Maravilhas fez em mim
Minh’alma canta de gozo
Pois na minha pequenez
Se detiveram Seus olhos
E o Santo e Poderoso
Espera hoje por meu sim
Minha alma canta de gozo
Maravilhas fez em mim
Maravilhas fez em mim
Da alma brota o meu canto
O Senhor me amou
Mais que aos lírios do campo
E por seu Espírito Santo
Ele habita hoje em mim
Que não pare nunca este canto
Maravilhas fez em mim
(Maravilhas fez em mim)
O Senhor fez Maravilhas.
Feliz Páscoa na alegria de Jesus Ressuscitado!
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domingo
sábado
Cireneu

"O velho sentou-se com a cabeça encurvada e as costas doloridas enquanto as censuras, fúteis de sua colérica mulher, lhe feriam os ouvidos.
– Semelhante a uma infindável cascata, ela espadanava toda uma série de recriminações: imbecil barbudo, por que desperdiças o teu tempo vagabundeando pelas estradas? O teu pai, o teu avô e o teu bisavô foram todos guardiães do Templo; se estivesses a postos quando foste chamado, sem dúvida terias sido nomeado guardião como os outros. Agora, porém, um homem mais expedito foi o escolhido. Tu, o mais idiota dos homens, preferiste vagabundear pelas estradas, afim de que, renegado, pudesses carregar a cruz de um jovem carpinteiro sedicioso.
– Isto é verdade – disse o velho –, encontrei um jovem que ia ser crucificado e o centurião mandou-me carregar a cruz. Carreguei-a até ao cimo da colina e demorei-me porque as palavras que ele pronunciou, embora grandemente maltratado, não eram de pesar por ele mesmo e, sim, pelos outros; as suas palavras retardaram-me lá. Por isso esqueci tudo mais.
– Sim, na verdade esqueceste tudo mais e o pouco senso que possuías, e regressaste demasiadamente tarde para ser guardião do Templo! Não estás envergonhado ao pensares que teu pai, teu avô e teu bisavô, foram todos guardiães da Casa do Senhor. Que seus nomes estão lá escritos em letras de ouro e serão lidos pelos homens do futuro para todo o sempre? Quanto a ti, velho tonto, quando morreres isolado de todos os parentes, quem se lembrará neste mundo de Simão, o Cireneu?"
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quinta-feira
Nada temo
"Se me envolve a noite escura
E caminho sobre abismos de amargura,
Nada temo porque a Luz está comigo.
Se me colhe a tempestade
E Jesus vai a dormir na minha barca,
Nada temo porque a Paz está comigo.
Se me perco no deserto
E de sede me consumo e desfaleço,
Nada temo porque a Fonte está comigo.
Se os descrentes me insultarem
E se os ímpios mortalmente me odiarem,
Nada temo porque a Vida está comigo.
Se os amigos me deixarem
Em caminhos de miséria e orfandade,
Nada temo porque o Pai está comigo."
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E caminho sobre abismos de amargura,
Nada temo porque a Luz está comigo.
Se me colhe a tempestade
E Jesus vai a dormir na minha barca,
Nada temo porque a Paz está comigo.
Se me perco no deserto
E de sede me consumo e desfaleço,
Nada temo porque a Fonte está comigo.
Se os descrentes me insultarem
E se os ímpios mortalmente me odiarem,
Nada temo porque a Vida está comigo.
Se os amigos me deixarem
Em caminhos de miséria e orfandade,
Nada temo porque o Pai está comigo."
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sexta-feira
Quadragésima.com 2011
«O tempo da Quaresma é um tempo de descoberta da nossa identidade como cristãos. É um tempo de encontro connosco próprios e com Deus. É um tempo especial de introspecção e reflexão. Porque não havemos de o fazer aqui, na net, e de uma forma mais comunitária, ajudando-nos uns aos outros?!»
Deste objectivo nasceu em 2008 no Confessionário dum Padre esta proposta, a “quadragésima.com”.
Deste objectivo nasceu em 2008 no Confessionário dum Padre esta proposta, a “quadragésima.com”.
