina-nos como ganhar a nossa
vida, e adverte-nos de como podemos perdê-la. Procuremos ser seus discípulos,
assumindo a nossa cruz, para darmos a vida. Por isso rezemos.
(Pe.Armando Duarte, partilha/reflexão para a XXII semana Comum, ano A)
Quem pensa só em si mesmo, quem usa os outros, quem muda de ideias, quem julga sem se expor, nunca entenderá a linguagem da cruz! Porque a cruz é outra coisa...»
Assunção de Nossa Senhora ao Céu
Jesus está connosco
«O tempo de férias, mais do que ser apenas aproveitado para descanso, deve proporcionar a descoberta de outros horizontes, privelegiar a relação pessoal, nomeadamente com a família e amigos, aprofundar a dimensão de Deus, e valorizar a beleza da natureza e do ambiente. Se isso não acontecer, podemos terminar este tempo de repouso mais cansados, deprimidos e empobrecidos. Que por isso seja bem vivido!
A liturgia deste domingo, o XIX Domingo comum, convida a abrir-nos à revelação de Deus. Fala-nos de um Deus apostado em percorrer, de braço dado com os homens, os caminhos da história. Como o profeta Elias, o encontro com Deus faz-se na simplicidade e na interioridade. Ele está na “brisa suave”. Que não tenhamos recusas, na relação com Ele, como S. Paulo lembra aos romanos. Mas, as adversidades devem proporcionar a experiência da fé, para sermos fortalecidos na confiança, como Jesus lembrou a Pedro, no episódio da tempestade na barca.
"Deus todo poderoso e eterno, a quem o
Espírito Santo nos ensina a chamar confiadamente nosso Pai, fazei crescer o
espírito filial em nossos corações para merecermos entrar um dia na posse da
herança prometida. Por NSJC…" (Oração de
"Tu és verdadeiramente o Filho de Deus." (
Como os discípulos, prostremo-nos e
adoremos, rezando esta Palavra, com frequência.
Como é bom experimentar a presença de Jesus, na barca da Igreja, acompanhando a caminhada da História, para enfrentar as tempestades de todos os tempos! Também a nós, Jesus poderá ter de dizer: "homem de pouca fé, porque duvidaste?" No reconhecimento da sua divindade, Ele continua a encher-nos de confiança.»
(Pe.Armando Duarte, partilha/reflexão para XIX semana do Tempo Comum, ano A)
quarta-feira
Transfigurados por Cristo
Deus eterno e omnipotente, que na
gloriosa transfiguração do vosso Filho Unigénito confirmastes os mistérios da
fé, com o testemunho da Lei e dos Profetas, e de modo admirável anunciastes a
adopção filial perfeita, fazei que, escutando a Palavra do vosso amado Filho,
mereçamos participar da sua glória. Por NSJC…
sábado
O Reino de Deus É Graça e Partilha
A celebração da Eucaristia é fundamental, para uma fé autêntica e coerente. Não pode haver domingo sem Eucaristia.
Do Evangelho Mt 14, 13-21 (do XVIII Domingo comum ano A):
«Dai-lhes vós de comer»
domingo
A semente do Reino
«A nossa participação regular na Eucaristia é fundamental, para que muitos não fiquem arredados do essencial da vida de fé e da experiência autêntica da vida cristã. Tal como precisamos de alimentar-nos regularmente, igualmente a fé, para ser verdadeira, precisa do alimento fundamental.
Celebramos a liturgia do XV Domingo Comum, que nos convida a viver a importância da Palavra de Deus, para alimento da nossa fé. Tal como a chuva, ao cair sobre a terra, produz o seu fruto, assim a Palavra que sai da boca de Deus, lembra a 1ª leitura. É nosso dever preparar a terra do nosso coração, para frutificar. Mas é o Espírito que opera a renovação, pela libertação do nosso corpo, lembra a carta os Romanos. Por isso, Jesus quer continuar a lançar a semente do Reino, no terreno do nosso coração. É nosso dever prepará-lo para frutificar.
