segunda-feira

Santa semana!

 «Eis que chega a chamada semana maior da nossa fé. Efectivamente é assim que é conhecida a semana santa, por nela terem lugar os mistérios centrais da vida cristã. Nomeadamente, o Tríduo Pascal, sendo o mais pequeno, no tempo, da vida litúrgica, é o mais intenso nos mistérios que nos propõe para a vivência da fé. 

Vivemos o Domingo de Ramos na Paixão do Senhor. Destaque para a leitura da Paixão, que é central da liturgia da Palavra desta Eucaristia. Mas a celebração é enriquecida com a bênção e procissão dos ramos, com que se inicia, para viver a entrada solene de Jesus na cidade de Jerusalém. Juntemo-nos às crianças e jovens que aclamaram Jesus Cristo, com palmas e ramos de árvore, na sua entrada em Jerusalém. Bendito o que vem em nome do Senhor!

A liturgia da Palavra começa o texto de Isaías, que nos fala do Servo sofredor. Cristo foi quem o viveu por excelência. Muito bela é também a resposta orante do Salmo responsorial: Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes! A 2ª leitura fala-nos Cristo Jesus que, de condição divina, Se fez servo. Culmina depois com o relato da Paixão.

Deus todo poderoso e eterno, que, para salvar a humanidade, quisestes que o nosso Salvador Se fizesse homem e suportasse a cruz, fazei que vivamos unidos a Ele na sua paixão, para chegarmos a tomar parte na glória da sua ressurreição. Ele que é Deus… (Oração de colecta do Domingo de Ramos)

      Com o destaque da celebração da Paixão, pelo exemplo que Jesus Cristo nos deu, pedimos a graça de tomar parte, para igualmente merecermos participar na Sua ressurreição. Como discípulos, assumamos também a nossa cruz, para nos unirmos à Sua paixão e ressurreição.

"Este era verdadeiramente Filho de Deus." (Mt. 26, 14 - 27, 66)

Como estamos a sós, com Ele, primeiramente eu sugiro que leiamos e meditemos todo o relato da Paixão. Mas depois, procuremos, com a graça do Espírito Santo, unir-nos em oração a Cristo, Filho de Deus.

Porque estamos na semana maior, para a nossa fé, para além da participação indispensável na Eucaristia do Domingo da Ressurreição, procuremos ter igualmente alguma das celebrações do Tríduo, se possível, na Vigília Pascal.»  (Pe.Armando Duarte, partilha/reflexão para o Domingo de Ramos e semana santa, ano A)

Uma outra reflexão - pelo padre Manuel Barbosa, scj:

 

domingo

Eu creio, Senhor!

«Caminhamos para a Páscoa! Aspiramos a uma vida nova! Para isso, mais uma mensagem interpeladora:

Como é maravilhoso acolher a vida com o sentido da plenitude! Mais do que seres viventes, como as plantas e os animais, nós somos marcados por uma dimensão, enriquecida com o dom da vida em Cristo, que realiza em nós o que há de mais belo e profundo. É em Cristo, Ressurreição e Vida, que somos chamados a viver.

Vamos no V Domingo da Quaresma, a aproximar-nos da celebração dos mistérios centrais da nossa fé. A liturgia oferece-nos a vivência dos desígnios de Deus, que comunica uma vida que ultrapassa a dimensão biológica.»

(um aparte:) «Por isso, abramo-nos aos dons que convidam a participar na forma mais profunda. Logo na primeira leitura, o Senhor nos chama a essa vida que vem do Espírito, com o convite a sairmos dos nossos túmulos. Depois, na Epístola aos Romanos, acolhemos a vocação a não vivermos apenas dum modo natural, segundo a carne, mas pelo baptismo, segundo o Espírito de Cristo. Mas é no Evangelho que está a proposta a uma vida definitiva, que Deus nos oferece.

Senhor nosso Deus, concedei-nos a graça de viver com alegria o mesmo espírito de caridade que levou o vosso Filho a entregar-Se à morte pela salvação dos homens. Por NSJC… (Oração de coleta do V Domingo da Quaresma)

Somos chamados a estar unidos a Cristo, que se entregou por amor, pela salvação dos homens. O cristão, que não se esforça por ter por o mesmo espírito de caridade, não é capaz de assumir a sua cruz, para ser seu discípulo, e completar em si o que falta à paixão do Senhor. Unamo-nos a Ele, e abracemos a nossa cruz.