Este ano o Confessionário julgou oportuno lançá-la de novo, em moldes ligeiramente diferentes.
Regras da quadragésima.com 2011:
- Ao receber a “quadragésima.com” o blogger deve reflectir na sua relação com Deus e descobrir uma frase bíblica que a defina
1.1- só se admitem frases retiradas, com citação, da Bíblia;
1.2- as frases devem ser o mais curtas possíveis;
- Depois de o fazer deve re-escrever num post estas regras, as frases já assinaladas pelos anteriores bloggers (com o respectivo link), e escrever a sua;
- No post deve incluir quem deseja convidar (pode e deve manifestá-lo no blog da pessoa convidada);
- Não é permitido fazer mais que um convite ao mesmo tempo;
- O blogger que, recebendo a “quadragésima.com”, não estiver interessado em aceitá-la, deve indicá-lo ao seu emissário para que este lhe dê seguimento através de outro blogger;
- Não podem aceitar mais que uma vez a “quadragésima.com”; se o convite aparecer, mesmo vindo de outra “frente”, devem igualmente informar o emissário do segundo convite;
- Baseada nalgumas das principais figuras da liturgia da Quaresma, a “quadragésima.com” realiza-se em 3 frentes: frente “Adão” (I Domingo); frente “Abraão” (II Domingo); frente “David” (IV Domingo); estas frentes funcionarão quase como equipas, para tentar chegar ao maior número de bloggers possível (não se trata de encontrar vencedores, mas empenhados)
- A “quadragésima.com” será encerrada na Sexta-feira Santa, dia 22 de Abril, pelas 12.00 horas, hora em que o último blogger receptor deve endereçá-la, já com a sua frase, ao Confessionário, para publicitarmos todas as frases que definem a nossa relação com Deus nesta Quaresma de 2011.
- Outros interessados em participar nesta “quadragésima.com”, podem escrever as suas frases no sítio do Confessionário dum padre, identificando-se.
__________________________
Assim, o Confessionário convidou-me para a frente “Adão”, a que irei dar início, escrevendo a minha frase, e convidando a Maria João – Deus em Tudo e Sempre – a dar-lhe continuidade.
Obrigada por aceitares a "quadragésima.com".
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0. “E tu, quem dizes que Eu sou?” Mc 8, 28 - Confessionário dum padre
Frente “Adão”
1. “Olhai como crescem os lírios do campo! Não trabalham nem fiam. Pois eu vos digo: nem Salomão, em toda a sua magnificência, se vestiu como qualquer deles.” Mt 6, 28-29 – Partilhas em Fa menor
[Tentarei dar conta da evolução da frente "Adão" aqui nos comentários.]
segunda-feira
Pura Meiguice
Espreito a Primavera nos bicos canoros dos pássaros
Nas pétalas erguidas das flores
Nos sorrisos verdes dos prados
No espelho de água do lago
Nas metáforas brancas das nuvens
Na melodia soprada pela brisa
No aroma suave do céu
Nas cordas afinadas do sol
Na poesia viva das gentes que rasgam de sementes o chão.
E agradeço a Deus a meiguice do Seu olhar.
Nas pétalas erguidas das flores
Nos sorrisos verdes dos prados
No espelho de água do lago
Nas metáforas brancas das nuvens
Na melodia soprada pela brisa
No aroma suave do céu
Nas cordas afinadas do sol
Na poesia viva das gentes que rasgam de sementes o chão.
E agradeço a Deus a meiguice do Seu olhar.
Paradoxos
A Ailime mostrou-me um toque do Divino:
“Para chegares a saborear tudo,
Não queiras ter gosto em coisa alguma.
Para chegares a possuir tudo,
Não queiras possuir coisa alguma.
Para chegares a ser tudo,
Não queiras ser coisa alguma.
Para chegares a saber tudo,
Não queiras saber coisa alguma.”
Um paradoxo de "nada saber para perceber tudo" de S. João da Cruz.
E eu fiquei com sede e fui procurar mais:
“Entrei onde não sabia,
e fiquei sem saber,
toda a ciência transcendendo.