"Senhor nosso Deus, que mostrais aos errantes a luz da
vossa verdade para poderem voltar ao bom caminho, concedei a quantos se
declaram cristãos que, rejeitando tudo o que é indigno deste nome, sigam
fielmente as exigências da sua fé. Por NSJC…" (
Declarar-se cristão não se faz apenas por palavras, mas leva ao compromisso de ser outro Cristo e a praticar as exigências da fé. É essa graça que pedimos na Eucaristia de hoje.
"E aquele que recebeu a palavra em boa terra é o que
ouve a palavra e a compreende".
A Palavra é eficaz: cumpre o que anuncia. Mas dará fruto mais abundante, pela nossa resposta, preparando o terreno do nosso coração. Na oração, o Espírto Santo vem ajudar-nos.»
"A pregação que frutifica, a pregação que aproveita, não é aquela que dá gosto ao ouvinte, é aquela que lhe dá pena.
Revelação aos pequeninos
«No XIV Domingo Comum, em que a Palavra de Deus faz um convite à humildade e à pequenez (espiritualmente), pois os arrogantes, vaidosos e autosuficientes, não são capazes de perceber, pois que estão cheios de si, Deus revela-se aos simples e humildes.
Senhor nosso Deus, que, pela humilhação do vosso Filho, levantastes o mundo decaído, dai aos vossos fiéis uma santa alegria, para que, livres da escravidão do pecado, possam chegar à felicidade eterna. Por NSJC… (Oração de colecta do XIV Domingo Comum)
"Vinde a Mim… e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração". (Mt. 11, 25-30)»
(Pe.Armando Duarte, partilha/reflexão para a semana que segue ao XIV Domingo Comum, ano A)segunda-feira
Escola de discipulado
domingo
Não tenhais medo dos homens
Chega o Verão, a lembrar as férias, mas como referimos anteriormente, não há férias para Deus, para a oração, para a Eucaristia, de modo a não perdermos o horizonte duma vida que aspira à eternidade e à glória. (...)
Precisamos de quem anuncie caminhos de vida, para não andarmos desorientados e perdidos, como facilmente verificamos no seio da sociedade actual. Como discípulos de Jesus, queremos segui-l’O e testemunhá-l’O, com a mais feliz concretização dum horizonte rasgado, que nos faça avançar pelos critérios do Reino.
Cristo chama e envia
Ele chama-nos pelo nosso nome.
Uma vez chegados ao tempo de férias, tenhamos o cuidado de não pautar a nossa relação com Deus no nível dos nossos esquemas terrenos. Isto é: porque entramos em férias, não podemos pensar que dispensamos a nossa relação com Deus por uns meses. Porque a Eucaristia é um banquete, a Ceia do Senhor. Nós também não suspendemos as nossas refeições habituais, e a nossa relação com os amigos e uns com os outros. E Cristo é o nosso maior amigo, que deu (e continua a dar) a vida por nós. Vale a pena lembrar que, logo nos primórdios da Igreja, os cristãos diziam que, ao domingo, não podemos viver sem a Eucaristia.
Chegados ao XI Domingo do tempo comum, somos convidados a viver a presença contante de Deus no mundo. Por isso, enchamo-nos da sua Vida a experimentar a salvação que nos oferece. Tudo isto pressupõe uma relação constante e autêntica com Deus.Senhor nosso Deus, fortaleza dos que esperam em Vós, atendei propício as nossas súplicas; e, como sem Vós nada pode a fraqueza humana, concedei-nos sempre o auxílio da vossa graça, para que as nossas vontades e acções Vos sejam agradáveis, no cumprimento fiel dos vossos mandamentos. Por NSJC… (Oração de colecta do XI Domingo comum)
Só com a graça de Deus se pode corresponder ao que Ele quer de nós. Por isso lha pedimos, para mover a nossa vontade e o nosso agir, de acordo com o seu projecto.