Acredito, Senhor, que Tu és o Messias, o Filho de Deus. (Jo. 11, 1-45)

Acreditar é aderir à Sua pessoa e à Sua Palavra, é estar com Ele e viver em comunhão. Manifestemos a nossa unidade, inseparável, com Jesus, como Marta.»
(Pe.Armando Duarte, partilha/reflexão para a semana que segue ao V Domingo da Quaresma, ano A)

Uma outra reflexão - pelo padre Manuel Barbosa, scj:


quarta-feira

Senhor, dá-me a Tua mão

Maria Durão (Simplus), Entrega

«Sei, Senhor, que na vida, 
nem sempre temos tudo, 
tudo dado. 
Por isso aqui estou 
pronto para ser 
ser ajudado… 

Senhor, a Ti me entrego 
com todo o coração 
eu nunca fui tão sincero, 
não sei mais o que fazer, 
sem Ti eu não sei viver, 
ouve a minha oração: 
Senhor, dá-me a Tua mão 

Sei Senhor que não posso 
ter tudo o que quero 
ou que gosto 
por isso peço-Te a Ti, 
que me leves sempre, 
sempre conTigo.»

domingo

Água viva

«Na caminhada quaresmal, chegámos ao III Domingo. Para nós, cristãos, é um dom que o Senhor nos oferece, para nossa conversão e renovação baptismal.

O Senhor abre-nos um horizonte de vida eterna, para uma vida plena e felicidade perfeita, que Ele oferece na vida nova do Baptismo. Que a água viva jorre do nosso coração, pelo dom do Espírito, “porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações”, como lembra a segunda leitura. Se conhecesses o dom de Deus, tu correrias até o encontrar! Moisés bateu com a vara no rochedo, donde brotou a água para matar a sede. Para nós, devemos solicitar a graça ao Espírito Santo. Como a samaritana, peçamos: “Senhor, dá-me dessa água”!

Senhor, nosso Deus, autor de todas as misericórdias e de toda a bondade, que nos fizestes encontrar no jejum, na oração e no amor fraterno os remédios do pecado, olhai benigno para a confissão da nossa humildade, de modo que, abatidos pela consciência da culpa, sejamos confortados pela vossa misericórdia. Por NSJC… 

(Oração de colecta do III Domingo da Quaresma) 


Esta oração sugere três meios penitenciais, fundamentais para a quaresma: a oração, o jejum e o amor fraterno. Com eles, queremos pedir a graça da misericórdia de Deus, para darmos frutos de renovação interior. 

Nós próprios ouvimos e sabemos que Ele é realmente o Salvador do mundo(Jo. 4, 5-42)

A samaritana foi anunciar aos vizinhos, a alegria do encontro com Jesus, e muitos acreditaram. Agora, devemos ser nós que nos juntamos, e também testemunhamos. Não é pelos outros, mas cada um deve encontrar-se com Jesus, e dizer-Lhe: Tu és o meu Salvador!...»
(Pe.Armando Duarte, partilha/reflexão para o III Domingo da Quaresma, ano A, e semana que se lhe segue)


Porque nem só de pão vive o homem

«A graça e o amor de Jesus Cristo, que nos chama à conversão, estejam convosco!

Esta é a saudação proposta na nova edição do Missal romano, para este tempo da Quaresma. Por isso a usamos na celebração da Eucaristia, e assim vos saúdo.

Iniciámos na passada quarta-feira a caminhada quaresmal, com a celebração das Cinzas. Muitos cristãos nunca participaram, inclusivamente no que há de mais importante nas celebrações, só porque ocorrem em dias em que não há obrigatoriedade de preceito. E, por isso, ficam privados de alguns dos momentos mais significativos da liturgia cristã, ao longo da sua vida.

Destaca-se na vivência quaresmal o convite à conversão, isto é, a mudança de atitudes e comportamento que não estão de acordo com a experiência genuína da fé. Precisamos de autenticidade, na resposta à Palavra de Deus e às propostas que nos são feitas, para uma vida cristã frutuosa.

Neste 1º domingo da Quaresma somos convidados e recolocar a nossa vida na perspectiva de Deus, tal como um ramo enxertado só floresce se participa da seiva que brota da cepa. Deus criou o homem como ser vivo, mas é em Cristo que lhe dá vida plena. Alimentemo-nos da Palavra.