Eu não sabia onde entrava,
porém, quando lá me vi,
sem saber onde estava,
grandes coisas entendi.
Não direi o que senti
pois fiquei sem saber,
toda a ciência transcendendo.
De paz e de piedade
era a ciência perfeita,
em profunda solidão,
diretamente entendida;
era coisa tão secreta,
que fiquei balbuciando,
toda a ciência transcendendo.
Estava tão enlevado,
tão absorto e desatento,
que meu sentido ficou
de todo sentir privado;
e o espírito dotado
de um entendimento sem entender
toda ciência transcendendo.” (Poema 2 - S. João da Cruz)
Descobri sabedoria muito bela nestes escritos de um Santo-poeta, que nos deve levar à reflexão - S. João da Cruz.
"Para chegar a saborear tudo,
Não queiras ter gosto por nada.
“Para chegares a saborear tudo,
Não queiras ter gosto em coisa alguma.
Para chegares a possuir tudo,
Não queiras possuir coisa alguma.
Para chegares a ser tudo,
Não queiras ser coisa alguma.
Para chegares a saber tudo,
Não queiras saber coisa alguma.”
Um paradoxo de "nada saber para perceber tudo" de S. João da Cruz.
E eu fiquei com sede e fui procurar mais:
“Entrei onde não sabia,
e fiquei sem saber,
toda a ciência transcendendo.
Eu não sabia onde entrava,
porém, quando lá me vi,
sem saber onde estava,
grandes coisas entendi.
Não direi o que senti
pois fiquei sem saber,
toda a ciência transcendendo.
De paz e de piedade
era a ciência perfeita,
em profunda solidão,
diretamente entendida;
era coisa tão secreta,
que fiquei balbuciando,
toda a ciência transcendendo.
Estava tão enlevado,
tão absorto e desatento,
que meu sentido ficou
de todo sentir privado;
e o espírito dotado
de um entendimento sem entender
toda ciência transcendendo.” (Poema 2 - S. João da Cruz)
Descobri sabedoria muito bela nestes escritos de um Santo-poeta, que nos deve levar à reflexão - S. João da Cruz.
"Para chegar a saborear tudo,
Não queiras ter gosto por nada.
(...)
Para chegar a não ter gosto,
Deves ir por onde não gostes.
(...)
Para chegar inteiramente a tudo,
Em tudo deves te abandonar.
(...)
Para chegar inteiramente a tudo,
Em tudo deves te abandonar.
E quando chegares a ter tudo,
Deves tê-lo sem nada querer." (Poema 1 - S. João da Cruz)
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Ainda há histórias de amor que dão origem a lagoas
Não foi lenda nem conto de fadas. Não foi amor à primeira vista.
Costumo dizer que não o conhecia. Mas claro que sim, desde criança. Só que nunca me tinha chamado a atenção. Não era meu amigo, nem meu vizinho, nem sequer meu colega. Tínhamos familiares comuns, o que nos permitia cruzarmo-nos algumas vezes. Superficialmente. Mas nunca o tinha visto com outros olhos (com olhos de ver ao perto) – com olhos do coração.
Foi uma daquelas coisas de que não se está à espera, mas que se faz acontecer, sem querer:
Numa boda de casamento, percebo que os pés se tocam por baixo da mesa… cruzam-se os olhos, aparecem uns sorrisos marotos, as pálpebras baixam-se e o rubor dá sinal de si. Caramba, mas o que é isto?
Tento disfarçar os pulos que me fogem do peito e acho que consigo. Levo para a brincadeira a insistência dos pés debaixo da mesa. Acontecem ali duas conversas diferentes e desajeitadas – a que as bocas falam e a que os pés dizem, mas esta segunda linguagem é-me desconhecida e desconcertante. E cabem naquela mesa vários tipos de iguarias quentes e saborosas: as que reconfortam o estômago; as que enchem os olhos; as que inebriam os sentidos; as que alimentam a fantasia…
E depois das sobremesas e das sobmesas nada nunca mais foi igual.