"Recebestes de graça, dai de graça." (Mt. 9,36 -10, 8)
Cristo chamou 12 apóstolos, e enviou-os. Continua a chamar cada um de nós. Procuremos escutá-lO, e segui-lO. A vocação e a missão é para todos: Ide. Se eu O não escutar e seguir, ninguém o fará por mim!
sábado
Nós somos o povo de Deus
Refrão: Nós somos o povo de Deus,
somos as ovelhas do seu rebanho.
Nós somos o povo de Deus.
Aclamai o Senhor, terra inteira,
servi o Senhor com alegria,
vinde a Ele com cânticos de júbilo.
Sabei que o Senhor é Deus,
Ele nos fez, a Ele pertencemos,
somos o seu povo, as ovelhas do seu rebanho.
Porque o Senhor é bom,
eterna é a sua misericórdia,
a sua fidelidade estende-se de geração em geração.
domingo
Vem, Espírito de Deus!
Começamos hoje com a saudação final da terceira carta de
S. João. Que riqueza!
Termina o Tempo Pascal com esta solenidade do Pentecostes, em que se celebra a descida do Espírito sobre Maria e os Apóstolos, no Cenáculo. Que grande alegria e felicidade pela fidelidade de Deus, e pelo cumprimento da promessa de Jesus Cristo. O Espírito Santo veio duma forma extraordinária, como línguas de fogo, e agindo na vida dos Apóstolos, a tal ponto que abriram as portas, e vieram para a rua anunciar Jesus Cristo, convidando à conversão.
Naturalmente que no centro da solenidade do Pentecostes está o Espírito Santo. É Ele que renova, dá vida e constrói a Igreja. A 1ª leitura descreve o acontecimento do Pentecostes, congregando numa mesma comunidade todos os povos, raças e línguas. A 2ª leitura apresenta-nos a diversidade de dons a edificar a comunidade no Corpo de Cristo. No Evangelho, Jesus transmite o Espírito Santo aos discípulos, soprando sobre eles. Encontramos o Senhor na assembleia dos crentes, que se abre para acolher os dons.
Senhor nosso Deus, que, no mistério de Pentecostes,
santificais a Igreja, dispersa entre todos os povos e nações, derramai sobre a
terra os dons do Espírito Santo, de modo que, também hoje, se renovem nos
corações dos fiéis os prodígios realizados nos primórdios da pregação do
Evangelho. Por NSJC…
Suplicamos os dons de Deus, nesta oração inicial, para que transformem os nossos corações e se renove a face da terra. O Pentecostes, não só aconteceu várias vezes, como descrevem os Actos dos Apóstolos, mas continua a fazer crescer e vivificar a Igreja.
Recebei o
Espírito Santo (
O encontro
dos discípulos com o Senhor ressuscitado, no primeiro dia da semana, é
um convite em cada domingo, a fazermos a mesma experiência, para nos deixarmos
renovar e transformar. Supliquemos ao Senhor que nos dê o Seu Espírito, para sermos
iluminados, renovados e vivificados. Deus dá o Espírito Santo a quem lh’O pede.
(Pe.Armando Duarte, partilha/reflexão para a semana que segue ao Domingo de Pentecostes - ano A)
sábado
Ele está connosco para sempre
«Quase a finalizar o Tempo Pascal, celebramos a Ascensão do Senhor aos Céus. Ascensão é subir pelo seu próprio poder, distinguindo-se de Assunção (a 15 de Agosto), que é subir pelo poder de outrem. Cristo, que é Deus, sobe até ao Pai por si mesmo. Além disso, indica-nos o sentido da nossa caminhada: vimos de Deus, que nos deu a vida, e vamos para Deus, para nos tornarmos participantes da Sua glória. Que felicidade!
Acolhendo o dom de vivermos a Ascensão de Cristo aos Céus, somos convidados a ser inundados de alegria e de esperança: alegria, porque Jesus vai para o Pai, para nos enviar o Espírito Santo, e continuar sempre connosco; esperança, porque assumiu a nossa humanidade, e agora a faz penetrar nos céus. Jesus, que amou, serviu e deu a vida, indica-nos o caminho que devemos seguir, assumindo a missão que nos confia, de testemunharmos o projecto libertador que Ele iniciou. Queremos ter a honra e a dignidade de sermos seus continuadores. Essa é a missão que as leituras da Ascenção nos apontam.