Não desperdicemos os meios para alcançar a compreensão, e a vivência do mistério de Cristo, para que se manifeste na autenticidade dos frutos e das obras. À luz desta reflexão, rezemos esta oração:

"Concedei-nos, Deus Todo Poderoso, que, pelas práticas anuais do sacramento quaresmal, alcancemos maior compreensão do mistério de Cristo e demos testemunho dele com uma vida digna. Por NSJC…" (Oração Colecta do I Domingo da Quaresma)

Do Evangelho deste I domingo da Quaresma, Mt. 4,1-11:

"Nem só de pão vive o homem…"

"Não tentarás o Senhor, teu Deus…"

"Adorarás o Senhor, teu Deus…"

Vale a pena repetir e saborear cada uma destas respostas de Jesus, perante o tentador. Podemos rezá-las, ao longo da semana, para fortalecer a nossa fé, e não cairmos em tentação. Não esqueçamos que as tentações de Jesus são também as tentações da Igreja, e, se não fizermos combate espiritual, poderemos ser vencidos. Com a graça de Jesus, e a força do Espírito, não permitamos.»

(Pe.Armando Duarte, partilha/reflexão para a semana que segue ao I Domingo da Quaresma, ano A)

Pois quem ama não teme o bem e o mal


«O que eu sinto não posso explicar, 
 É difícil saber e dizer
(...)
— Renasce em mim!»

   
(Grupo das Terças, Renasce em mim)

Se um dia ficasse sem ti, 
Olharia as estrelas do céu, 
P'ra lembrar que viveste por mim. 
E p'ra sempre guardar-te, 
Para sempre lembrar-te, 
Na marca de um gesto meu. 

 Refrão : 
Renasce em mim, 
Mostra como ama alguém
Que precisa de mim
P'ra mostrar o melhor que Deus tem. 

O que eu sinto não posso explicar, 
É difícil saber e dizer; 
O que eu tenho não posso negar, 
Que é aquilo que eu quero, 
É a Ti que eu desejo 
E não vou abandonar. 

 Refrão 

Reviver o que vivi,
Renascer contigo, 
Conquistar o Teu espaço astral, 
Pois quem ama não teme o bem e o mal.


Maria... e o céu dentro d’Ela

 

A astronave parte e vai p’las infinitas luzes. 
Céus desconhecidos, céus que nunca têm fim. 
No espaço imenso o que encontrará? 
No espaço imenso, Deus! 
 A astronave “pensamento” p’ra onde está voando?

O que será o azul que nunca ninguém lhe tocou? 
O que serão os mundos, esses onde vive Deus? 
Chegar até lá, na vida, o que será? 
No que se tornará? 
A astronave “pensamento” onde está voando?

Uma mulher o sabe: Maria, 
ela como nós sobre a terra, 
ela, Maria, como nós, 
uma vida entre tantas, 
mas Ela, no céu de Deus 
e o céu dentro d’Ela 
e o céu é mesmo Ela, 
uma vida entre tantas, 
mas Ela, Maria, 
na Sua casa o amor 
Ela, Maria, junto de nós 
e o Seu rasto que nos une lá, 
no céu de Deus 
e o céu dentro de nós 
e o céu é ser em nós 

(As estrelas e Maria 
Autoria: Movimentos dos Focolares)


E... voemos pelas infinitas luzes do Novo Ano, e que ele nos seja favorável!

sábado

Sede de Ti tenho na alma

«Tu meu Deus a quem busco 
Sede de Ti tenho na alma 
Qual terra seca, 
qual terra seca sem água. 

Porque o Teu amor 
É melhor que a vida 
Meus lábios querem cantar para Ti 
E assim quero com a vida bendizer-te 
E levantar as mãos abertas para Ti. 

Quantas vezes de noite 
quando o sono se vai penso em Ti. 
e tranquilo me envolvo à Tua sombra 
como uma criança minha alma se aperta contra Ti 
e segura, a Tua mão me sustém. 