Há histórias de amor que dão origem a lagoas. Há histórias de amor que nos deixam lagoas para sonhar e para aprender antes de as mergulhar. Foi assim que se passaram dias e semanas e meses e mais meses antes de tentarmos nadar. Não se passava da margem, cada qual na sua. As margens também são sublimes e deleitosas, vibrantes de flores e de suavidade, agradáveis de se passear.
E nesses longos meses bastava um olhar, um sorriso, um aceno ao longe para levitar.
Até que começou a aquecer e chegaram as festas de Verão. E, nas tasquinhas, as nossas merendas saborosas de uns bons petiscos com pão. E debaixo da mesa os pés sempre na mesma primeira aflição. E, no arraial, a música a chamar-nos para um abraço disfarçado de dança, um encosto, um aperto, um acelera-coração.
Depois veio o Inverno com o calor dos bailes no Casarão e o embalo nessas danças de salão. E aquela chapada que dei a outro por se tentar meter pelo meio e armar confusão. E o meu amado foi embora, como que arrependido, envergonhado, daquela situação.
E seguiram-se-me as dúvidas se ele gostava de mim ou não. Aliás, certezas ainda eu não tinha tido, pois aquela boca nunca se quisera abrir para, (nem) de viva voz, me dizer aquilo que eu queria ouvir.
Bem, se era assim, teria de esperar, pois a um Inverno haveria de suceder uma Primavera e, talvez, dias de luar.
E eis que chegou Março, florido e ensolarado, e num domingo à tarde – eram os meus 20 anos – ele fez-se convidado. Na mesa esperavam-no uns acepipes para começar.
Foi ficando e foi voltando durante um mês, e deixando-se ficar, meio esquecido, meio perdido, sem eu bem saber o que o seduzia, pois estava a ver que ele não se descosia. Até que tive de tomar coragem:
- Eu gosto de ti… mas não sei bem se tu gostas de mim…
E ele, numa voz quase sumida:
- Eu gosto mais do que isso… eu amo-te.
Oh, céus! Como estava difícil o primeiro beijo de acontecer! Como a água desta lagoa estava custosa de se dar a beber!
(Passados uns bons anos, o primeiro peixinho, nascido desta lagoa de amor, conheceu uma belíssima açoriana, e com ela formou a sua própria lagoa numa destas ilhas mais maravilhosas que me é dado conhecer).
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Conta-me histórias
Conta-me histórias de tempos
A que eu gostaria de voltar
Tenho saudades de momentos
Que nunca mais vou encontrar
A vida talvez sejam só três dias
Eu quero andar sempre devagar
O passado, ainda mais quando diz respeito à infância, espreita-nos, tantas vezes, impregnado de nostalgia. A infância, quer queiramos que não, marca-nos, tanto pela positiva como pela negativa, a vida adulta.
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A que eu gostaria de voltar
Tenho saudades de momentos
Que nunca mais vou encontrar
A vida talvez sejam só três dias
Eu quero andar sempre devagar
O passado, ainda mais quando diz respeito à infância, espreita-nos, tantas vezes, impregnado de nostalgia. A infância, quer queiramos que não, marca-nos, tanto pela positiva como pela negativa, a vida adulta.
Em tempos escrevi um rol de Sete Coisas marcantes da minha infância. Sete é um número mágico que pode querer dizer tanto e ainda mais. Hoje volto a esse Sete da infância, mas não me vou repetir, apenas completar três coisitas que então deixei por dizer.
Como toda a gente, tenho da minha infância algumas lembranças felizes, dolorosas, hilariantes, vergonhosas e, também, de coisas que gostaria de ter tido como, por exemplo, alguns brinquedos.
E entre os brinquedos que não tive estava uma bola; nem sequer consegui nunca tirar ao primo a bola dos pés dele - que raiva!
Também nunca tive um baldito e uma pá para fazer castelos na areia da praia.
Também nunca tive um baldito e uma pá para fazer castelos na areia da praia.