"Deus todo poderoso, fazei-nos exultar em santa alegria e
em filial acção de graças, porque a ascensão de Cristo, vosso Filho, é a nossa
esperança: tendo-nos precedido na glória, como nossa Cabeça, para aí nos chama,
como membros do seu Corpo. Ele que é Deus e convosco vive e reina, na unidade
do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos." (
Nesta oração pedimos a Deus a alegria e a esperança, para nos entregarmos à missão de continuar o compromisso do chamamento que nos dirige, como membros da sua comunidade. Somos o seu Corpo, e queremos estar unidos à Cabeça, em comunhão (= comum união).
"Ide e ensinai todas as nações… Eu estou sempre convosco
até ao fim dos tempos." (
Não estamos órfãos! Esta mensagem também quer ajudar a entender que Ele é o Emanuel, Deus connosco, mas é sobretudo a Palavra de Deus a fazê-lo sentir mais vivamente.
A nossa oração orienta-se em duas traves mestras:
corresponder ao imperativo da evangelização e à consolação de O termos sempre
ao nosso lado. Por isso nos entregamos a Ele, com a força do seu Espírito: eis-me
aqui, Jesus, envia-me! Podes contar comigo, porque quero estar contigo!»
(Pe.Armando Duarte, partilha/reflexão para a Ascensão do Senhor e a semana que se lhe segue)
domingo
Eucaristia e Igreja nascem da ressurreição
segunda-feira
domingo
Este é o dia que fez o Senhor!
«Se domingo vem de Dominus (Senhor), então o domingo da Ressurreição é o que dá sentido a todos os domingos e à Eucaristia, na comunidade, para o encontro com o Senhor Ressuscitado e com os irmãos. É assim que participamos na sua Ressurreição, e somos vivificados. Deste modo, a ressurreição de Cristo transforma também o Corpo, que somos nós, e comunica o seu Espírito, e a sua paz, à Igreja. Quem não participa, deixa de receber esta luz, esta graça e esta vida.
Hoje é a festa das festas, o dia dos dias! Porque é Páscoa (passagem), faz-nos descobrir que estamos em caminhada, inundados de alegria e de esperança, porque é o começo duma nova criação!
A Páscoa faz-nos descobrir o sentido do nosso baptismo, participando na morte e na ressurreição de Cristo, para o caminho numa vida nova. A vigília pascal, da noite anterior, é essa grande vivência. Cristo esteve morto e ressuscitou, para oferecer essa vida, a quem experimenta pela fé uma vida em Cristo. A ressurreição de Jesus oferece-nos uma vida em plenitude, feita dom de amor e de serviço. Não queiramos, pois, ficar na mediocridade, duma vida superficial e apenas sustentada pelas coisas passageiras e vazias. Tentemos perceber o testemunho dos primeiros discípulos, como nos anuncia a primeira leitura da Eucaristia da Ressurreição, e interroga-te se, na verdade, participas deste dinamismo, como nos pede o texto da Epístola aos Colossenses, que escutámos em segundo lugar. Mas, depois, procura entender como a descoberta do túmulo vazio foi o início para uma transformação autêntica, na vida das primeiras testemunhas.
Senhor Deus do universo, que neste dia, pelo vosso Filho Unigénito, vencedor da morte, nos abristes as portas da eternidade, concedei-nos que, celebrando a solenidade da ressurreição do Senhor, renovados pelo vosso Espírito, ressuscitemos para a luz da vida. (Oração de Colecta do Domingo da Ressurreição)
Repara no que esta oração apresenta! Cristo esteve morto e ressuscitou, passados três dias. Por isso, o céu desce à terra, e abre a porta da eternidade. A ressurreição de Jesus é o primeiro passo, que nos permite ressuscitar, e começar a viver o céu, na terra, com uma vida plena!