Uma só coisa Te peço, 
Senhor, uma coisa estou buscando: 
viver em Tua casa para sempre e conhecer-Te. 
Tu sabes quem eu sou. 
Tu sabes o que eu tenho, o que eu anseio, 
o que eu não sou, o que eu não tenho.» 
(Tu meu Deus a quem busco - Autoria: Maria Pineda, FMVD)
Intérpretes: Rodrigo Oom e Madalena Pinto Gonçalves (Equipas de Jovens Nossa Senhora)

Outra interpretação - Coro das Sextas

quarta-feira

Com blogues e companhia

“O mundo vai girando/ Cada vez mais veloz/ A gente espera do mundo/ E o mundo espera de nós…”[*]

Foi assim, com o mundo a correr a uma velocidade estonteante, que resolvi deixar (es)correr o meu mundo como música numa pauta, aqui, em Partilhas em Fá menor (partilhas-em-fa-m.blogspot.com) e me tornei blogger em formato de acorde menor.

Andávamos, então, pelo início do ano de 2007, e as TIC tinham começado a mostrar-me um fascinante mundo novo, abrindo-me portas ao desconhecido para lá de um monitor de computador.

Como é que uma mãe de família se mete nestas coisas?!

A verdade é que não podemos dar crédito a tudo o que teima em nos querer entrar casa adentro… e eu até era um bocado céptica quando os meus filhos me pediram o primeiro computador e ligação à internet. Achava que, mais do que os ajudar nos estudos, como eles me afiançavam, os iria distrair deles. Aquilo era para mim um “bicho-de-sete-cabeças”.

Quando decidi voltar à escola para recomeçar a estudar, à noite, num Curso Tecnológico de Acção Social, as TIC constituíam uma disciplina obrigatória. É certo que até aí já me tinha abalançado a escrever uns textos no Word por iniciativa própria, frequentado uma formação e obtido um diploma de Competências Básicas em Tecnologias de Informação; mas foi nesta altura que o impulso maior foi dado, até porque o bichinho já se tinha começado a instalar e “quem não avança recua”.

Passado pouco tempo ajudei ao nascimento de outro blogue, que pretendia ser um jornal de parede da turma do CTAS (Curso Tecnológico de Acção Social) Nocturno, disciplina de TEC (Técnicas de Expressão e Comunicação). No âmbito desta disciplina, foi proposta aos alunos desta turma uma actividade inserida no tema “Sociedade da comunicação”. Depois de abordado o tema foi decidida a construção de um jornal e daí, esse blogue: Visão Nocturna (visaonocturna.blogspot.com).

E como não há duas sem três surgiu contrapobreza.blogspot.com, como parte integrante do meu Trabalho da Prova de Aptidão Tecnológica (PAT), o meu Projecto Ecos… em que se me tornou imperioso Sonhar que… é possível acabar com a Pobreza.

É um blogue que fui mantendo activo, até porque não me limitei a esse curso, mas avancei para outro de nível seguinte, de Serviço Social e Desenvolvimento Comunitário; e, no que toca à pobreza, acho que se trata de um assunto cada vez mais inquietante, complexo e de difícil solução, mas a que não nos podemos acomodar.

Bem, mas não me fiquei por aqui. Como blogger em formato de acorde menor, o meu mundo somou e seguiu.

No mundo da blogosfera podemos encontrar de tudo e ainda mais alguma coisa. Eu tive sorte: encontrei essa “mais alguma coisa”. Quando um grupo de bloggers se começou a reunir à volta de jogos sucessivos de 12 Palavras, eu andava por perto e juntei-me a esse grupo, de onde saíram verdadeiros textos de escrita criativa, que foram um pouco depois, em 2008, reunidos em livro: o “22 Olhares sobre 12 Palavras”.
Entretanto comecei a tomar o gosto pela escrita e  abri mais um blogue, ainda em 2007, o Retalhos e Rabiscos (ensaio12.blogspot.com), onde fui começando a ensaiar mais uns rabiscos em retalhos soltos.

Como sou inconformista q.b., achei que tinha muito que aprender e inscrevi-me num Campeonato de escrita criativa por e-mail, com Pedro Chagas Freitas (pedrochagasfreitas.com), e nasceu mais um blogue para os textos aí produzidos (e outros exercícios de escrita), o EscreVIvendo (escritariscada.blogspot.com); depois,  seguiram-se dois cursos de escrita criativa da UnyLeYa, com João Braamcamp de Mancelos, cujos textos produzidos foram sendo aí sucessivamente publicados.