E também nunca tive direito a nenhuma daquelas navalhas que o arco-íris trazia e deixava no local onde pousava (nunca o consegui apanhar).
Ah, mas tive as estrelas, a lua, o sol, o mar, o vento, a chuva, a rua para brincar; e uma boneca quase tão grande como eu com quatro anos, que as sobrinhas acabaram por estragar.
E tenho agora este selo-certificado-caminhante, cheio de havaianas para calçar, como marca deste e de outros desafios, vindo da Malu e da Teresa, e que me foi passado pela Filipa, para a Canela aqui vir buscar.
terça-feira
30 Anos
Domingo. Faz hoje 30 anos era Domingo.
Naquele tempo o tempo não corria, andava a passo lento. A manhã despiu-se muito lentamente do sono nocturno, espreguiçando-se no som luminoso do dia. Sem pressas, inspirei os primeiros raios da manhã e deixei-me ficar a saborear os últimos minutos do meu ninho de criança. Uma vida nova iria, dali a poucas horas, começar para mim, mas eu nem sequer pensava muito a sério nisso. Achava que era tudo tão natural como comer, dormir e respirar. Era o rumo normal da vida.
Levantei-me, então, quando me apeteceu, quando já todos trabucavam em casa, serena, fresca. Não houvera despedida de solteira (o que era isso?) tal como não haveria lua-de-mel (pelo menos nada programado). E o dia, apesar de ser Inverno, não estava frio (nem podia estar).
Naquele tempo era tudo tão lento, tão lento, que 10 meses de namoro mais me pareciam 10 anos.
Depois, o tempo começou a correr. Tão depressa, que hoje 30 anos de casamento mais me parecem 30 meses.
Parece que ainda foi há poucos dias que escrevi uma Carta Ridícula;
ou que há poucos meses evoquei este dia 25.01.1981;
ou que, enfim, há tão pouco tempo que contei aqui The Secret.
Meu Deus, como o tempo voa agora a uma velocidade vertiginosa...
.sábado
Musicoterapia
Relacionado com uma actividade formativa, fiz uma experiência de musicoterapia.
"A musicoterapia busca desenvolver potenciais e/ou restaurar funções do indivíduo para que este alcance uma melhor qualidade de vida, através de prevenção, reabilitação ou tratamento" (World Federation of Music Therapy)
O processo da Musicoterapia pode desenvolver-se de acordo com vários métodos. Na maior parte dos casos a Musicoterapia é activa. A intervenção, que pode ser individual ou em grupo, envolve actividades musicais (escuta musical, canto, improvisação vocal e instrumental, expressão corporal e outras que envolvam som e movimento), num processo planificado e continuado no tempo, tendo em conta as necessidades especificas de cada pessoa.
O processo da Musicoterapia pode desenvolver-se de acordo com vários métodos. Na maior parte dos casos a Musicoterapia é activa. A intervenção, que pode ser individual ou em grupo, envolve actividades musicais (escuta musical, canto, improvisação vocal e instrumental, expressão corporal e outras que envolvam som e movimento), num processo planificado e continuado no tempo, tendo em conta as necessidades especificas de cada pessoa.
Comunicar através da música:
Através de sessões colectivas de musicoterapia é possibilitada a abertura de canais de comunicação, para chegar à produção de comunicação verbal dentro do grupo.
A Musicoterapia destina-se especialmente a pessoas com problemas de relacionamento, comunicação, comportamento e integração social, podendo ser aplicada a idosos, adultos, adolescentes e crianças e, no que respeita ao seu espaço físico, em instituições de saúde física e mental, educação, intervenção comunitária e reabilitação.
Esta actividade pode também situar-se em projectos de promoção e manutenção de bem-estar, dirigidas a pessoas saudáveis e também a pessoas que – por padecerem de condições crónicas – procuram cuidar do seu bem-estar de forma activa e adaptada às suas circunstâncias de vida.
Para mim foi uma experiência muito interessante e salutar. A repetir.
Para mim foi uma experiência muito interessante e salutar. A repetir.
Bamboo Flute with Nature Sounds
Música relaxante e chuva suave
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