"Viu e
acreditou" (
O discípulo amado viu o sepulcro vazio, e as coisas todas em ordem. A ausência do corpo morto de Jesus fê-lo dar um passo em frente na fé. Por isso, acreditou! Cada um de nós busque os sinais da ressurreição de Jesus.
Aleluia! »
(Pe. Armando Duarte, partilha/reflexão para o Domingo de Páscoa e primeira semana da Páscoa)
sábado
Silêncio e Solidão
«Uma antiga homilia do Século IV nos diz sobre o Sábado Santo:
Eis o Sábado Santo que é o dia do escondimento de Deus, nos dizia Bento XVI.
Uma certeza nos guia...
A Quaresma começa na Quarta-feira de Cinzas e termina antes da Páscoa.
É um tempo (quadragésima) de 40 dias de preparação para a Páscoa da Ressurreição de Jesus.
Mas qual é o dia certo em que termina?
Algumas pesquisas:
1. "Começa em Quarta-Feira de Cinzas e termina pela tarde de Quinta-Feira Santa": (Portal Ecclesia - Quaresma- Secretariado Nacional de Liturgia)
2. "Começa na quarta-feira de cinzas e termina na quarta-feira da Semana Santa": (A Quaresma, caminhada para a Páscoa - Paroquia PACO de ARCOS)
3. "Começa na quarta-feira de Cinzas e termina no sábado de Aleluia": (Afinal, o que é a Quaresma? - Alvorada On-Line * Jornal Lourinhã)
4. "Começa na Quarta-feira de Cinzas e termina no Domingo de Ramos": (Tempo da Quaresma - Paróquia Rosa Mística)
5. "Começa com a Quarta-Feira de Cinzas e termina com o Domingo de Páscoa": (entramos na quaresma e veja o seu significado - portucália - Sapo)
...
Mas uma certeza nos guia: Jesus Cristo Vive.
Ressuscitou no Domingo de Páscoa, como havia dito. Porque "se Cristo não ressuscitou é vã a nossa fé". (1Cor.15,14.17)
Jesus Cristo está Vivo entre nós.
Desejo a todos uma feliz e santa Páscoa, na alegria de Jesus Ressuscitado.
Adenda
domingo
A Luz que vem de Deus
A Palavra de Deus deste domingo está marcada pela cura do cego, para ajudar a perceber que há uma cegueira pior, e que o Senhor quer curá-la nos baptizados. Diz o povo, na sabedoria milenária, que “não há maior cegueira do que não querer vê-la”. Peçamos ao Senhor que nos cure desta terrível cegueira. O convite que nos é dirigido apela à vivência do Baptismo, começando na primeira leitura, a propósito da unção com óleo, passando depois pela chamada de passar das trevas do pecado e do erro, para o caminho da luz. S. Paulo lembra: “Desperta, tu que dormes…” Mas agora Jesus nos quer curar pela fé, pois o pecado nos impede de ver.
"Senhor nosso Deus que, pelo vosso Filho, realizais
admiravelmente a reconciliação do género humano, concedei ao povo cristão fé
viva e espírito generoso, a fim de caminhar alegremente para as próximas
solenidades pascais. Por NSJC…" (Oração
de coleta do IV Domingo da Quaresma)
Para melhor vivermos o baptismo, com a cura da cegueira
do pecado, o Senhor nos propõe o sacramento da Reconciliação. É esta graça que
solicitamos logo no início da Eucaristia. Desta maneira nos preparamos para
celebrar a Páscoa com verdade, passar da morte à vida nova.
"Ele foi, lavou-se e começou a ver." (Jo. 9, 1-41)
Senhor, que eu veja.
Que eu veja a tua presença na minha vida.
Que eu veja a beleza escondida nas pequenas coisas.
Que eu veja a dor que precisa da minha compaixão.
o mundo continua o mesmo —
mas tudo começa a ser visto de outra maneira.»
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