Entretanto, comecei a ensaiar outros voos. Já não me satisfazia apenas a escrita nos blogues. Precisava de soltar Um Grito. O grito que me apertou a garganta e que sufoquei durante muitos anos. O grito que uma ave prisioneira numa gaiola, ainda que muito bonita, não é capaz de soltar se não for em voo. Porque chega um tempo em que já não conseguimos conter mais o que nos quer extravasar do peito. Então, ao mesmo tempo que ia escrevendo, comecei a tomar balanço.

Balancei, balancei... e saltei. Saltei para as páginas de um livro, querendo acreditar... que: Talvez que as minhas asas/ de papel/ Que alguém um dia/ não teve pejo de cortar/ podiam ainda ser coladas/ e voar/ porque é preciso acreditar...

O livro, composto de Simplesmente/ Páginas da Memória/ Que se Soltam/ Em Voo no Tempo, saiu em Novembro de 2011. Chama-se “Memória Alada”. Nele: No início dos anos 1970, num mundo a preto e branco, Maria, menina mimosa e ingénua de aldeia, teima em desenhar o seu mundo de outras cores. Uma teimosia e uma ingenuidade rabiscadas em páginas que querem voar de um quase diário.

Mas enquanto tratava com editoras para que este livro visse a luz do dia, e porque “parar é morrer”, não me contive e abri outro blogue. Desta vez Em Fá Sustenido, para experimentar a plataforma sapo (emfasustenido.blogs.sapo.pt); mais tarde,  porque desgostei daquela plataforma, depois de várias tentativas consegui migrá-lo para a plataforma blogspot (emfa-sustenido.blogspot.com).

E assim fui obtendo um pouco de satisfação pessoal; um pouco apenas, porque não consegui ficar por aí. A seguir vieram as fotografias tiradas nas minhas caminhadas quase diárias, e surgiu No Meu Silêncio (silenciosameu.blogspot.com). Mas como "a curiosidade matou o gato", comecei a gastar muito tempo a pesquisar os nomes e características das flores dos meus caminhos, e isso teria de ficar registado em algum lado: então veio novo formato delineado para isso, logo: Pelo Mundo – um Jardim (omundoumjardim.blogspot.com). Mas nem todas cabiam aí nesse formato que idealizei, porque dava muito trabalho e achava que algumas eram _apenas rumores (rumorinhos.blogspot.com).  

Entre uns e outros, em 2018, vieram Algumas outras linhas em que (também) me escrevo  A Linha e a Agulha (alinhaeagulha.blogspot.com), uma espécie de álbum, quase livro de ponto(s), para ir publicando/guardando alguns dos meus trabalhos de linhas e agulhas.

Ah, ainda falta mencionar C(l)ave . de . Fá (famenorarquivo.blogspot.com), que surgiu ainda nos princípios, em 2008  um arquivo meio morto: apenas uma gaveta na cave para ir guardando notas dignas de registo... e alguns outros registos a sair do tom.

E é assim.

“Mesmo quando tudo pede/ Um pouco mais de calma/ Até quando o corpo pede/ Um pouco mais de alma/ Eu sei, a vida não pára/ A vida não pára...

Será que é tempo/ Que lhe falta para perceber?/ Será que temos esse tempo/ Para perder?/ E quem quer saber?/ A vida é tão rara/ Tão rara...

A vida é tão rara.”[*]

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[*] Lenine, Paciência

sexta-feira

Oh, Deus de Amor!

(la fa#-)

"Amor tão grande, profundo e sublime

(re mi la mi) 

Este é o amor do meu Criador

Não há nada no mundo, que possa igualar-se

Ao terno amor do meu Bom Jesus.

 

(la)

Deus de Amor (Deus de Amor)

(do#-)

Oh Deus de Amor (Oh Deus de Amor)

(re)

Tu és o único (Tu és o único)

(mi)

O Deus de Amor (O Deus de Amor)

(la)

Não há outro Deus (Não, não há)

(do#-)

Fora de Ti (Fora de Ti)

(re)

Fora de Ti (Para mim)

(mi)

Para mim, (Para mim)

(la)

Não há Amor.

 

Só Ele nos Ama, nos compreende e nos guarda

De todos os males que existem aqui

Por isso O adoro, com toda a minha alma

Porque Ele me deu, o Senhor, doce calma."

Deus de amor (Amor tão grande) - pauta

 
Autores: Desconhecidos 
Intérprete(s): Jovens Passionistas

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